sexta-feira, 20 de janeiro de 2023

“Cozinhar é um ato revolucionário”

 

Quarta-feira, 11 de janeiro, dia do workshop: “Cozinhar é um ato revolucionário” - espaço de debate esclarecedor e intuitivo sobre os processos usados na plantação de frutas.

 Na minha opinião, este workshop, de uma maneira acessível e resumida, abrangeu a dimensão dos processos envolvidos no transporte de frutas, particularmente a poluição e o dinheiro gasto.

 Do mesmo modo, considero que um dos aspetos positivos foi a demonstração de possíveis alternativas para evitar certos casos de poluição, dando sempre a possibilidade à opinião dos alunos. Seguramente, só posso elogiar a maneira como foi direcionada a discussão/interação, já que estava bem estruturada e sempre com um fio condutor entre os tópicos, sendo assim impossível perdermo-nos a meio.

 A meu ver, outro aspeto positivo foi importância dada ao uso de produtos químicos, referindo de um jeito direto e acessível o quanto prejudicial estes produtos podem ser para o desenvolvimento de uma futa /um alimento.

No meu ponto de vista, também foi agradável o facto de aconselhar qual a melhor opção de compra que devemos fazer no supermercado, lembrando que devemos comprar produtos sazonais.

Por último, considero que, sim, cozinhar é um ato revolucionário. Também acredito que este workshop foi necessário para um melhor e maior conhecimento dos processos que uma fruta/alimento pode sofrer e dos produtos que devemos adquirir se queremos “1Planet4all”.

 

Afonso Dinis Fernandes, 10.ºB

1Planet4All

“Cozinhar é um ato revolucionário” foi o workshop apresentado por Diogo, um jovem biólogo e cozinheiro pertencente à ONGD VIDA no desenvolvimento do projeto “1Planet4All” com a colaboração da Sr.ª Professora Paula Dias.

Neste workshop começámos por nos apresentar e referir qual era a nossa especialidade na cozinha, depois o biólogo Diogo entregou uma peça de fruta ou alimento da época a cada aluno e mostrou-nos uma foto de uma tábua de cozinha onde estava escrito “Cozinhar é um ato revolucionário”. Mencionou também algumas diferenças entre a produção de alimentos de maneira biológica e convencional, explicou-nos que a maneira como cozinhamos e o que cozinhamos pode não só  influenciar a nossa vida como a do meio ambiente e  a forma como interagimos com o Planeta.

Depois realizámos a dinâmica denominada de “Desconstrução reconstrutiva” através da “viagem” empreendida por uma banana vinda da Costa Rica. Nesta dinâmica Diogo, mostrou-nos o percurso deste fruto até chegar às nossas casas ou à cantina da escola. Então, apercebemo-nos de que podíamos tomar diferentes medidas a este respeito, como por exemplo, ao invés de usar um saco de plástico optar por uma medida mais sustentável e utilizar um saco de pano, de maneira a diminuir a utilização excessiva do plástico.

Algo que achei igualmente relevante destacar a importância de comprar produtos sazonais, nacionais e naturais ou biologicamente degradáveis, pois não só estamos a melhorar os nossos hábitos alimentares como também a apoiar pequenas empresas que zelam pelo bem-estar do ambiente.

A meu ver, este workshop foi uma ótima forma de dar a conhecer aos jovens as diferentes maneiras de preservar o meio ambiente e o nosso Planeta através de pequenos gestos, como por exemplo, cozinhar. Aprendemos que o que consumimos e como consumimos certos produtos pode ter um grande impacto na Natureza que é tão precisa para a nossa vida, logo, concluímos que cozinhar é, de facto, um ato revolucionário.

Ana Carolina da Costa, 10.ºB