segunda-feira, 30 de janeiro de 2023

JI de Simães - ciências experimentais

 O trabalho apresentado foi elaborado pelas crianças do JI de Simães, no âmbito das ciências experimentais.








A Educadora,
Lúcia Salgado

Concurso literário - Odes aos afetos

             Preâmbulo 

 Este concurso de poesia, sob o título de Odes aos Afetos, é organizado pelas professoras das disciplinas de Cidadania e Desenvolvimento e Português, Sara Oliveira e Rosa Maria Martins, no âmbito das celebrações do Dia dos Namorados, e destinado a promover, desenvolver e criar o gosto pela poesia, entre os alunos.

A autoria dos textos, obrigatoriamente inéditos, terá de ser individual. Os trabalhos não originais serão automaticamente excluídos sem pré-aviso.

Cada participante só poderá apresentar um poema.

                                               

Artigo 1 – Destinatários do Concurso

Os destinatários deste concurso são todos os alunos do 10.º ano de escolaridade e a participação é individual.

Está interdita a participação no concurso de quaisquer outros elementos da comunidade educativa. 

Artigo 2 – Temática dos poemas

A temática das odes são os afetos, nas suas diversas formas de manifestação entre apaixonados/namorados, em alusão à quadra que é celerada e a extensão das odes ficará ao critério dos participantes.

Artigo 3 – Poemas a Concurso

Os trabalhos a concurso devem obedecer aos seguintes requisitos:

1. Cada poema deve ter um título e ter a identificação do seu autor, ainda que possa ser assinado sob um pseudónimo.

2. Os poemas a concurso deverão ser entregues a uma das professoras responsáveis, até ao dia 10 de fevereiro, 4 dias antes da comemoração do dia dos namorados.

3. O desrespeito de qualquer uma das condições previstas neste regulamento implica a exclusão do poema a concurso.

4. A decisão sobre a admissão dos poemas a concurso pertence, exclusivamente, à organização, da qual não haverá apelo ou direito a reclamação. 

Artigo 4 – Júri do Concurso

O júri de seleção dos cinco melhores poemas será composto pelas professoras organizadoras, mais uma professora de Português.

As decisões do Júri são soberanas, não sendo admitido qualquer tipo de recurso.

Artigo 5 – Prémios

Será atribuído um livro ao autor do melhor poema. O júri reserva-se o direito de atribuir menções honrosas e prémios de participação.

Mediante permissão do seu autor, o poema selecionado será publicado nas páginas das redes sociais do Agrupamento de Escolas e no jornal escolar.

 

 

Escola Secundária da Póvoa de Lanhoso, 30 de janeiro de 2023

 

                                                           As professoras,

                                                 Sara Oliveira

                                             Rosa Maria Martins

sexta-feira, 27 de janeiro de 2023

Academia de Líderes Ubuntu no AEPL


A semana de 16 a 20 de janeiro de 2023 ficará para sempre na memória dos alunos e educadores que participaram na implementação e dinamização das atividades da Academia de Líderes Ubuntu.

A iniciativa contou com a participação de 29 alunos das turmas do 8.° ano do nosso Agrupamento e teve o apoio logístico do Município da Póvoa de Lanhoso, que cedeu as valências do Theatro Club.

A Academia de Líderes Ubuntu é um programa de capacitação de jovens através de um modelo não formal de educação, inspirado pela filosofia Ubuntu, uma filosofia de origem africana, que significa “Eu sou porque tu és!”.

Os nossos alunos abraçaram com curiosidade e expectativa este desafio e envolveram-se ativamente nas diversas dinâmicas, jogos e momentos de reflexão propostos pela equipa. O grupo teve ainda a oportunidade de acolher e escutar os testemunhos inspiradores do prof. Bernardino Silva e do bombeiro António Oliveira.

Envolvidos pelo espírito Ubuntu, ao longo de toda a semana, viajamos juntos ao passado e até ao futuro, construímos pontes e vivemos uma experiência transformadora, que nos encorajou a construir o nosso caminho como líderes servidores, cuidando de nós, do outro e do planeta.

Aqui ficam alguns testemunhos dos alunos que viveram a primeira semana Ubuntu do nosso Agrupamento:

"Foi uma semana em que aprendi a ser mais confiante, conheci-me melhor a mim e aos outros. (...)

