quarta-feira, 10 de julho de 2024

Candidaturas aos Centros Tecnológicos Especializados (CTE)

 

No dia 5 de julho de 2024 foi publicada a decisão final das candidaturas aos Centros Tecnológicos Especializados (CTE).

A candidatura apresentada pelo AEPL, no valor de  1 042 741,00 €, ao CTE na área de Informática será uma realidade na Escola Secundária da Póvoa de Lanhoso. 

Obrigado a todos os que ajudaram a concretizar este projeto.

O diretor,

Ângelo Miguel Pereira Dias

terça-feira, 9 de julho de 2024

Bolsas Gulbenkian Mérito



A Fundação Calouste Gulbenkian vai atribuir bolsas de estudo para  apoiar jovens dotados de grandes capacidades, que se candidatam ao primeiro ano do ensino superior e apresentam parcos recursos económicos.

Para isso os candidatos terão de ingressar em instituições portuguesas legalmente reconhecidas, em ciclos de estudos devidamente acreditados e registados.

As candidaturas decorrem de dia 2 de setembro até ao dia 31 de outubro.

Para mais informações consulte o regulamento:

https://cdn.gulbenkian.pt/wp-content/uploads/2022/09/Regulamento-Bolsas-Merito-21052014.pdf

quarta-feira, 3 de julho de 2024

Recordar Madrid

O tempo passa a voar quando aproveitamos bem cada segundo daquilo que fazemos e é exatamente essa a sensação que fica para todos os alunos de 10.º e 11.º anos de EMRC que partiram em direção a Madrid na interrupção letiva da Páscoa, onde realizaram várias atividades e visitas.

            No dia 2 de abril, a chegada a Madrid foi surpreendente para todos, visto que fomos confrontados com uma realidade diferente, devido a fatores como o movimento frenético das ruas, a língua, os monumentos e a própria beleza da cidade. A nossa guia turística para essa tarde apresentou-nos a história do seu país e também monumentos e museus a visitar, tanto de forma panorâmica (de autocarro) como de forma pedestre, e recomendou-nos ainda formas de preenchermos o tempo disponível que tínhamos em Madrid.

Depois de um dia ocupado, divertido e cansativo, seguimos todos para o hotel, onde alunos e professores se puderam acomodar nos respetivos quartos para os dias seguintes.

Estávamos de férias, mas nem por isso ficamos a dormir na manhã seguinte. Pusemo-nos a pé cedo: o pequeno-almoço foi servido às 07h15. Logo pela manhã, preparámo-nos para o que seria, para muitos, o melhor local visitado nesta viagem: o museu e o estádio do Real Madrid. Depois da viagem de autocarro até ao local, foi esplêndido ver a dimensão do estádio de perto. Iniciou-se a visita ao museu, onde conseguimos perceber como funcionam as infraestruturas deste clube e vimos várias salas de troféus conquistados pelo Real Madrid ao longo destes anos. O museu surpreendeu-nos, pois os troféus conquistados pulsavam vida. Finalmente, conhecemos o interior do estádio Santiago Barnabéu e aí conseguimos percecionar ainda melhor a grandiosidade da infraestrutura e as suas dimensões. Fomos confrontados com um misto de sensações: felicidade, comoção, alegria e, lá no fundo, um pequeno desapontamento, pois o estádio não tinha relvado – encontrava-se “guardado”, em manutenção; mas essa pequena adversidade não conseguiu apagar todos os sentimentos positivos e a emoção que cada um de nós viveu.

Após o almoço, tivemos a possibilidade de passear pelo lindo parque de El Retiro, à espera da hora das visitas aos museus da tarde. Primeiro, visitamos o Museu de Cera, onde nos deparámos com figuras muito conhecidas por todos, desde o presidente da República Portuguesa, Marcelo Rebelo de Sousa, ao Cristiano Ronaldo, passando pelo Papa Francisco e ainda pelo Pocoyo (desenho animado). Neste museu, as figuras de cera eram idênticas às pessoas reais. Seguimos posteriormente de forma pedestre até ao Museu do Prado e, quando entramos, fomos surpreendidos pelas mais diversas obras de arte (de uma esplêndida beleza) dos mais variados autores. Quando saímos deste museu, fomos a pé em direção à Plaza Mayor, de forma a podermos apreciar toda a beleza que a cidade nos oferecia. Lá pudemos conviver, comprar algumas lembranças e ainda aprender mais sobre a cultura e a história do país. Mais tarde voltamos ao hotel, por onde nos instalamos até ao dia seguinte.

