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terça-feira, 30 de setembro de 2025

Ler, ver e ouvir

 Ler

Amor de Perdição, de Camilo Castelo Branco, permite-nos conhecer uma das histórias de amor mais apaixonantes de sempre. Simão Botelho e Teresa de Albuquerque pertencem a famílias inimigas, mas a paixão que os une fá-los acreditar que tudo é possível.

Mas será mesmo tudo possível?

Poderá o amor vencer todas as adversidades?

- Ficou curioso?

Leia esta obra-prima que Camilo escreveu em apenas duas semanas quando estava preso na Cadeia da Relação.

Ana Freitas, Rodrigo Moutinho, Sara Dias – 11.ºB


Ver

O filme “Ted” é uma comédia criativa e muito divertida. O filme mistura comédia, fantasia e emoção, mostrando a importância da amizade e do amadurecimento.

Onde começa a comédia? Onde está a amizade?

Veja o filme e descubra esta dicotomia.

Tiago Costa, 11.ºB



Ouvir

A canção “September” dos Earth, Wind & Fire é como uma viagem a uma memória feliz.

Não é sobre nostalgia triste, mas sobre aquele calor que fica quando recordamos um amor vivido.

Fala da noite de 21 de setembro, não tanto pela data em si, mas pela magia do momento.

A música descreve a alegria de dançar, rir e partilhar sentimentos sem pensar no amanhã.

O refrão com o famoso “ba-dee-ya” não precisa de palavras — é pura emoção.

É como se dissesse que, às vezes, a felicidade não se explica, sente-se.

O ritmo cheio de energia convida todos a celebrar juntos.

E, no fundo, a mensagem é simples: a música guarda memórias que nunca se apagam.

Por isso, cada vez que a ouvimos, é como voltar àquela noite especial.

É um hino à alegria, ao amor e à festa que a vida pode ser.

 

Miguel Costal, 11.ºB, Diogo Pontes, 11.ºB



sexta-feira, 4 de abril de 2025

Ouvir, ver e ler

 Música

 Happier than ever

A música que escolhi foi “happier than ever” da Billie Eilish lançada em 2021, escolhi essa música porque ela retrata a felicidade e a sensação de alívio ao sair de um relacionamento tóxico, ou seja violência no namoro, temática que temos abordado em Cidadania e no estudo da “Farsa de Inês Pereira”, na disciplina de português.

 A música começa em uma melodia calma e triste com a letra “when I'm away from you I'm happier than ever” reconhecendo que está mais feliz quando está longe da pessoa com quem se relaciona.

Mais ou menos ao meio da música a melodia muda para um tom mais de rock, que coincide com o relatar das situações abusivas e o impacto negativo que teve em si,” you make me hate this city”.

Billie Eilish, conhecida por transmitir tanto vulnerabilidade como força nas suas músicas, utiliza a letra para enfrentar o ex-parceiro e, ao mesmo tempo, reforçar o seu poder diante das adversidades que viveu.

Esta canção torna-se um hino para aqueles que encontraram a felicidade após deixar para trás relações, que não lhes serviam mais, e um lembrete de que, às vezes, a verdadeira alegria está em reconhecer e se afastar do que nos faz mal.

                                                                                                                             Sara Dias, 10.ºB

Cinema

Velocidade Furiosa

Gostas de filmes de corridas ou de filmes no geral tenho certeza que já ouviste falar da tão famosa trilogia de “Velozes e Furiosos”. O melhor filme desta franquia com certeza foi o primeiro que nos dá a conhecer o protagonista Brian O’Conner, já falecido,  entre outros personagens muito importantes como Dominic Toretto que atua até hoje.

Velocidade Furiosa (2001) é um filme de ação dirigido por Rob Cohen que mistura corridas de rua, adrenalina e lealdade. A história segue o ex-polícia Brian O'Conner  infiltrado num grupo de corredores clandestinos liderado por Dominic Toretto. O filme foca o conflito entre dever e amizade e destaca-se pela energia das cenas de corridas, carros icónicos, e a boa química entre os protagonistas. A trilha sonora também contribui para a atmosfera eletrizante, tudo isso resulta num filme muito impactante e que com certeza fica na memória de todos. 

                                                                  

                                                                                                                         Tiago Costa, 10.ºB

Literatura

 O Estrangeiro,  de Albert Camus

O Estrangeiro, de Albert Camus, conta a história de Meursault, um homem que vive de forma indiferente e sem grandes emoções.

A morte da sua mãe – que reação? .

O início de um relacionamento com Marie o que provoca?