Aprendemos que nunca devemos desistir de nada, principalmente dos nossos sonhos, a exemplo de  Nelson Mandela." (Beatriz Antunes, 8.°D)

"Para mim esta semana foi uma semana de reflexão, autoconhecimento, convívio e, acima de tudo, uma semana cheia de emoções!" (Gonçalo Veloso, 8.°E)

"Se me pedissem para referir o momento que mais gostei, eu diria o momento em que partilhamos momentos nossos com o grupo: isso tocou-me muito e senti-me muito acolhida por todos. Saio desta semana com um sorriso enorme no rosto, de coração cheio." (Beatriz Silva, 8.°D)

 

                                                       

Isabel Cunha

 

Educação Física - Suporte Básico de Vida (SBV)

 

No âmbito das aulas de Educação Física, o grupo de professores estagiários organizou uma palestra direcionada para a turma do 10.ºB com o Enfermeiro Francisco Fernandes (INEM) e o Bombeiro Francisco Oliveira. A palestra consistiu em informar os alunos sobre o funcionamento do 112, Suporte Básico de Vida (SBV) e Posição Lateral de Segurança (PLS). Na parte final os alunos tiveram ainda a oportunidade de visitar a Ambulância dos Bombeiros. "

 





Lembrar as vítimas do Holocausto

 

HOLOCAUSTO

10.ºA

 

·         Quando vejo as atrocidades que aconteceram na 2.ª Guerra Mundial durante o Holocausto, não consigo agir com indiferença. Fico triste pelo facto das pessoas não terem amor ao próximo e muitas delas serem influenciáveis. Fico estupefacta com o que as pessoas são capazes de fazer. Só de imaginar fico triste e angustiada. -- Margarida, n.º17:

 

·         O holocausto é a prova da falta de respeito perante todos. -- Adriana, n.º26

 

·         A pior forma de cobardia é testar o poder na fraqueza do outro. – Patrícia, n.º21

 

·         O Respeito é a base de tudo. – Joana, n.º13

 

·         O medo, a falta de vontade de viver predomina ainda hoje nos sobreviventes. -- Daniel Peixoto,  n.º 5

 

·         Os sobreviventes esqueceram-se do que era viver, rir, sorrir… – Daniel Viegas, n.º 4

 

·         O ser humano é a raça mais cruel que existe. -- Maria, n.º18

 

·         Só a educação pode ajudar a formar cidadãos críticos e inconformistas, pois pode impedir a formação de pessoas submissas e conformistas. -- Tomás, n.º24

 

·         Ao pensar da 2ª Guerra Mundial, as primeiras palavras que me vêm à mente são tristeza e injustiça, pois milhares de pessoas de todas as idades foram vítimas de racismo, preconceito e xenofobia e, mesmo as pessoas que escaparam, não viveram… sobreviveram! – Mariana, n.º19

 

·         A verdadeira paz não é apenas a ausência da Guerra, é a presença da paz. – Bruna, n.º2

 

·         Ser guerreiro não é vencer todas as Guerras, mas sim nunca fugir a uma batalha.-- Leonor, n.º14

 

·         Apesar de todo o desespero, haverá sempre esperança. A vida é muito preciosa e bela e ninguém deve desperdiçá-la. -- Inês Macedo, n.º11

 

·         O Holocausto surgiu do preconceito e da intolerância. O que ocorreu não pode ser apagado, mas podemos prevenir que aconteça outra vez. -- Duarte, n.º8

 

·         O Holocausto foi a pior atrocidade alguma vez realizada à espécie humana. -- Álvaro, n.º1

 

·         O Holocausto cometido pelo ser humano contra a Humanidade é fruto do preconceito e da falta de empatia. -- Milena, n.º20

 

·         Os traumas acompanham os sobreviventes até hoje. -- Inês Beatriz, n.º10

 

·         O mal que foi feito não pode ser desfeito. No entanto, é necessário investir na educação e no respeito para que não aconteça novamente. -- Cristiana, n.º3

 

·         Lembrar para jamais repetir. -- Filipa Moreira, n.º7

 

·         A tortura e a crueldade são acontecimentos incompreensíveis, que ninguém merece vivenciar. -- André, n.º25

 

·         O medo continua a permanecer em silêncio. – Dinis Lopes, nº7

 

·         Em síntese, relembrar o Holocausto e homenagear os seus milhões de vítimas é, também, contribuir para que nunca mais se repita o hediondo massacre do ódio e da intolerância. (10.ºA)

 

Trabalho desenvolvido na disciplina de Filosofia


Holocausto

10.ºB

Como é que um ser humano consegue ser tão cruel para matar tantos seres humanos.