No amanhecer do terceiro e último dia, após um período de descanso no hotel, partimos, por volta das 11h15, para visitar o Parque Warner. Este foi para alguns o auge da viagem: um parque de diversões com montanhas-russas (algumas atingem os 100 km/h em questão de segundos), restaurantes e outras diversões, onde as atividades apresentam vários níveis de intensidade e proporcionam momentos muito lúdicos. Passámos umas incríveis oito horas no parque, das 12h00 até às 20h00, onde pudemos usufruir de todas as montanhas-russas e atividades.

Quem não viveu este dia pode até pensar que foram umas longas oito horas, mas, para nós, pareceram passar apenas quatro! O tempo realmente passou a voar e não foram os segundos, mas sim os milésimos de segundos que foram aproveitados ao máximo!

Concluindo, na nossa opinião, estes foram três dias maravilhosos e bem aproveitados, apesar de sentirmos que passaram muito rápido. Consideramos que esta viagem foi uma das melhores viagens das nossas vidas e ficará eternamente nas nossas melhores memórias.

Estamos muito agradecidos aos professores que nos acompanharam, a professora Isabel, o diretor Ângelo e educadora social Catarina, e que fizeram com que este nosso sonho saísse do papel e se tornasse realidade.


Alexandre Fernandes, n.º 3,11.º B e Mariana Gonçalves, n.º 17, 11.º A

 

Testemunho de uma voluntária - Cabo Delgado (Moçambique)

 No âmbito do domínio Segurança, Defesa e Paz da componente de Cidadania e Desenvolvimento, os alunos da turma B do 11.º ano tiveram a oportunidade de ouvir o impressionante testemunho de uma voluntária oriunda do concelho da Póvoa de Lanhoso, que se encontra a trabalhar numa missão na região de Cabo Delgado, em Moçambique, desde 2021. O relato de Fátima Castro, que aqui se publica para que outros possam também refletir sobre estas questões tão prementes, foi uma oportunidade para ponderar e discutir no grupo-turma sobre os conflitos armados que ainda hoje constituem uma grave ameaça à segurança humana e à paz mundial.


O meu nome é Fátima Castro e fui enviada em 2021, em nome da Arquidiocese de Braga, para o serviço da Diocese de Pemba, na Paróquia de Santa Cecília de Ocua, província de Cabo Delgado – Moçambique. Integro o projeto Salama! – criado no âmbito de um acordo de cooperação missionária entre as duas dioceses - e que tem como principal objetivo a dinamização de toda a parte pastoral e social de Santa Cecília de Ocua.

A missão onde me encontro fica situada a sul da província de Cabo Delgado, sendo esta a província mais a norte de Moçambique. É conhecida por alguns como "cabo esquecido" ou “cabo desligado”. Está a 1600 km da capital, Maputo. As casas são em matope e canas de bambú, a eletricidade ainda não chegou e só encontramos água nos poços comunitários. É uma das aldeias mais pobres da província. O clima de guerra e violência também não ajuda ao desenvolvimento.

Em 2017, aconteceram os primeiros ataques em Cabo Delgado. A guerra começou com operações violentas e de pequena escala, no distrito de Mocímboa da Praia, e intensificou-se a partir de 2019, com a chegada de dezenas de combatentes jihadistas estrangeiros e a entrada de armamento mais sofisticado, tendo-se estendido os ataques a todos os distritos.

Na missão onde me encontro, os terroristas do Estado Islâmico atacaram, pela primeira vez, várias comunidades, em Outubro de 2022. Durante dias, queimaram capelas, casas e roubaram diversos bens nos mercados. Muitos acabaram por morrer às mãos destes homens. Quase dois anos depois, em Fevereiro deste ano, os insurgentes voltaram a entrar, desta vez na aldeia onde moro e onde fica a casa da missão. Graças à prontidão do exército do Ruanda, a missão foi poupada, mas muitas vidas não.

Nos dias que se seguiram, mais de 100 mil pessoas fugiram das suas casas. Cerca de 60% são crianças.  Muitos partiram numa viagem sem destino, por machambas (campos agrícolas) e estradas, com crianças ao colo e os poucos pertences amarrados numa capulana e levados à cabeça, e num movimento simultâneo de milhares de pessoas.