Mata um árabe na praia…

A sociedade não entende Meursault,

Qual é, afinal, o sentido da vida?

Será Meursault um "estrangeiro" no próprio mundo?

Descubra o perfil deste personagem intrigante.


                                                                                         Miguel Costa, 10.ºB



quarta-feira, 2 de abril de 2025

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

Amor de Perdição, de Camilo Castelo Branco

Amor de Perdição, de Camilo Castelo Branco
Companhia de Teatro de Braga
Encenação - Sílvia Brito

A representação de Amor de Perdição despertou curiosidade e ajudou-nos a clarificar aspetos da obra, prendeu-nos.... Permitiu, por exemplo, perceber melhor o ponto de vista de Mariana acerca dos seus sentimentos. Foi o descobrir uma nova forma de teatro.
Sim. Esta foi, indubitavelmente, uma nova e estranha forma de teatro. Uma experiência diferente, enriquecedora e fascinante, cheia de emoções e sentimentos. Uma representação invulgar, hilariante, cativante, única. Um bom modo de nos apropriarmos da obra – também com vista a um melhor desempenho no exame.
Foi uma representação fora do convencional, didática, pois as réplicas das personagens em cena a explicarem algum do vocabulário de Amor de Perdição ajudaram a perceber melhor a sua mensagem.
A sátira da vivência do convento foi tão assertiva quão engraçada, ou seja, a crítica à sociedade portuguesa do século XIX tornou mais fácil a aprendizagem da obra. E a discussão decorrida durante a peça sobre algumas das ações das personagens de acordo com as suas características foi interessante e permitiu a perceção do seu caráter.
Assim, gostámos tanto da personagem João da Cruz enquanto representava Amor de Perdição como quando entrava como personagem fora deste romance. Também a forma como Mariana encarnou a personagem e a mostrou foi arrebatadora. Para além disso, a conversa entre Mariana e Teresa durante a representação lembraram-nos a importância de amar verdadeiramente alguém. E pela representação de Baltasar conseguimos perceber melhor o âmago desta personagem. Por outro lado, a surpresa estalou quando foi representado o momento em que Simão matou Baltasar.
Como nem todos estavam à espera de uma peça tão de vanguarda, ela surpreendeu-nos particularmente, até pelos aspetos cómicos que não tínhamos descoberto quando lemos a obra.
Por fim, e tendo em conta que a maior parte da peça foi leve e surpreendente, o final ficou aquém das nossas expetativas (pelo menos para alguns) até pelo muito que já tinha estado em palco…

Texto coletivo 11.ºA

domingo, 3 de dezembro de 2017

Nós e as redes sociais

Atualmente, somos direcionados por uma mente que pouco se esforça para sentir, apenas sente aquele comentário no Twitter ou aquele gosto na foto postada no Instagram, que mil pessoas veem, trezentas colocam gosto e apenas uma ou duas dessas trezentas pessoas  um gosto sentido.
As redes sociais são um influenciador sem influência, algo que serve de constante refúgio para as frustrações da vida e uma falsa solução para os medos emocionais, que dantes eram resolvidos com uma conversa e agora são expostos no Instagram com uma frase e uma foto que apenas refletem um superficial estado de espírito da pessoa para toda a gente, deixando a solução à deriva, num dia longo.
O mundo é ligado pelas stories no Instagram ou pelos snaps que transmitem o que estamos a fazer naquele instante para todos os nossos seguidores, que podem ser de três continentes diferentes.
Por outro lado, apesar de todos os infortúnios que nos trazem, as redes sociais são grandes meios facilitadores do bom funcionamento do mundo e da vida de cada cidadão.
Através de um chat do Facebook ou Skype, conseguimos comunicar com o nosso amigo e transmitir-lhe o nosso verdadeiro estado de espírito, através de palavras ou videochamada, o que aproxima os mais afastados. É, de facto, fantástica esta ligação que nos dá a conhecer todas as referências, através de um simples objeto que transmite informação por um vidro que nos aproxima de tudo.

