Um mundo para todos
O que nos fará levantar do sofá
com vontade de lutar por um bem maior? A nós, jovens, o ambiente e a
preocupação com o futuro do nosso planeta é algo que nos impele a lutar em prol
de um objetivo comum.
Um
aspeto intrínseco aos jovens é desejarem fazer a diferença. A primeira ação que
nos ocorre é a necessidade de acabar com grandes empresas poluidoras e
produtoras de substâncias como os clorofluorocarbonetos (CFC). A título de
exemplo que utilizamos no nosso quotidiano e que a maior parte de nós possui, destacam-se
os desodorizantes em spray e a laca de cabelo ou qualquer outro produto que
tenha o mesmo efeito. De facto, apesar de pensarmos que estes produtos são
totalmente inofensivos, grande parte dos seus componentes é a principal causa
do famoso Buraco na Camada de Ozono.
De
realçar outro grande problema que leva os jovens a quererem agir: a poluição
das águas e como esse facto afeta os animais marinhos. Esta maleita tem inicio
nas grandes fábricas que descarregam materiais e químicos não reutilizáveis
para rios que se tornam autênticos “caixotes do lixo” a céu aberto. Estas ações
têm grandes e gravíssimas consequências, pois quando o rio segue o seu percurso
e desagua no mar, estes “resíduos” invadem o habitat natural de todos os animais marinhos que os confundem com
comida. O desfecho para grande parte destes animais é a morte, porém muitos
outros sobrevivem e acabam por ficar com microplásticos no seu organismo.
Consequentemente, seguindo a lógica da cadeia alimentar, esses seres vivos
acabam frequentemente no prato do próprio Ser Humano que os ingere sem
realmente se dar conta. Uma jovem que luta incessantemente por esta causa é
Greta Thunberg que viaja pelo mundo para alertar as populações da gravidade e
do perigo em que se encontra o meio ambiente, tentando mexer com as pessoas
para o facto de nada fazerem para travar esse problema e suplicando pela nossa
atenção.
Por
último, mas não menos importante, poder-se-á ainda apontar a caça furtiva,
presente em países da África e da América. Essas práticas tornaram-se um dos
principais perigos a contribuir para a diminuição das espécies e, já demasiadas
vezes, para a sua extinção. Um exemplo flagrante são os elefantes utilizados
para diversos tipos de comércios e transações, provocando desta forma uma
drástica diminuição desta espécie que sempre fez parte do imaginário de
qualquer criança.
Em
suma, é verdade que o nosso planeta está a sofrer, está a morrer por dentro e
nós somos os principais culpados dessa doença que o corrói. Será que conseguem
perceber que quem acabará sempre por sofrer as consequências destes atos, somos
nós? Neste momento, não sabemos até que ponto será já possível reverter a
situação, porém, queremos acreditar que nunca é tarde para agir e enfrentar o
problema que causamos com garra e vontade porque o futuro da «NOSSA CASA» está
nas nossas mãos!
Leonor Barbosa, Letícia Lopes, Santiago Bártolo:11.ºB