Há muitos lugares que se tornam refúgios quando há um ataque. Conto-vos duas histórias. O papá Joaquim Girajeque disse-me que albergou na casa dele cerca de 50 pessoas. Alguns eram da família. Outros eram-lhes desconhecidos. Mas todos eram irmãos. A varanda da casa foi porto de abrigo de homens e as mulheres e crianças dormiam no interior. Repartiu com aqueles que chegava o pouco que tinha: aos que vinham com fome e sede, deu-lhes de comer e de beber… aos que não conseguiram trazer roupa nenhuma, partilhou a pouca que tinha… aos que estavam doentes, ele cuidou!

A jovem mamã Arcélida foi uma das que precisou de ser acolhida. Fugiu da casa a meio da tarde quando ouviu os primeiros disparos na nossa aldeia. O sol que ainda se fazia sentir com intensidade e o estado de graça em que se encontrava (estava quase com 9 meses de gestação) não lhe permitiam correr. Mesmo assim percorreu quase 20km, a pé e num passo acelerado, e conseguiu passar o rio Lúrio. Na primeira casa que viu, sentou-se um pouquinho na varanda e pediu para descansar. E o Benjamim, curioso com o mundo, decidiu nascer naquela mesma casa. Naquela mesma e dolorosa noite. De manhã, quando os encontrei, vi a serenidade dele dormindo, sem imaginar o sofrimento da sua mãe e o mundo que o espera!

Aqui, em Cabo Delgado, aprendi a viver com as notícias da guerra. Antes eram longínquas. Agora, que conheço os rostos e os nomes que esta guerra feriu e continua a provocar sofrimento, vivo, de forma diferente. E eu assisto todos os dias, com muita tristeza e angústia, ao sofrimento do “meu” povo! Mas também experimento o verdadeiro sentido da caridade, da presença… do “estamos aqui”! Tanta gente boa que conheci e que nos quis ajudar! Ao longo destes últimos meses fui doando tudo quanto tínha… roupas, comida, cobertores, lonas… E fui-me doando. Ouvi as mamãs Joaquina e Sónia que perderam os seus maridos neste ataque, o papá Joaquim que foi capturado por eles… e os rostos dos filhos pequeninos que continuam sem entender a ausência daqueles que tanto amavam e… e ainda hoje continuam a perguntar quando é que o papá volta do campo.

Infelizmente, em todas as partes do mundo, “quando os ricos fazem a guerra, são sempre os pobres que morrem.” (Jean Paul Satre).

 

Fátima Castro

quarta-feira, 19 de junho de 2024

Caminhada ao Centro de Interpretação do Carvalho de Calvos (CICC): um Encontro para Promover a Educação Ambiental e Hábitos de Vida Saudável

Na última sexta-feira, as turmas do 12.ºC, 12.ºB e 10.ºB participaram numa atividade conjunta que congregou aprendizagem, saúde e diversão. A caminhada ao CICC, organizada no âmbito das disciplinas de Cidadania e Desenvolvimento, proporcionou aos alunos uma experiência enriquecedora e multifacetada.

Para os alunos do 12.º ano, a atividade foi direcionada para a Educação Ambiental, enquanto para os estudantes do 10.º ano foi uma Caminhada pela Saúde. Os dois propósitos foram fundamentais para promover a consciência ambiental e os benefícios da atividade física.

A atividade começou cedo, os alunos reuniram-se na escola antes de seguirem em direção ao Carvalho de Calvos, uma árvore centenária e um importante símbolo natural da nossa região. Durante o percurso, tivemos a oportunidade de apreciar a paisagem natural e refletir sobre a importância da biodiversidade e da sustentabilidade ambiental.

Chegados ao destino, participámos num ecopeddy-paper, uma atividade que envolveu a resolução de enigmas e desafios relacionando questões ambientais com a história do Carvalho de Calvos. Esta atividade dinâmica não só incentivou o trabalho em equipa como também as destrezas física e cognitiva.

Além disso, visitámos o CIPP (Centro de Interpretação e Promoção da Paisagem), onde pudemos aprofundar o seu entendimento sobre a biodiversidade local e as práticas sustentáveis no território.

A iniciativa revelou-se um sucesso, proporcionando um dia de aprendizagem ativa, convivência e contacto direto com a natureza. 

Antes de regressarmos à escola, realizou-se um piquenique convívio, algumas atividades lúdicas e atividades físicas radicais, que permitiram aprofundar as relações interpessoais e desenvolver competências de comunicação entre pares.