Assim, é a utilização que fazemos desse novo mundo que define se ele nos aliena ou nos aproxima do que dá sentido à vida: a relação “sem rede" com os outros.
João Pedro Couto Rodrigues, 11ºB

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Apreciação Crítica

João Botelho deu alma à obra de Garret - “Frei Luís de Sousa”, adaptando-a ao cinema, no filme “Quem és tu?”, representado por Patrícia Guerreiro, Susana Borges, Rui Morisson, Rogério Samora e José Pinto. Um bom projeto e um resultado bem sucedido.
No filme a expressividade das personagens cativa-nos e envolve-nos. Além disso, as personagens, pela sua ação, localizam-nos no tempo e no espaço. É que a ação decorre numa época bem diferente da do nosso dia-a-dia!
Os cenários, as cores e o próprio espaço dizem-nos muito acerca do drama em si, por exemplo, no segundo ato, toda essa combinação acaba por nos transmitir a preocupação e o medo vividos por D.Madalena.
O guarda-roupa também nos conduziu até ao século XVI.   
A visualização do filme em diferentes aulas de Português ajudou-nos à compreensão da obra.
Francisca, 11ºD

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

“A Catedral do Mar”(Ildefonso Falcones): amor e liberdade

Século XIV. Barcelona dos sonhos de muitos e da riqueza de poucos. O bairro dos pescadores. Bernat Estanyol, um servo da terra, tinha fugido da vingança de um senhor feudal e quer ser um homem livre. Santa Maria do Mar, a Igreja que se desenha pano de fundo duma trama romanesca grandiosa, de ódios e amores, histórias e estórias que se mesclam nas ruas, nas casas de personagens de autêntica sensibilidade, de uma humanidade tocante. Há fugas, fome, violência, castelos e traições, raiva, e desengano, amor, encontros furtuitos, desditas que se compõem em fios de vida, correrias de crianças que, na praia, enfrentam a noite e o desconhecido…
O jovem Estanyol trabalha arduamente para ajudar a construir aquela que será também a sua Igreja, sublime construção perto do mar, no Bairro da Ribera, onde as gentes se encontram mais tarde, para olhar e venerar a Virgem que sorri (e ainda hoje sorri, se olharmos atentamente, mistério de uma cidade que nos envolve com paixão…).
Logo no início do romance, uma festa de casamento. Dois jovens e a respetiva família. Festa. Alegria. Cavalos ao longe… E tudo muda… para sempre… inevitavelmente. Tudo por causa de um direito que não se quer aceitar e que o senhor feudal faz valer. Nada mais será como seria suposto. E a estória se enreda nos factos que fluem, com uma técnica capaz de prender até à última página. Esfregamos os olhos, incrédulos, perante a capacidade de o autor nos fazer vivenciar a história de todas aquelas pessoas, que são, entretanto, também, ou da nossa família, ou da nossa rua ou bairro, mas, certamente, da nossa mais profunda imaginação e entranhados nas nossos sentimentos de leitores. Mistério e intriga urdidos ao pormenor, meticulosamente. Peripécias que fascinam, intensas, vibrantes, galopantes…
História e ficção misturam-se nesta obra de Falcones, numa Barcelona de contos medievais. No fim, a vontade premente de cruzar a porta magnífica que viu os bastaixos com as pedras às costas, dia após dia, a chorar as mágoas e a celebrar a vida.

A continuar, para quem não resistir, “Os Herdeiros da Terra”, do mesmo autor, talvez menos poético, talvez menos propenso ao sonho, mas igualmente digno de uma Barcelona férrea de lutas e glórias.
Glória Pires

terça-feira, 14 de novembro de 2017

Portugal, um país a necessitar de ação.

Será Portugal um país sem esperança? Será Portugal uma causa perdida?

Todos devemos estar bem conscientes da situação que o nosso país atravessa. Basta voltarmos um pouco atrás no tempo, e recordar o inferno que foi o dia 15 de outubro. Sim, eu sei, é avassaladora esta memória! É avassalador pensar que aquilo que demorou anos a construir foi destruído, num instante. Mas sabem o que é mais avassalador, ainda? A atitude dos portugueses!

Na noite de 15 de outubro, as páginas das redes sociais encheram-se com palavras de apoio aos soldados da paz. A quantidade de avisos, de apelos, era enorme... Sim, tudo isto parece magnífico e extraordinário, mas as atitudes, o arregaçar as mangas e pôr as mãos à obra e ajudar o país? Pois, disso não se viu muito! E este é o problema da sociedade portuguesa: vive de muitas palavras e de poucas atitudes. Não teria sido melhor, em vez de terem gasto o tempo a fazer posts nas redes sociais, terem ido a um posto de bombeiros e contribuir com o que pudessem? Não seria tudo tão diferente? Não seria tudo melhor?

Apelo a vós, portugueses, que não se confinem à pouca ação perante situações tão graves, que lutem pelo nosso país, tal como fez, por exemplo, o Padre António Vieira.

Lembrem-se: são urgentes mais atitudes! Não se limitem às palavras, à ação virtual, passem à ação concreta! Não ouçam e calem, lutem! Porque este é o nosso país, a nossa casa!

Susana Silva, 11B