Trabalho realizado nas aulas de Português pelos alunos da turma P54, no âmbito da Semana dos Afetos
(Clique na imagem)
Trabalho realizado nas aulas de Português pelos alunos da turma P54, no âmbito da Semana dos Afetos
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No passado dia 4 de fevereiro, a nossa turma, 11.ºC, realizou uma visita à Escola de Economia, Gestão e Ciência Política, da Universidade do Minho. O objetivo era conhecer de perto as instalações e obter melhores informações que nos permitam decidir, de forma mais sustentada, o nosso percurso académico. Fomos acompanhados pela diretora de turma e pela professora de Economia.
A receção foi
feita pela responsável pelo Gabinete de Comunicação e Imagem da EEG, Luísa
Araújo e, de seguida, a Dra. Rita Sousa fez uma apresentação muito
completa sobre os cursos e os vários projetos em que os alunos se podem
envolver, ouviu os alunos e esclareceu dúvidas, dando informações importantes
para o nosso futuro académico e profissional. Partilhou ainda, em
primeira mão, uma novidade: a Universidade
do Minho vai introduzir uma inovação estrutural na sua oferta
formativa já no próximo Concurso Nacional de Acesso ao Ensino Superior.
Pela primeira vez, os estudantes poderão candidatar-se a licenciaturas
duplas com um modelo integrado, concebido de raiz para
permitir a frequência simultânea de dois cursos num único
percurso académico organizado, com a duração de 4 anos. É, sem
dúvida, uma oportunidade incrível para quem quer um currículo ainda mais forte.
No final desta
apresentação, fomos acompanhados numa visita às instalações: passámos pelos
auditórios, espreitámos as salas de aula e de estudo e ficámos rendidos à
biblioteca, que tem um ambiente de estudo fantástico, com mais de 500.000
livros e salas de estudo em grupo ou individual.
Foi uma
experiência incrível, que nos vai ajudar a projetar o nosso futuro académico.
11.ºC
No passado dia 20 de fevereiro, realizou-se uma visita de estudo ao Porto destinada aos alunos do 11.º ano. Foi uma oportunidade para conhecer diferentes opções académicas e apreender alguns conhecimentos sobre o ensino superior.
A manhã foi
dedicada à participação na “23.ª Mostra da Universidade do Porto”, que teve
lugar no Pavilhão Multiusos de Gondomar. Ao longo da visita, os alunos tiveram
a oportunidade de conhecer melhor a oferta formativa da universidade, explorar
os diferentes cursos disponíveis e esclarecer dúvidas diretamente com os
profissionais e estudantes.
A
parte da tarde foi dedicada à exploração do centro da cidade do Porto,
promovendo momentos de convívio e contacto com alguns dos seus espaços mais
emblemáticos.
Foi
uma atividade enriquecedora que proporcionou aos alunos novas informações e
experiências relevantes para o seu percurso académico e pessoal.
A atividade integrou-se no projeto ARTE
SCREEN TEENS e foi dinamizada pelo realizador Bruno Laborinho, que
proporcionou aos alunos uma experiência prática enriquecedora e orientada para
os desafios reais do setor audiovisual.
Ao longo do workshop, os alunos
exploraram novas técnicas de captação e edição de imagem e vídeo, contactaram
com diferentes ferramentas digitais e experimentaram metodologias de trabalho
colaborativo. Esta iniciativa fomentou a criatividade, o espírito crítico e a
autonomia, contribuindo para o desenvolvimento de competências técnicas e
artísticas fundamentais para a sua formação na área da Multimédia.
Momentos como este reforçam a
importância da aprendizagem prática e do contacto direto com profissionais,
aproximando os alunos do contexto real de trabalho e valorizando o seu percurso
formativo.
Ingredientes:
Amor infinito ,
100 chávenas de
amizade,
200 chávenas de
felicidade,
120 minutos de
diálogo,
10 kg de afeto,
100% de boa
educação,
60 minutos de
boa disposição,
Saúde Q.B..