Voltámos para casa não só mais conscientes sobre as questões ambientais mas também revigorados pela atividade física que realizaram.

Esta caminhada demonstrou a importância de integrar a educação ambiental e a promoção da saúde nas atividades escolares, preparando os estudantes para serem cidadãos mais conscientes da importância da atividade física para a sua saúde física e mental, e da necessidade de serem responsáveis na utilização eficiente dos recursos naturais. Parabéns a todos os envolvidos nesta iniciativa exemplar!


 Juliana Cunha e Raquel Oliveira, 12.ºC

 




Tomada de posse do Diretor do Agrupamento

 

No passado dia onze de junho, o Agrupamento de Escolas de Póvoa de Lanhoso realizou a cerimónia de tomada de posse do Diretor do Agrupamento, o professor Ângelo Dias. O evento contou com a presença de diversas entidades, incluindo o Presidente da Assembleia Municipal da Povoa de Lanhoso, Doutor António Queirós Pereira, o Delegado Regional da Educação do Norte, Dr. Luís Carlos Lobo, a Vice-Presidente da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, Dr.ª Fátima Moreira, o Vereador da Câmara Municipal Da Póvoa de Lanhoso, Sr. Ricardo Alves, diretores e diretoras de agrupamento, membros da comunidade educativa, além de representantes de instituições e empresas parceiras do Agrupamento

A cerimónia contou com interpretações musicais realizadas pelos alunos Bruno Lopes e Dinis Rodrigues e a leitura de um texto e poemas pelas alunas Maria João Barros, Lara Pereira e Sara Pereira, que surpreenderam os presentes, com a sua expressão artística e sensibilidade.

A Vice-Presidente da Câmara Municipal encerrou a cerimónia, sublinhando a colaboração entre a autarquia e a escola para promover o sucesso educativo dos alunos.

 Em seguida, os presentes desfrutaram de um verde de honra.

A cerimónia de tomada de posse refletiu o espírito de união e cooperação que caracteriza a nossa escola. A presença significativa da comunidade e de diversas entidades e empresas demonstra o envolvimento comunitário com a educação e o desenvolvimento integral dos nossos alunos.


                                                                                                                      João Oliveira

segunda-feira, 17 de junho de 2024

Escrita criativa

 

Desafio de escrita criativa levado a efeito pela colega Maria Alberta Rodrigues com os alunos do 10.ºF

- “estória” em 50 palavras

- vocábulos obrigatórios: Camões/vaca/roseira.

Momento de poesia

 

Corre o tempo apressado, mudando os saberes.

Fecham-se os livros, abrem-se os smartphones.

Fazem-se ouvidos moucos aos sons da sabedoria.

Diz-se não à reflexão, esmorece-se, desiste-se…

Navega-se à deriva, sem barco, sem rumo…

Escasseiam ideias, surgem deveres infundados,

Reina a ignorância, impera a desigualdade,

Na sua antónima declamação.

Somam-se desaires, multiplicam-se lutas,

Mas o professor teima em semear sonhos

E insiste, erguendo o estandarte da Esperança.

                                                                    Amethysta


Projeto “Memórias” - Uma tarde para recordar e repetir mais vezes

 Voltou a acontecer, no dia 13 de junho com a turma do 8.º B e as professoras Natália Almeida e Rosa Sousa, a visita ao Centro Paroquial e Social de Taíde.

Chamando-se o projeto “Memórias”, os alunos entabularam conversa com quem estava disponível para falar sobre as festas populares de outros tempos, como era a vida antes do 25 de abril e o que mais gostavam de fazer.

Desta vez ouvimos com grande atenção e durante quase uma hora alguns pormenores da vida do Sr. António que trabalhou na construção das barragens de Salamonde e da Caniçada. Contou-nos ainda que partiu para África onde viveu durante 28 anos, mais particularmente em Lourenço Marques-Moçambique.

Depois, com muita paciência e sobretudo com uma grande mestria, mostrou como construiu um quebra-cabeças em madeira a partir de um modelo que apenas viu de fugida. Agora, as tremuras e os olhos não o deixam ser tão criativo e ativo.

Falou também do seu gosto pelas plantas, de jardinar e agradeceu muito o manjerico que lhe oferecemos.

E ficaríamos mais tempo a ouvi-lo(s), não fosse já hora de voltarem para a escola os alunos.  Nem triste, nem difícil, foi uma despedida efusiva e ficou novamente a promessa de voltarmos lá em setembro ou outubro.