Henrique, n.º8

Só um ser que não está na plena posse das suas capacidades mentais consegue cometer semelhantes atrocidades.

Luana,n.º13

O que sentiriam as crianças quando viram os seus pais a entrar no espaço, onde teoricamente iam tomar banho.

Tiago, n.º 21

Os horrores que essas pessoas devem ter passado são inimagináveis.

Mariana, n.º15

Como é que terá ficado a consciência dos alemães que elegeram o Hitler democraticamente? Como é que atualmente pessoas com ideias semelhantes ao Hitler são eleitas.

Afonso Filipe,n.º2

O holocausto pode ter acabado, mas a dor dos sobreviventes é eterna.

João Afonso, n.º9

O holocausto, da Segunda Guerra Mundial foi devastador! Não foi só um ato de crueldade, foi um passo que a humanidade deu para trás, uma realidade que não deveria ter acontecido e algo que não deveria acontecer mais devido às pessoas que se perderam e à falta de empatia de quem as matou. Algo que possivelmente pode vir a acontecer na guerra entre Ucrânia e Rússia

Afonso Fernandes n.º1 e Alexandre, n.º 3

Será que atualmente aqueles que participaram no horror que foi o holocausto sentiriam culpa ou repugnância ao ver o que provocaram, não só na vida dos que lá estavam, mas também no mundo?                             

Ana Carolina,n.º4 e Mafalda n.º14



Genocídio durante a  2.ª Guerra Mundial,

Onde a forma como pensavas era crucial.

Hitler o que se passava pela tua cabeça,

Para fazer algo tão cruel para que nunca se esqueça?

Um tempo histórico em que nada fez sentido

E em que   o amor ameaçava ser  destruído.

Imensas famílias divididas

E tantas memórias destruídas.

Todo o trabalho investido foi perdido

Com apenas um simples tiro.

Será que todos os estragos feitos por uma crença,

Valeram a pena para fazer a “diferença”?

Carolina Rocha, n.º5 e Eduarda Filipa n.º 6

Sinto-me frustrada e revoltada com tamanha injustiça e extremo preconceito de antigamente e felizmente lisonjeada por o mundo ter mudado e estar melhor do que antes. Mas se queremos permanecer assim temos de fazer por isso.

Sofia, n.º20

O holocausto foi algo causado por alguém sem sanidade nenhuma pois, na minha opinião, qualquer ser humano com humanidade ou sanidade não teria a coragem ou vontade de fazer tal ato contra pessoas de diferentes etnias e ideias, onde apenas pudesse existir a raça “superior”, idealizada por Hitler, que seria composta de seres humanos considerados por Hitler perfeitos.

Ícaro, n.º 22

O holocausto teve um fim e a felicidade de muitas pessoas também.

Filipe, n.º7

O holocausto mostrou que a educação deve formar pessoas críticas e não pessoas obedientes.

Rita ,n.º16

Só uma pessoa muito revoltada com a vida para querer acabar com a vida de milhões de pessoas

Jorge, n.º 11

O holocausto dos judeus virou museu de reflexão, mas virou momento de indignação diante da ação humana.

Rúben, n.º19

O holocausto colocou um enorme desafio à literatura: como representar o inimaginável.

Rodrigo Barros, n.º 17

O holocausto ficou para a história, pois foi gravada uma triste e grave situação a que foram submetidas pessoas inocentes que perderam a vida nessa situação, que ficou gravada na história alemã, que até hoje se culpa por tudo.

Jonas, n.º 10

Apenas aquele que se odeia a si tanto como ao mundo obedeceria a tentações que o levaria, ao próprio fenecimento, deixando um injusto tormento sob aqueles que despreza. Ou então apenas aquele ignorante o suficiente para o fazer. No entanto, não acho que somos capazes de julgar ou de nos comparar a atrocidades que ultrapassam crueldade, qualquer um seria demasiado humano.

José, n.º 24

Em síntese, mesmo conhecendo os horrores do holocausto, como é que continua a haver seres humanos capazes de odiar, excluir, matar… cometer todo o tipo de atrocidades!

Trabalho desenvolvido nas disciplinas de Português, Filosofia e Matemática A

 

HOLOCAUSTO

10.ºF



quinta-feira, 26 de janeiro de 2023

Bem-estar abraça a preservação da natureza

 

No dia 24 de janeiro alguns alunos do 8.º E ,  (Professor Medeiros também deu uma ajuda) plantaram um Azevinho no recinto escolar. Melhorar o espaço exterior para o bem-estar dos alunos e sensibilizar para a importância da preservação das árvores.