Este
preparado vai ao forno pré - aquecido a 175ºC até ficar bem fofinho e
douradinho. No final polvilha-se com vários valores de forma a tornar este Bolo + ESPECIAL.
Deliciemo-nos
com este BOLO da AMIZADE!!!
Ana Fonseca
12 de fevereiro de 2026, dia de alegria e de orgulho. O nosso Agrupamento recebeu o Selo do Programa Escolas pelos Direitos da Criança, atribuído pela UNICEF Portugal.
Vivemos numa escola que se pauta pela dignidade
, pela inclusão , pelo companheirismo,…
somos, ainda, a Escola pelos
Direitos da Criança.
E o lema
do nosso agrupamento resume bem aquilo em que acreditamos “Uma escola de todos
e para todos: uma identidade, diferentes realidades, múltiplas oportunidades”
pois no nosso país ainda persistem desigualdades sociais e educativas e promover
os direitos das crianças e dos jovens no contexto escolar não pode ser visto
como algo complementar.
A cerimónia de hastear da Bandeira Selo
Protetor 2025-2027 simboliza precisamente esse compromisso público, é a aliança
entre escola e comunidade. A presença do Presidente da Câmara Municipal e de
outras edilidades do concelho reforçam a ideia de que a promoção dos direitos
da criança não é responsabilidade exclusiva das escolas, mas sim de toda a
comunidade.
Assim, olhamos para este “Selo” não como um
mero formalismo, mas como reconhecimento de um trabalho consistente e dedicado
ao longo do tempo.
Na nossa opinião, a escola deve abraçar os
desafios da multiculturalidade e preparar os alunos para um futuro promissor em
que a consciencialização e conhecimento dos seus direitos e deveres seja uma constante
de forma a participarem na sociedade critica e construtivamente.
Mais do que um momento simbólico com bandeiras
hasteadas, este reconhecimento, não pode ser visto apenas como a chegada, mas deve também como um ponto de partida, porque
educar para os direitos é investir no
futuro da comunidade, do país, do mundo…
Os alunos do 11.ºB
Nas aulas de Cidadania e Desenvolvimento, em articulação com a disciplina de Português, foi realizado um trabalho de pesquisa e de escrita sobre a Convenção sobre os Direitos da Criança, com o intuito de aprofundar o conhecimento sobre os direitos fundamentais que garantem a proteção, o bem-estar e o desenvolvimento saudável de todas as crianças e de reforçar a importância de conhecer e defender esses direitos para construir uma sociedade mais justa e inclusiva.
Infância protegida
A Convenção sobre os Direitos da Criança, documento muito importante que todos devemos conhecer e respeitar, foi ratificado por Portugal em 1990 e isto quer dizer que o nosso país se comprometeu a defender o que está lá escrito, ou seja, a fazer tudo para que todas as crianças e jovens vivam com dignidade e com Direitos, independentemente, da sua origem, cor, orientação sexual, língua ou religião.
Sabias,
então, que o respeito por todos estes direitos garante um futuro promissor a
todas as crianças? Pois é… vamos explicar o que são e como podemos contribuir
para que eles sejam totalmente cumpridos.
Assim,
toda a criança tem direito à vida, à sobrevivência e ao desenvolvimento, a um
nome e a uma nacionalidade.
A
criança deve ser protegida contra qualquer tipo de discriminação, devendo
crescer num ambiente de compreensão, amor e respeito.
Toda a
criança tem direito à educação, a cuidados de saúde e serviços médicos
adequados.
Nenhuma
criança deve ser separada dos seus pais contra a sua vontade, salvo em casos de
abuso e de violência que ponham em risco a sua segurança.
A
criança tem também direito à liberdade, à proteção contra a exploração
económica, o abuso e a qualquer forma de negligência; tem direito a brincar e a
participar em atividades culturais e recreativas; tem direito à proteção contra
todas as formas de abuso físico e psicológico.
Nenhuma
criança deve ser sujeita a trabalhos forçados ou exploração, devendo ser
educada de maneira que desenvolva talentos e habilidades.