Rosa Sousa – Coordenadora da Biblioteca

sábado, 15 de junho de 2024

Trabalho prático de Cidadania e Desenvolvimento – Revista Digital de Cidadania

 A partir da metade do 2.º período, a turma 7.ºB da E.B. do Ave passou a frequentar a disciplina de Cidadania e Desenvolvimento. Durante as primeiras lições, os alunos e o professor, definiram os domínios a serem abordados em sala, nomeadamente: Literacia Financeira, Saúde, Sexualidade e Direitos Humanos (este último domínio em articulação com o projeto da UNICEF “Escolas pelos Direitos das Crianças”). Com a definição dos temas surgiu a ideia de elaborar uma revista digital, proposta inicialmente pelo docente, sendo logo abraçada pelos alunos. Portanto, caro leitor a Revista Digital de Cidadania é o resultado da curiosidade, dos anseios, das dúvidas e do conhecimento de rapazes e raparigas da turma 7.ºB.

Desejamos a todos uma boa leitura!

              
                         


Marcelo Paz

quinta-feira, 13 de junho de 2024

Campanha de Auxílio

 


A Rádio Escola associa-se e promove esta campanha, dirigida a toda a comunidade escolar do AEPL, e agradece a divulgação e contribuição de todos.

Contribua. Cada euro enviado salva vidas.

Como Ajudar?

Donativo por transferência bancária (em Euros)

IBAN: UA48 3052 9900 0002 6003 0505 7125 5

Destinatário: BC HOSPITALLERS

Banco: JSC CB “PRIVATBANK”, 1D HRUSHEVSKOHO STR., KYIV, 01001, UKRAINE

Código SWIFT: PBANUA2X

               Ou 

diretamente através da página: https://www.hospitallers.life/



 

quarta-feira, 12 de junho de 2024

Ano letivo 2024/25 - Matrículas 10.º ano (sessão de esclarecimento)

A pedido do Sr. Diretor do Agrupamento, solicitamos a vossa atenção para o seguinte:

"Com a publicação do Decreto-Lei n.º 55/2018, de 6 de julho, há a possibilidade de os alunos na matrícula para o 10.º ano poderem adotar um percurso formativo próprio através de permuta e substituição de disciplinas, no respeito pelas componentes específica e científica de cada curso.

Nesse contexto, e para um melhor esclarecimento sobre as possíveis opções, está programada uma sessão de esclarecimento aberta a todos os pais e encarregados de educação dos alunos que se irão matricular no 10.º ano no próximo ano letivo. Esta sessão decorrerá no dia 20 de junho, às 18h30, na Escola Secundária da Póvoa de Lanhoso.”

                                                                                                                               O diretor,

Ângelo Miguel Pereira Dias










 

Dia Internacional do Brincar

 Decisão Histórica da ONU: 11 de junho passa a ser o dia Internacional do Brincar 

 Foi também importante a participação das próprias crianças e jovens, através de inquéritos e workshops, no apelo aos estados membros da ONU para apoiarem esta resolução.

Este ‘World Play Day’ é um evento celebrado em mais de 40 países do mundo, incluindo Portugal, que pretende lembrar que brincar é um direito (artigo 31º da Convenção sobre os Direitos da Criança das Nações Unidas) e uma alegria essencial para pessoas de todas as idades, não apenas porque traz vantagens tanto pela diversão, como fomentando a educação, o aumento da concentração, a criatividade e a convivência.

Apesar do ser uma das manifestações mais comuns da infância, ela é muitas vezes negligenciada, com os pais a não terem tempo para os filhos, com a crescente urbanização e perda de locais de brincadeiras, assim como com a comercialização do brincar e o crescimento dos videojogos. Em certos países, o brincar é até um acto interdito, sendo mesmo preterido pelo trabalho infantil e pelo recrutamento de crianças para a guerra.

A UNICEF estima que 160 milhões de crianças em todo o mundo estão a trabalhar em vez de brincar ou aprender.

É com enorme satisfação que, como o Professor catedrático de Motricidade Humana da Universidade de Lisboa, Carlos Neto, me regozijo com esta decisão da Assembleia Geral das Nações Unidas.

Embora a figura do professor e sobretudo as ideias que defende não tenham sido novidade, gostei de o ouvir, no passado dia 22 de maio, no Theatro Club, como orador das Jornadas da Educação e da Família: aprendendo, navegando e brincando juntos.