A Equipa Eco-Escolas de ESPL

sexta-feira, 20 de janeiro de 2023

Lembrar Eugénio de Andrade

Ouvir o poema “São como um cristal / as palavras” levou-nos à escrita.

As palavras

são bombas

são sentimento

são imagem

E são o mar

e o sonho.

 

São expressão

são emoção

são fantasia

são o  rio

e são o sol

As palavras iluminam.

 Os alunos do 10.ºF

 

As palavras ora são flores ora são pedras

As palavras são o que são.

As palavras são

criação

sabedoria

sentimento

 

As palavras são o que se vê e o que se sente.

As palavras são

comunicação

 emoção

As palavras acontecem

 

As palavras ora duras ora leves

As palavras são

expressão

pensamento

saber

conhecimento e prazer

As palavras são decisivas

 

As palavras ora duras ora leves

As palavras são

Vida

vontade

As palavras surgem

As palavras transportam memórias.

 Os alunos do 10.ºD

 

“Cozinhar é um ato revolucionário”

 

Quarta-feira, 11 de janeiro, dia do workshop: “Cozinhar é um ato revolucionário” - espaço de debate esclarecedor e intuitivo sobre os processos usados na plantação de frutas.

 Na minha opinião, este workshop, de uma maneira acessível e resumida, abrangeu a dimensão dos processos envolvidos no transporte de frutas, particularmente a poluição e o dinheiro gasto.

 Do mesmo modo, considero que um dos aspetos positivos foi a demonstração de possíveis alternativas para evitar certos casos de poluição, dando sempre a possibilidade à opinião dos alunos. Seguramente, só posso elogiar a maneira como foi direcionada a discussão/interação, já que estava bem estruturada e sempre com um fio condutor entre os tópicos, sendo assim impossível perdermo-nos a meio.

 A meu ver, outro aspeto positivo foi importância dada ao uso de produtos químicos, referindo de um jeito direto e acessível o quanto prejudicial estes produtos podem ser para o desenvolvimento de uma futa /um alimento.

No meu ponto de vista, também foi agradável o facto de aconselhar qual a melhor opção de compra que devemos fazer no supermercado, lembrando que devemos comprar produtos sazonais.

Por último, considero que, sim, cozinhar é um ato revolucionário. Também acredito que este workshop foi necessário para um melhor e maior conhecimento dos processos que uma fruta/alimento pode sofrer e dos produtos que devemos adquirir se queremos “1Planet4all”.

 

Afonso Dinis Fernandes, 10.ºB

1Planet4All

“Cozinhar é um ato revolucionário” foi o workshop apresentado por Diogo, um jovem biólogo e cozinheiro pertencente à ONGD VIDA no desenvolvimento do projeto “1Planet4All” com a colaboração da Sr.ª Professora Paula Dias.

Neste workshop começámos por nos apresentar e referir qual era a nossa especialidade na cozinha, depois o biólogo Diogo entregou uma peça de fruta ou alimento da época a cada aluno e mostrou-nos uma foto de uma tábua de cozinha onde estava escrito “Cozinhar é um ato revolucionário”. Mencionou também algumas diferenças entre a produção de alimentos de maneira biológica e convencional, explicou-nos que a maneira como cozinhamos e o que cozinhamos pode não só  influenciar a nossa vida como a do meio ambiente e  a forma como interagimos com o Planeta.

Depois realizámos a dinâmica denominada de “Desconstrução reconstrutiva” através da “viagem” empreendida por uma banana vinda da Costa Rica. Nesta dinâmica Diogo, mostrou-nos o percurso deste fruto até chegar às nossas casas ou à cantina da escola. Então, apercebemo-nos de que podíamos tomar diferentes medidas a este respeito, como por exemplo, ao invés de usar um saco de plástico optar por uma medida mais sustentável e utilizar um saco de pano, de maneira a diminuir a utilização excessiva do plástico.

Algo que achei igualmente relevante destacar a importância de comprar produtos sazonais, nacionais e naturais ou biologicamente degradáveis, pois não só estamos a melhorar os nossos hábitos alimentares como também a apoiar pequenas empresas que zelam pelo bem-estar do ambiente.

A meu ver, este workshop foi uma ótima forma de dar a conhecer aos jovens as diferentes maneiras de preservar o meio ambiente e o nosso Planeta através de pequenos gestos, como por exemplo, cozinhar. Aprendemos que o que consumimos e como consumimos certos produtos pode ter um grande impacto na Natureza que é tão precisa para a nossa vida, logo, concluímos que cozinhar é, de facto, um ato revolucionário.

