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segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Trovadores a “surfar” [3]












Ó mar imenso! Ó mar sagrado
Ó mar que trazes o marinheiro apavorado
A ti me dirijo, ó mar! 
A ti me dirijo, ó mar! 

Ó mar sagrado! Ó mar imenso 
Ajuda o marinheiro que engoles em silêncio 
A ti me dirijo, ó mar! 
A ti me dirijo, ó mar!

Ó mar que trazes o marinheiro apavorado
Ó mar ajuda o marinheiro destroçado.
A ti me dirijo, ó mar! 
A ti me dirijo, ó mar!

Ajuda o marinheiro que engoles em silêncio 
Concede misericórdia e dá-lhe tempo.
A ti me dirijo, ó mar! 
A ti me dirijo, ó mar!

Pelo marinheiro destroçado, ao mar peço misericórdia 
Dá-lhe pão, amor e concórdia
A ti me dirijo, ó mar! 
A ti me dirijo, ó mar!

Sê misericordioso e dá-lhe tempo
Para que encontre na vida marítima alento
A ti me dirijo, ó mar! 
A ti me dirijo, ó mar!
                                       Maria Leonor da Costa, 10º B

Ondas de Viana,
por aí eu passei,
e sempre vos recordarei
a surfar em cima da prancha,
a brisa do mar levei.

Ondas de Viana,
coisa tal nunca fiz.
Fui muito feliz,
a surfar em cima da prancha,
a brisa do mar levei.

Surf complicado,
com professores facilitado,
com vontade experimentei,
a surfar em cima da prancha,
a brisa do mar levei.

Surf complicado!
Com o braço cansado,
não me levantei,
a surfar em cima da prancha,
a brisa do mar levei.

Meu mar querido,
nessa hora me seguraste.
Que graças eu te dei,
a surfar em cima da prancha,
a brisa do mar levei.
                                      Renata Tinoco 10º B

Trovadores a "surfar" [2]






   Tu me chamas sobre as águas,
   Onde os meus pés podem falhar.
   E se a maré subir?
   E se a maré subir?

   Para lá das ondas vou olhar,
   Aqui, à beira mar…
   E se a maré subir?
   E se a maré subir?

   Onde os meus pés podem falhar,
   Quero andar sobre as águas do mar.
   E se a maré subir?
   E se a maré subir?

   Aqui, à beira mar…
   Vejo nas ondas o desejo de surfar.
   E se a maré subir?
   E se a maré subir?

   Quero andar sobre as águas do mar,

   Nas suas ondas me deixo levar
   E se a maré subir?
   E se a maré subir?
                                        Ana Margarida Guimarães, 10º B
            
O mar azul começa a crescer.
Nós, as meninas, ansiosas por ver
o lindo pôr do sol nascer e,
desesperadas de olhar o nosso amigo aparecer!
                                             Esperando o amor.

Nossos amores também irão surfar
 e  piscar o olho ao nosso brilhar,
virão com aquele fato lindo de morrer
tentar deslumbrar-nos, fazendo-nos “derreter”,
                                             Esperando o amor.

Nós, estamos à espera que eles notem!
A beleza que existe dentro de nós,
só assim,  os conseguiremos levar
nesta encantadora onda de mar,
que nos faz pensar e sonhar,
no tão bom do que o surf tem para nos dar.
                                       Esperando o amor.  

                                                  Duarte Antunes, 10º B
     
  


       Ó mar infinito
     És grande e imprevisível
     E domar-te é impossível
     Ó mar infinito!

     És grande e inesperado
     Para muitos és o seu fado
     Ó mar infinito!

     E domar-te é impossível
     A tua força estranha… incrível
     Ó mar infinito!

     Para muitos és o seu fado
     Tantos a ti se entregam com ou sem bom grado
     Ó mar infinito!

     A tua força estranha incrível
     A natureza que em ti reside… imprescindível
    Ó mar infinito!

    Tantos que a ti se entregam com ou sem bom grado
    Uns com ofício e outros por acharem este mundo acabado
    Ó mar infinito!
                                                       João Oliveira, 10º B

     Ia eu a Viana do Castelo
     e ensinaram-me a surfar
     eu em cima de uma prancha!
     eu em cima de uma prancha!

     Estava eu com os meus amigos
     e ensinaram-me a apanhar uma onda
     eu em cima de uma prancha!
     eu em cima de uma prancha!

     Ensinaram-me a surfar
     que maré alta, que diversão
     eu em cima de uma prancha!
     eu em cima de uma prancha!

     Que diversão, que maré alta
     o povo vianense na igreja de Santa Luzia
     eu em cima de uma prancha!
     eu em cima de uma prancha!

     O povo vianense no santuário
     que privilégio, que adoração
     eu em cima de uma prancha!
     eu em cima de uma prancha!

     Que adoração, que privilégio
     Hei de lá voltar, já tenho saudades
     eu em cima de uma prancha!
     eu em cima de uma prancha!
                                               Lara Marques, 10º B

Trovadores a “surfar” [1]

    Neste dia em que o sol está a raiar,
    Existem grandes ondas no mar.
    Eu vou surfar, eu vou surfar!

    Neste dia em que o sol está a brilhar,
    Não há maneira de ficar a estudar.
    Eu vou surfar, eu vou surfar!

    Existem grandes ondas no mar,
    E com elas já estou a sonhar.
    Eu vou surfar, eu vou surfar!

    Não há maneira de ficar a estudar,
    Por isso, vamos lá mergulhar.
    Eu vou surfar, eu vou surfar!

    E com elas já estou a sonhar,
    Só espero, na prancha, conseguir-me equilibrar.
    Eu vou surfar, eu vou surfar!

    Infelizmente o dia está a acabar,
    E eu, apenas lá queria ficar. 
      Eu vou surfar, eu vou surfar!

                          João Frei, 10º B

      Ondas inquietas do mar do Minho,
      Embalais-me, calmamente, com carinho!
      Eu voando em tuas asas!
      Eu voando em tuas asas!

      Ondas revoltas do mar do Norte,
      Embalais-me, serenamente, com sorte!
      Eu voando em tuas asas!
      Eu voando em tuas asas!

      Embalais-me, calmamente, com carinho,
      Traçando-me um fácil caminho!
      Eu voando em tuas asas!
      Eu voando em tuas asas!

      Embalais-me, serenamente, com sorte,
      Traçando-me um fácil passaporte!
      Eu voando em tuas asas!
      Eu voando em tuas asas!

      Traçando-me um fácil caminho,
      Fui, tranquila, surfando com jeitinho!
      Eu voando em tuas asas!
      Eu voando em tuas asas!

      Traçando-me um fácil passaporte,
      Fui, tranquila, surfando com porte.
      Eu voando em tuas asas!
      Eu voando em tuas asas!

                             Inês Vieira Lopes, 10º B
      


    

    Ai madre, ai madre, como vivo angustiada!
    Meu amigo foi fazer surf.
    E eu morro de amor…

    Ai madre, ai madre, como vivo coitada!
    Meu amigo surf foi fazer.
    E eu morro de amor…

    Meu amigo foi fazer surf.
    E o mar está revolto.
    E eu morro de amor…

    Meu amigo surf foi fazer.
    E o mar está agitado.
    E eu morro de amor…

    E o mar está revolto.
    E as ondas que grandes são!
    E eu morro de amor…

    E o mar está agitado.
    E as ondas grandes do mar!
    E eu morro de amor…

                                José Afonso Maior, 10º B