Para além do seu entusiasmo e da sua natural forma de estar descontraída e jovial, o professor foi lembrando o quanto é importante o ato de brincar e não apenas na infância.

Brincar é um comportamento visível em todos os seres humanos, em todas as culturas e latitudes. Brincar é ser ativo.

Com uma certa bonomia e um toque de ironia frisou: brincar e ser ativo é o melhor antidepressivo que existe, cura e é de borla!

Nos Estados Unidos o remédio para a obesidade passa pela recomendação ”go out and play!”

Em quase 3 horas de conversa em que ninguém deu pelo cansaço ou aborrecimento (ele é que precisou de água e de pigarrear um pouco) elencou uma série de comportamentos negativos e alertou para a necessidade de os corrigirmos, quer individualmente, quer colectivamente, tanto na família, como na Escola e na sociedade.

Lembrou que os filhos passam 50H na escola e que a maioria das crianças não tem 15 minutos de atenção por parte dos pais ao fim do dia!

Não fazendo a apologia da escola do Estado Novo, lembrou, no entanto, que a par havia a escola da rua, hoje totalmente impraticável!

Na sua opinião, a partir da década de 70, em Portugal, perdemos o brincar.

Hoje, 73% dos portugueses com mais de 15 anos não se mexe!

A prática de Educação Física na escola não é suficiente, pois a OMS recomenda 60 minutos de actividade física por dia, 9 a 11h de sono (que poucos cumprem) e sobretudo para as crianças, não estar mais de 2h por dia nos ecrãs ou mesmo tempo nenhum até aos 2 anos de idade.

Entre muitos outros dados, memórias, recomendações, exemplos de espaços públicos nas cidades pensados para as crianças e para todos nós sermos mais felizes, enfatizou que brincar não é um passatempo, brincar é fundamental para crescer e aprender, brincar é a busca do prazer.

Ouçamo-lo e façamos, todos nós, mais exercício físico nos corredores ecológicos, nos jardins e brincadeiras, muitas brincadeiras!



Rosa Sousa


terça-feira, 11 de junho de 2024

Uma perceção da escola

 Excertos dos artigos de opinião elaborados, em momento de avaliação, no domínio da escrita:


Venho de um meio pequeno, sou de uma aldeia com pouco mais de 600 habitantes, de intensa prática religiosa e de olhares omniscientes. Toda a gente se conhece sendo difícil passar despercebido. Por ser uma aldeia tão pequena, tenho de me deslocar à vila para continuar o meu percurso escolar.

(…) Para mim, a escola é o principal agente que contraria este problema. A escola faz-nos crescer. A escola é essencial. No meio dos sussurros, tento encontrar o meu caminho, o caminho certo.

No meu ponto de vista, a nossa melhor “arma” é a educação. Temos o privilégio de sermos acolhidos numa escola, de aprender, de conhecer coisas e pessoas novas. Temos a oportunidade que os nossos avós não tiveram. Temos a oportunidade que as gentes da minha aldeia não tiveram.

 Maria João Barros, 11.ºA


Ao longo das nossas vidas são vários os fatores que condicionam e influenciam a nossa personalidade e forma de pensar. Dentro deles destacam-se a educação que recebemos e o meio que nos rodeia, onde se incluem a família, amigos, sociedade onde estamos inseridos, cultura e país ao qual pertencemos. Na educação intervêm dois principais aspetos: os valores que nos são transmitidos pelos nossos pais e os saberes das diferentes áreas que nos são ensinados pelos professores.

A educação e o meio em que vivemos devem articular-se entre si, complementando-se, uma vez que ambos desempenham um papel fundamental no nosso carácter. Deste modo a educação deve expandir-se às várias competências que nos distinguem: a componente física, afetada pela nossa alimentação, atividade física e saúde; a componente social afetada pelas nossas relações, tanto em casa quanto fora dela; e a componente intelectual, constituída pelos nossos saberes, cultura geral e gestão das nossas emoções. Por outro lado, o meio que nos rodeia deve permitir a nossa independência e evolução.

Patrícia Silva, 11.ºA


(…) o meio e o ambiente escolar têm uma grande contribuição na formação de todos os indivíduos, uma vez que, a educação e a aprendizagem de conhecimentos básicos e essenciais são fundamentais para o conhecimento social e educativo dos diferentes indivíduos, contribuindo para a formação de uma sociedade harmónica e rica em conhecimentos diversos. Um grande exemplo da importância do meio escolar para a formação dos indivíduos é contextualizado por diversos psicólogos e pedagogos que afirmam que crianças portadoras de autismo ou transtornos psicológicos conseguem uma grande evolução social quando entram e frequentam a escola.