Ana Carolina da Costa, 10.ºB



quinta-feira, 12 de janeiro de 2023

Os Serviços de Psicologia e “Os Métodos de Estudo


A perspetiva dos alunos do 10.º B

 

Esta palestra foi necessária pois deixou-nos com uma perceção e uma melhor visão de como nos podemos apropriar da enorme quantidade de matéria, permitindo-nos melhores resultados durante o ano letivo. Só devia ter-se realizado mais cedo!

Afonso Dinis Fernandes

Esta palestra pode ter sido o ponto de viragem para o aprimorar/melhorar das/as classificações dos alunos do 10.ºB e, por isso, considero que foi bastante benéfica.

Afonso Filipe Fernandes

A apresentação da Dr.ª Ana Martins ajudou-me bastante e permitiu-me rentabilizar o meu tempo.

Alexandre Barros

Com esta pequena palestra tivemos a oportunidade de adquirir novos métodos e rotinas de estudo, de conhecer melhor as nossas capacidades e, consequentemente, sermos capazes de os/as utilizar melhor de maneira a sairmos beneficiados.

Ana Carolina Baía

 

A palestra foi bastante produtiva e deu-nos a entender outros modos de estudo, quiçá, mais fáceis e mais eficazes.

Carolina Rocha

Foi uma palestra muito valorosa e relevante para os alunos que ingressam no ensino secundário. Permitiu-nos ver e aprender a usar novos métodos de estudo e, principalmente, mais assertivos para o nível de estudo que agora frequentamos.

Eduarda Almeida

A sessão foi muito necessária e acabou por me ajudar a organizar o estudo e me obrigara elaborar um horário de estudo que entrará em vigor, com força, no 2.º Período, pois a Doutora Ana Martins ajudou-me a perceber que temos de rentabilizar o nosso tempo e isso passa por sermos muito organizados.

Filipe Nogueira

Na palestra aprendemos como podemos utilizar o nosso “sistema” dos pensamentos para armazenar informações a longo prazo.

Ícaro dos Santos

A dra. Ana Martins alertou-nos para os erros que podemos estar a cometer quando vamos estudar, mas também nos deu dicas prestáveis para melhorar o nosso estudo, o que tornou a palestra ainda mais cativante e relevante para nós, alunos.

João Silva

A importância da gestão do tempo de estudo e o alerta para um estudo regular e organizado foram alguns dos conselhos que a dr.ª Ana Martins nos deu para conseguirmos um melhor desempenho na nossa vida escolar. Conselhos que devem ser escutados e realizados, pois continuar a ignorar o que deve ser devidamente feito é ignorar o que iremos ser no futuro.

Jonas Soares

A palestra foi relevante para nós, estudantes, contudo, poderia, em minha opinião, ser mais interativa, ou seja, questionar os alunos sobre os seus métodos de estudo e como se preparam para uma avaliação.

Mafalda Moreira

Esta palestra não foi perder uma aula, foi ganhar tempo, porque, na minha opinião, ajudou os alunos a estudar melhor.

Rodrigo Barros

Considerei esta palestra muito interessante porque me mostrou como me posso superar se conseguir fazer um bom aproveitamento diário do tempo. Também foi muito pertinente a questão da necessidade de priorizar o estudo diário dos temas abordados “em aula” nesse dia.

Rúben Amorim

A palestra sobre os métodos de estudo  ajudou os alunos a adquirirem novas rotinas com melhores planos de estudo para o seu sucesso escolar.

Tiago dos Santos

 

A palestra foi útil e importante, pois serviu para os alunos tentarem perceber como podem melhorar os seus resultados escolares, visto estarmos num ano escolar bastante importante e decisivo para o nosso futuro. Este tipo de palestras e assuntos deveriam ser abordados mais frequentemente nas escolas.

Leonor Rodrigues

A palestra deu para ficar com ideias de como melhorar o meu estudo e perceber como funciona o nosso cérebro.

Rita Saraiva

A palestra mostrou-nos como se deve estudar e quando se deve estudar, por exemplo, ao fim do dia escolar estudar o que se deu nas aulas do dia e destacar mais as disciplinas que iremos ter no dia seguinte. Também nos fez refletir sobre como estudamos ou se não estudamos.

Luana Ferreira

terça-feira, 3 de janeiro de 2023

Campanha Solidária de Natal


Ao longo das últimas semanas do primeiro período, a comunidade educativa do nosso Agrupamento uniu-se numa demonstração de grande partilha e generosidade, no contexto da Campanha Solidária de Natal.