As
crianças com deficiência devem ter acesso a uma educação especial e a cuidados
adequados.
Toda a
criança tem o direito à proteção em tempos de guerra e em tempos de conflito armado,
mas o melhor seria vivermos num mundo de paz, solidariedade, tolerância e
respeito.
Pedimos,
pois, a todos os adultos que protejam o que de melhor o mundo tem, as crianças!
André
Sousa, Mafalda Gonçalves, Matilde Dias e Vicente Neto – 5.º B
Dá voz aos teus direitos…
Nem todas as crianças e jovens
vivem em segurança, nem todas têm cuidados de saúde e de higiene, nem todas têm
uma habitação, uma família ou alguém que lhes dê amor e que as oiça.
Assim, importa saber que todas as
crianças têm direito à vida, à saúde e a um desenvolvimento digno. A educação é
também um direito fundamental e deve ser garantida sem discriminação. As
crianças têm direito a brincar, a descansar e a participar, dando opiniões
sobre questões que lhes digam respeito, devendo, por isso, ser ouvidas e
respeitadas.
Nenhuma criança deve sofrer abuso, violência
ou exploração e o direito à identidade garante um nome, uma nacionalidade e uma
família. As crianças com deficiência também têm direito à inclusão e ao apoio.
Assim sendo, o estado, a família e a sociedade têm uma responsabilidade conjunta para assegurar estes direitos fundamentais a todas as crianças e jovens, porque proteger a infância e vivê-la de forma feliz garante um futuro risonho. E nós merecemos!
Gonçalo
Amorim, João Rodrigues, Lucas Vale e Rodrigo Lima – 5.º B
Todas as crianças têm direito a
uma nacionalidade e a um nome a partir dos três dias de vida. Têm direito à
educação, frequentando a escola até aos 18 anos, à liberdade, ao pensamento
crítico e a uma família que deverá cuidar dela com muito amor. Têm direito a
ser crianças e a brincar muito, muito, muito… por isso não devem sofrer
qualquer tipo de abuso ou violência. Têm também direito a cuidados de saúde,
por exemplo a ser vacinadas.
Todas as crianças são diferentes.
Umas têm pele branca, outras, negra… umas serão mais morenas, outras terão uma
tez pálida. Há quem tenha o cabelo liso, há quem o tenha ondulado ou crespo…
independentemente da origem, cor, orientação sexual, língua ou religião, todas
devem ser protegidas e amadas!
Em Portugal, há vários organismos
que se dedicam à defesa e proteção das crianças, por exemplo, a Comissão de
Proteção de Crianças e Jovens. Pede ajuda, se dela precisares. Mas não te
esqueças também que, para além de Direitos, tens algumas responsabilidades e
deveres que deves cumprir para não pores em risco os Direitos das outras
crianças, dos jovens e dos adultos.
Beatriz Oliveira, Inês Araújo, Nelson Pereira e Teresa Ribeiro – 5.º B
Na passada sexta-feira, 6 de
fevereiro, os alunos do 1.º, 2.º e 3.º anos do Curso Profissional de Técnico
de Multimédia participaram numa atividade dinâmica que uniu a teoria da
sala de aula à realidade prática das empresas. O evento, desenhado para
complementar a formação técnica dos estudantes, promoveu um intercâmbio de
experiências com profissionais do setor.
A primeira fase da atividade foi
marcada pela partilha de experiências. A sessão iniciou-se com o testemunho de
profissionais e ex-alunos que hoje dão cartas no mercado:
●
FMBrindes que destacou a importância das bases técnicas do curso e
relembrou que a curiosidade e o espírito autodidata são as chaves para dominar
as ferramentas digitais.
●
Wizy é um exemplo de empreendedorismo que partilhou o seu
percurso, reforçando a importância do portefólio e da proatividade na
divulgação do trabalho pessoal.
●
Sub-Gifts, outro exemplo de
empreendedorismo por parte de um ex-aluno que explicou como transformou a sua
paixão num projeto empresarial.