Logo, podemos concluir que a formação de todos os indivíduos tem ligação direta com o ambiente, o meio e a educação que nos é facultada, não tendo particular ligação com a classe social ou económica vivenciada por cada um.

Maria Luísa Silvestre, 11.º A


Todos nós, desde pequenos, ouvimos falar sobre a importância de uma boa educação para nos tornarmos cidadãos exemplares. Somos também confrontados com a ideia de que a nossa educação é o reflexo do que somos, no entanto, não poderá o meio ter influência em quem somos?

A meu ver, o meio em que estamos inseridos desempenha um papel extremamente importante, tanto quanto a educação que recebemos (…)

A educação é a base para o nosso crescimento e para aquilo que viremos a ser, porém, o meio em que nos encontramos é deveras importante, logo é também imperativo um meio equilibrado que proporcione uma boa convivência para nos tornarmos melhores pessoas. Esta simbiose permitirá a formação de pessoas íntegras, fortes, empreendedoras e audazes.

Ana Carolina Costa, 11.ºB


A educação e o meio onde crescemos têm uma importância tremenda nas nossas vidas, tendo sempre influência nas nossas ações assim como na maneira de interpretar situações. Quer queiramos quer não, o ambiente à nossa volta molda-nos enquanto pessoas e enquanto cidadãos, fazendo assim grande parte da nossa personalidade e até mesmo do nosso temperamento.

A educação é das coisas mais importantes no desenvolvimento de uma pessoa, ela é responsável pela nossa inevitável forma de ver o mundo e de compreender valores tanto éticos como morais sobre os assuntos que mais nos rodeiam. É a educação quem nos prepara para saber como lidar em situações difíceis, preparando a nossa consciência para a eventualidade de uma tragédia, seja ela de relevância mínima ou máxima, ensinando-nos a controlar as nossas emoções e nunca deixando que estas tomem controlo da forma de pensar de indivíduo.

Rúben Amorim, 11.º B

 


Direitos Humanos, Educação ambiental e Voluntariado

De acordo com a planificação da disciplina de Cidadania e Desenvolvimento, os docentes, das turmas C, D e E do 7º ano, organizaram uma atividade que abrangeu vários domínios da disciplina (Direitos Humanos, Educação ambiental e Voluntariado). Neste sentido, proporcionaram aos alunos a oportunidade de visitarem uma Instituição local.

     Esta atividade iniciou-se com uma caminhada sustentável. Vestidos a preceito, durante o percurso, recolhemos e separamos os resíduos que íamos encontrando, uma forma de realizar uma atividade física (caminhada ou corrida) e simultaneamente cuidar do ambiente. Fomos recebidos com muito afeto e alegria, aquando da chegada à Casa de Trabalho de Fontarcada, que rapidamente a todos contagiou. Inicialmente, o senhor Diretor deu-nos a conhecer a Instituição, desde o seu enquadramento histórico, às suas diferentes valências. Posteriormente foi feita uma visita às instalações, na qual os alunos e professores tiveram a oportunidade de conviver com os utentes/residentes deste espaço. 

  Foi de extrema importância este envolvimento e o contacto com diferentes realidades sociais, de modo a consciencializar para a importância das relações interpessoais, pois todos temos um papel no mundo. Gerou-se momentos de convívio e de partilha com todos os que fazem parte desta Casa, com os alunos e professores. Partilhamos e recebemos amor, porque efetivamente «o amor é a resposta, não importa a pergunta».

    Por fim, os objetivos foram cumpridos: interação professores-alunos, desenvolvimento de práticas de cidadania/sustentabilidade e atitudes de respeito perante as diferenças.



Os professores: Sílvia Silva, Catarina Alves e Victor Rebelo




O Alfredo Sem Medo

 

Nas aulas de Português, o 5º B escreveu e ilustrou uma história...


Susana Cunha


segunda-feira, 10 de junho de 2024

Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas

Camões, Leonor vai ao largo

Onde as praças não têm cântaros nem amigos.

A tua pena escreve agora os olhos da cor do limão

E as ninfas do Tejo clamam os teus poemas.