Assim, entre os dias 2 e 16 de dezembro, alunos, docentes e pessoal não docente contribuíram para a recolha de bens alimentares a serem entregues a algumas famílias do nosso Agrupamento. Foi, por isso, possível reunir um número bastante significativo de cabazes, que começarão a ser distribuídos nos próximos dias.

Na EB do Ave elaboraram-se e distribuíram-se 17 cartazes bem recheados, tarefa que contou, como habitualmente, com a incansável colaboração de um grupo de assistentes operacionais da escola. De salientar também o empenho das turmas de 5.º ano na dinamização do Eco-Mercado de Natal, no passado dia 16 de dezembro, cujas verbas angariadas reverteram a favor da compra de alimentos para os cabazes. 

     Na Escola Secundária, as expectativas foram mais uma vez amplamente superadas em relação ao ano transato, com a elaboração de 40 cabazes que já chegaram a muitas famílias. É com muita alegria e satisfação que observámos o envolvimento de docentes, alunos e não docentes nesta ação solidária, num ano tão difícil para todos. Particular destaque para a turma do décimo B cuja verba angariada na Feira de São Martinho reverteu a favor desta campanha e também para a turma do décimo primeiro E que ajudou a docente responsável na ESPL a elaborar os cabazes. Certas de que a vossa generosidade contribuirá para um Natal mais feliz de muitas famílias, é com emoção que festejamos esta quadra.

Agradecemos a todos os que deram o seu generoso contributo, atestando o espírito de união e partilha que tanto caracteriza o nosso Agrupamento.

 



      Fátima Casimiro
Isabel Cunha

A Rádio Escola




 vem por este meio desejar a toda a comunidade educativa um Feliz Natal e um Próspero Ano Novo!

Ao longo deste período, este projeto teve um horário de funcionamento diário das 8:30 às 16:10/17:00, com emissões diversificadas no bar e na sala do aluno.

No que respeita ao conteúdo das transmissões, para além de muita música de variados géneros, houve uma equipa que foi responsável por uma programação rica e variada e que trabalhou em estreita colaboração com todas as turmas, todos os professores de todos os grupos disciplinares e todos os encarregados de educação. Além disso, foram criados alguns podcasts que estão disponíveis no site da Rádio Escola (https://sites.google.com/aepl.edu.pt/radio-escola-ebdoave-aepl/in%C3%ADcio-blogue?authuser=0) , assim como na nossa conta do Spotify (https://open.spotify.com/user/31tvlv42luukqw2s65p5tqyty2aq).

Para o próximo período, estarão reservadas ainda mais surpresas. Paralelamente, haverá um prolongamento das transmissões para os recreios exteriores, nos intervalos, e para a sala dos professores da Escola E.B. do Ave.

Em jeito de conclusão, poder-se-á afirmar que este projeto favoreceu a convivência, o respeito pela diferença, o gosto pela informação e pela música de diferentes géneros, assim como um excelente meio para exercitar a comunicação oral, aprimorando a objetividade e a clareza de exposição.

 

A equipa

Anabela Vieira

Catarina Lopes

Sérgio Morais

Ramiro Romão

 





quarta-feira, 21 de dezembro de 2022

Direitos Humanos e T-shirts!

Cidadania e Desenvolvimento

  Na passada 2.ª feira, a turma 10.ºC, sensibilizou os alunos da escola sobre os Direitos Humanos, utilizando T-shirts alusivas ao tema. No dia 10 de dezembro, comemora-se o dia dos Direitos Humanos, assim, os alunos criaram uma atividade durante as aulas de Cidadania e Desenvolvimento, tendo esta ideia surgido no decurso dos diversos assuntos debatidos. A atividade consistiu na criação de T-shirts com uma frase retirada da Declaração Universal dos Direitos Humanos e uma imagem representativa.

  Somos nós, jovens, que podemos mudar a sociedade, basta que haja vontade e resiliência até atingirmos os nossos objetivos. Todos os seres humanos têm os mesmos direitos, devemos lutar pelos nossos direitos e pelos  dos outros. Com alguma persistência, podemos mudar alguns pontos de vista. Queríamos agradecer à nossa professora Ana Leite, de facto, sem ela, esta experiência nunca teria sido possível. E ainda agradecer a toda a turma pela sua colaboração na realização das T-shirts e da atividade.

Beatriz Lopes  e Tomás Pereira, 10.ºC