quinta-feira, 28 de abril de 2022

Visita de estudo ao Porto - 2.º ciclo (Taíde)

O dia da visita

     
    No dia 19 de abril, as turmas a e B de 5º ano da Escola Básica do Ave realizaram uma visita de estudo ao Porto. A manhã ficou marcada com uma ida ao Teatro Sá da Bandeira para assistirmos à peça “O Príncipe Nabo”. Realmente, o teatro deslumbrou-nos, pois é um espaço muito bonito. A peça teatral também foi muito interessante. A princesa Beatriz, a quem nada satisfazia, era muito caprichosa e tinha dificuldades em escolher um pretendente, por isso o rei decidiu dar-lhe uma lição de vida. 
    O almoço decorreu no Parque da Cidade, onde fizemos um piquenique. Logo de seguida, visitamos o Pavilhão da Água. Lá realizamos experiências para descobrir as propriedades da água.
    Este dia foi muito divertido e especial!

Ana Carolina Sousa e Hanna Mendes, 5º B



Visita de estudo ao Porto


    Iniciamos o terceiro período com uma visita de estudo ao Porto. De manhã, fomos ao Teatro Sá da Bandeira, onde vimos “O Príncipe Nabo”. Nessa peça teatral, a princesa Beatriz teria de escolher um príncipe para ser seu companheiro, mas a seleção era muito difícil. Esta recaiu sobre o príncipe Nabo que assim era chamado por ter o queixo como um nabo. Foi muito divertido, porque os atores eram engraçados e expressivos. 
    Depois do teatro fomos ao Parque da Cidade para almoçar. Distribuímo-nos pelo parque: uns a observar os pombos, outros sentados nas pedras a conversar, alguns a brincar no jardim.

    À tarde, visitamos o Pavilhão da Água, onde realizamos atividades sobre a sua importância, o seu uso nos moinhos, a forma como se cria energia. Depois, numa sala de telecinema, vimos um pequeno filme sobre a poluição e, enquanto este decorria, um tubarão fez-nos companhia, circulando neste espaço. 
    Adoramos esta visita!

                                                 Cátia Guimarães, Francisca Fernandes, Lara Jéssica Martins, 5º B

Um dia diferente

    O dia 19 de abril foi um dia especial e diferente. Regressamos à escola e começamos da melhor forma, realizando uma visita de estudo ao Porto. De manhã, estivemos no Teatro Sá da Bandeira para assistirmos à peça “O Príncipe Nabo.” A princesa Beatriz queria um príncipe para casar, mas, por ser muito obstinada, ninguém satisfazia as suas exigências. Assim, farto de tantos caprichos, o pai decidiu que esta casaria com um músico pobre que, afinal, seria o príncipe Nabo. Adoramos a peça teatral, pois foi muito interessante e divertida! 
    De seguida, fomos ao Parque da Cidade, onde almoçamos. Aquele espaço verde e calmo convidou-nos a brincar muito. À tarde, visitamos o Pavilhão da Água. Falamos sobre a sua importância e realizamos atividades diversas.  Construímos uma montanha com areia e estivemos numa sala que parecia o mar e onde observamos pequenos peixes e um tubarão que tanto nos assustou.   
    Por fim, passamos numa loja para comprar algumas lembranças. Chegamos a casa muito felizes.

                                                                               Lara Oliveira, Leonor Cardoso, Mariana Lopes e Nádia Vale, 5º B


terça-feira, 26 de abril de 2022

José Saramago e “Memorial do Convento”, pelo Professor Cândido Oliveira Martins

 

Tal como afirmou o Professor Cândido: “um escritor é alguém que junta elementos históricos e elementos fictícios, bem como a sua interpretação” e assim nascem grandiosos livros como é o caso da obra “Memorial do Convento” de José Saramago.

Saramago foi um homem de trabalho e alguém que sabia o seu valor, alguns aspetos da sua vida podem ser verificados ao longo de “Memorial do Convento” publicado em 1982, sobretudo os que estão ligados ao povo, que o autor enaltece e representa.

Saramago pensou escrever “Memorial do Convento” durante um passeio quando olhou para o mosteiro e lhe ocorreu: «Gostava de meter um dia isto dentro de um romance».  


 

Beatriz Fernandes, 12.ºE

 


 “Memorial do Convento”, de José Saramago foi-nos apresentado através de uma cativante palestra proferida pelo Professor Cândido Oliveira Martins.

 Compreendemos através das suas palavras que Saramago nos queria apresentar uma outra visão da história. Ficamos cientes de que o autor dignifica quem trabalha e mostra o seu repúdio pelos que exploram o povo trabalhador.

Ouvimos que Saramago, sem alterar os factos, recria, ficciona e delicia-nos quando nos conta uma história como quem conversa e nos mostra uma clara empatia pela figura feminina. Percebemos, ainda, que o autor usa a palavra como forma de intervenção social, reescreve o passado, enaltece os trabalhadores, critica as figuras da nobreza e da igreja, sem deixar de nos alertar para a importância do SONHO.


                                                                                                                   Os alunos do 12.º D