Após a fase de debate, os alunos
passaram à componente prática. Aprenderam a desenhar um porta-chaves no Adobe
Illustrator, respeitando todos os requisitos técnicos de vetorização,
culminando com a produção física dos objetos através de uma máquina de corte a
laser. Esta experiência permitiu aos alunos compreender todo o fluxo de
trabalho de um produto multimédia, desde o conceito digital até à sua
materialização.
Parabéns a todos os envolvidos por esta iniciativa que prepara os nossos jovens para os desafios do mundo real e um agradecimento muito especial ao Ricardo Fernandes, Luís Leite e Daniel Gonçalves.
Ana Ferreira
No âmbito do Dia da Internet Mais Segura, são apresentados de seguida os vários marcadores de livros, elaborados pelos alunos na disciplina de TIC, disponíveis nas salas de professores e nas bibliotecas escolares, bem como cartazes expostos nas escolas, com o objetivo de sensibilizar toda a comunidade educativa para a importância da segurança digital.
Cecília Gonçalves
No dia dos afetos, vivido ontem e hoje, as crianças do Jardim de Infância de Travassos participaram com entusiasmo nas atividades propostas.
Ontem, num ambiente marcado pelo branco, celebramos os afetos através de gestos, partilha e emoções.
Hoje inspirados pela história, está em construção a Árvore do jardim do afeto verde, simbolizando o crescimento do carinho, da amizade e do cuidado uns com os outros.
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Este tema foi trabalhado com os alunos do Ensino Básico e com as turmas do 10.º ano dos Cursos Profissionais, no âmbito da disciplina de Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC).
Ao longo das atividades, foram abordados temas como a proteção de dados pessoais, a segurança nas redes sociais, o combate ao cyberbullying, a verificação da informação e a importância de uma atitude responsável e respeitadora no ambiente digital.
Através de pesquisas e trabalhos práticos, os alunos refletiram sobre o seu papel enquanto utilizadores da internet e sobre como pequenas atitudes podem contribuir para um espaço digital mais seguro e saudável.
Como resultado do trabalho realizado, foram elaborados vários marcadores de livros, que se encontram disponíveis nas salas de professores e nas bibliotecas escolares, bem como cartazes expostos nas escolas, com o objetivo de sensibilizar toda a comunidade educativa para a importância da segurança digital.
Cecília Gonçalves e Susana Peixoto
Hoje, a enfermeira, Cátia Garim, dinamizou na nossa escola a segunda sessão dedicada à saúde mental, dando continuidade a um conjunto de iniciativas de sensibilização junto dos alunos.
A sessão começou com uma atividade simbólica e
participativa. Os alunos, à vez, eram convidados a dirigir-se a uma caixa levada
pela senhora enfermeira e a dizer um adjetivo que descrevesse aquilo que estava
no seu interior. Dentro da caixa encontrava-se um espelho. Ao verem o seu
reflexo, muitos alunos afirmaram gostar do que viam, outros referiram sentir
orgulho e alguns mostraram-se surpreendidos. Nenhum participante utilizou
adjetivos negativos – Ah! Que forma
positiva de encarar a realidade!
O principal objetivo desta dinâmica foi levar os jovens
(nós) a refletir sobre a forma como se veem a si próprios. A relação que cada
pessoa tem com a sua imagem é um aspeto fundamental da saúde mental, estando
diretamente ligado à autoestima, à autoconfiança e ao bem-estar emocional.
Numa segunda atividade, cada aluno recebeu uma folha
onde escreveu três motivos de gratidão. Entre as respostas mais frequentes
destacaram-se a família, os amigos e a concretização de objetivos pessoais.