Camões, grande Camões, o teu coração

Não ficou nos mares da Índia

À procura da Dinamene.

Está em Portugal, entre sonhos e dilemas

Que fazem os povos maiores.

Está pelo mundo, sempre em debandada,

Com Helenas e Bárbaras em palácios e grutas,

Na calma dos sobreviventes das caravelas do Gama

E nas praias, nos mares, nos abraços e nas lutas.


Vénus e Baco espreitam as marés à procura do manuscrito.


Glória Pires de Lucena

sábado, 8 de junho de 2024

Escrita Criativa

 

Escrita criativa

As turmas A, B e C de 6º ano participaram no Campeonato de Ciência e Escrita Criativa, iniciativa da Penguin Educação, com o apoio da Rede de Bibliotecas Escolares e do Plano Nacional de Leitura. Este projeto tem como objetivo estimular a leitura, a escrita e a experimentação; potenciar o pensamento crítico; despertar a criatividade; e fomentar a transdisciplinaridade, com base na coleção, Clube dos Cientistas, de Maria Francisca Macedo. Lido um dos livros, O Clube dos Cientistas 2: Um Estranho Caso na Quinta, deu-se asas à imaginação e assim nasceu não só um novo capítulo da história, mas também um protocolo experimental, de acordo com a invenção proposta na nova cena, tudo isto resultado do trabalho colaborativo e de articulação entre a disciplina de Português e o Clube de Ciência Viva.



 Alice Ferreira, Maria do Céu Fernandes e Susana Cunha

𝟓 𝐝𝐞 𝐣𝐮𝐧𝐡𝐨 - 𝐃𝐢𝐚 𝐌𝐮𝐧𝐝𝐢𝐚𝐥 𝐝𝐨 𝐌𝐞𝐢𝐨 𝐀𝐦𝐛𝐢𝐞𝐧𝐭𝐞

 "Em celebração do Dia Mundial do Meio Ambiente, fomos convidados a levar a biodiversidade dos Açores até ao norte de Portugal Continental. 

As crianças dos 3.º e 4.º anos do Agrupamento de Escolas da Póvoa de Lanhoso, ficaram a conhecer algumas das espécies que habitam o Mar Profundo e o Oceano Aberto do nosso Arquipélago. Falámos ainda do tema da sustentabilidade e de ações que podemos realizar para contribuir para a saúde dos Oceanos e do Ambiente. 

O OMA - Observatório do Mar dos Açores veio connosco na mala de porão, com os jogos didáticos "Pesca Sustentável" e "Desafio do Canal", porque a brincar também se aprende!"



quinta-feira, 6 de junho de 2024

Leituras Encenadas

 Leituras encenadas é uma atividade que o Serviço de Apoio às Bibliotecas Escolares do município tem vindo a prestar há já alguns anos às escolas do concelho.

No dia 22 de novembro, no Theatro Club, as atrizes Dalila Lourenço e Margarida Silva (alunas que passaram pela Escola Secundária e participaram em várias peças de teatro levadas à cena pelo professor Afonso Fonseca e em atividades da Semana da Leitura) proporcionaram aos alunos do 3.ºano uma leitura muito especial do livro de Luísa Dacosta "Robertices”.

Em fevereiro, foi a vez da obra de Eugénio de Andrade, “Aquela nuvem e outras” ser apresentada na  sala do aluno da EB do Ave aos meninos do 1.º ano.  E claro, todos adoraram esta encenação e os poemas que mais tarde irão ler já sozinhos em sala de aula.

A 19 de abril, os alunos do 4.ºano deslocaram-se ao belíssimo Theatro Club para assistirem à adaptação da obra de José Jorge Letria, “O 25 de Abril contado às Crianças… e aos Outros”.

Por fim, no dia 9 de maio, coube aos alunos do 2.º ano apreciarem a maravilhosa adaptação do livro de Luísa Ducla Soares "Meninos de todas as cores"

E o ano termina com os alunos do Pré-escolar (JI de Taíde, Simães, Garfe e Travassos) a encantarem-se com a alegria contagiante das  atrizes/contadoras na sua interpretação do livro "A árvore da escola"  de  António Sandoval.

Da parte da coordenadora da biblioteca, das educadoras e assistentes operacionais, das professoras e professor do 1º ciclo, o nosso sincero agradecimento às atrizes e ao Município na pessoa da  Dra Fátima Moreira e ainda da Sofia Freitas.


Rosa Sousa- coordenadora da BE