Este exercício permitiu reforçar a importância de valorizar os aspetos
positivos da vida, mesmo perante os desafios/ adversidades do dia a dia - ser positivo é ser perseverante, é, caindo
numa expressão conhecida, olhar para o copo meio cheio em vez de o ver meio
vazio…
Ao longo da sessão de forma positiva, foi criado um
ambiente acolhedor e de partilha, no qual os alunos se sentiram à vontade para
falar sobre si e sobre os seus sentimentos. Iniciativas como esta revelam-se essenciais
no contexto escolar, pois incentivam o autoconhecimento, contribuem para o
desenvolvimento de jovens mais confiantes e conscientes da importância de cuidar
da sua saúde mental - promovem a saúde
mental.
Iniciativas como esta são o testemunho de que a escola
continua a apostar em ações que reforçam não só o sucesso académico, mas também
o bem-estar psicológico dos seus alunos, reconhecendo que a saúde mental é uma
parte fundamental para um crescimento saudável.
Os alunos do 11.ºB
Nas aulas de Cidadania e Desenvolvimento analisamos a Convenção sobre os Direitos da Criança que é um tratado internacional da Organização das Nações Unidas (ONU), adotado em 1989, e que define e protege os direitos de todas as crianças e adolescentes até aos 18 anos, garantindo que todas as crianças tenhamos mesmos direitos e que o seu bem-estar esteja sempre em primeiro lugar.
Assim, em forma de poesia, queremos relembrar que…
Ser criança é um direito
Nenhuma criança deve sentir solidão,
Nenhuma deve estar desprotegida!
É um dever de cada coração
Respeitar sempre os seus direitos de forma
desmedida!
Cada criança possui um nome, uma
nacionalidade e tem voz,
Deve ser respeitada e cuidada,
De braços dados com o afeto e o amor,
E de costas voltadas ao medo, à violência e à
dor!
Todas têm direito a ser educadas pelos pais,
a brincar, a estudar e a sonhar…
Protegidas, amadas…
E sempre a sorrir, assim devem ser criadas.
À educação e à saúde terão direito,
Aqui não cabe o preconceito!
À liberdade, à segurança e à proteção,
Num mundo que se quer de perfeição!
E assim o seu futuro construir…
Com visão atenta, mãos firmes e abraços
fortes…
Numa sociedade com a bandeira da
igualdade.
Diogo Freitas, Ivann Lima, Martim Silva e Tiago Silva –
5.º B
Este foi um momento fantástico, na nossa escola! É uma daquelas experiências que ficam gravadas na memória das crianças, não só pela "explosão" em si, mas por todo o processo de construção ao longo da experiência.
A Mistura Mágica: "Um por um, lá foram construindo o vulcão, com o barro que
estiveram a modelar. Primeiro, deitaram o pó branco (o bicarbonato de sódio) no
centro do cone. Depois, com cuidado e olhos muito abertos, verteram o líquido
mágico (o vinagre tingido de vermelho)."
A Erupção: Num
instante, o silêncio deu lugar a um conjunto de expressões de espanto. A espuma
subiu rápida, e escorreu pelas paredes de barro, criando rios de cor que
transformaram o nosso cone numa montanha viva.
O nosso vulcão de faz de conta transformou-se, por uns minutos, em realidade.
O que aconteceu lá dentro?
Quando misturamos o vinagre (um ácido) com o bicarbonato (uma base), criamos uma reação química que liberta dióxido de carbono.
Lúcia Salgado
No dia 02 de fevereiro, a enfermeira, Cátia Garim, veio à escola, mais concretamente à sala 20, turma 11.º B, com o objetivo de realizar
uma sessão sobre saúde mental.
No início da sessão, realizámos um jogo para
quebrar o gelo. Atirámos uma bola de praia uns aos outros, que continha várias
frases escritas. Quando alguém apanhava a bola, a frase onde o polegar direito
ficava era a que tinha de completar. Por exemplo: “O momento mais feliz da
minha vida foi…”, ao que alguém respondeu “o nascimento da minha irmã”. Esta
atividade ajudou a criar um ambiente mais descontraído e facilitou a
participação de todos, tornando mais fácil falar sobre as nossas emoções.
De seguida, respondemos a um pequeno questionário
sobre o que é a saúde mental. Pudemos, então, concluir que a saúde mental é o
bem-estar emocional e psicológico que nos permite lidar com os desafios da
vida, com os outros e com nós próprios.
No final da sessão, a enfermeira apresentou várias
frases e tivemos de dizer se eram verdadeiras ou mitos. Uma das frases foi: “As
pessoas com problemas mentais são agressivas e preguiçosas”. Esta atividade
ajudou-nos a compreender que existem muitos preconceitos e ideias erradas sobre
a saúde mental. Ficou claro que estas afirmações são mitos e que contribuem
para a discriminação das pessoas que enfrentam problemas de saúde mental.
Em conclusão, consideramos muito importante que a escola continue a promover este tipo de iniciativas. A saúde mental deve ser levada a sério e integrada no ambiente escolar, pois cuidar da mente é cuidar do nosso bem-estar o que é essencial para o nosso futuro.
Os alunos do 11.ºB
Escrita criativa
Imagina que, certo dia, o Sol
desapareceu e que, na companhia de Yi, um jovem que gostava muito de tiro ao
arco e nunca falhava um alvo, vives uma aventura em busca deste astro-rei.
O resgate do Sol
Certo dia, na Coreia, o rei Gago, sempre
arrogante, invejoso e mal-humorado, decidiu estragar um belo dia de Sol aos
seus súbditos, saqueando o imponente astro-rei, pois ambicionava ser a única
estrela do universo.
- Se-se-serei a exclusiva luz de todos os
lu-lu-lugares do mundo! Cães de fogo, ataquem! – ordenou, nervoso e altivo.
E, assim, estes animais cumpriram
imediatamente a ordem do seu superior, tendo tudo ficado escuro e
deprimente.
Sem luz, os dias correram devagar,
tristes, solitários e sombrios… Dispus-me, então, a procurar o Yi para que
este, por ser muito habilidoso e rápido, me ajudasse a recuperar o brilhante e
magnífico Sol.
Subimos montes escarpados, transpusemos
rios gélidos, passamos por verdes planícies, até que avistamos o que diríamos
ser um exército militar de sapos fortemente armados até aos dentes. Queriam o
Sol de volta. Assim, todos juntos partimos à sua procura, porque “a união faz a
força”!
Passaram-se dias até que, ao longe,
apareceu uma pequena luz. Aproximamo-nos e eis que… o Sol estava encolhido numa
minúscula jaula rodeada pelos cães de fogo. Muito poderosos, os sapos lançaram
jatos de água que afugentaram aqueles guardas ferozes. O Yi, com uma flecha
certeira, conseguiu, por fim, abrir a jaula, resgatando o Sol.
5.º A
Os lobos saqueadores
O Sol
desapareceu repentinamente. Pensei, de imediato, em pedir ajuda ao Yi, rapaz
muito corajoso e hábil, que usa o arco e as flechas de forma bastante certeira.
Sabedor e experiente, ele aceitou ajudar-me, mostrando a sua humildade.
Sem luz e com temperaturas
muito baixas, procuramos um abrigo como faziam os povos recoletores. Já
aquecidos pelo fogo, ouvimos uns sons estranhos e contínuos:
- Auuuu!
Auuuu! Auuuu!
Eram os lobos
que tanto procurávamos. Saímos apressadamente da gruta e seguimos os uivos
assustadores, mas caminhamos medrosamente, pois não sabíamos quantos animais
teríamos de enfrentar.
E, de repente,
vimos uma alcateia. Ficamos preocupados, porque as tochas de fogo que os podiam
assustar, estavam a apagar-se por causa do vento. Estes animais ferozes estavam
a guardar uma gruta muito iluminada onde permanecia o nosso amigo Sol.
Decidimos, então, lançar na mesma direção várias flechas com pequenos pedaços
de carne que tínhamos levado para nos alimentarmos e, assim, os lobos
esfomeados deixaram a entrada da gruta complemente livre. Resgatamos o Sol,
cortando a rede que o prendia, e este subiu lentamente, iluminando novamente a
Terra.
5.º B