terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

Saúde mental - 1.ª Sessão


No dia 02 de fevereiro, a enfermeira, Cátia Garim, veio à escola, mais concretamente à sala 20,  turma 11.º B, com o objetivo de realizar uma sessão sobre saúde mental.

No início da sessão, realizámos um jogo para quebrar o gelo. Atirámos uma bola de praia uns aos outros, que continha várias frases escritas. Quando alguém apanhava a bola, a frase onde o polegar direito ficava era a que tinha de completar. Por exemplo: “O momento mais feliz da minha vida foi…”, ao que alguém respondeu “o nascimento da minha irmã”. Esta atividade ajudou a criar um ambiente mais descontraído e facilitou a participação de todos, tornando mais fácil falar sobre as nossas emoções.

De seguida, respondemos a um pequeno questionário sobre o que é a saúde mental. Pudemos, então, concluir que a saúde mental é o bem-estar emocional e psicológico que nos permite lidar com os desafios da vida, com os outros e com nós próprios.

No final da sessão, a enfermeira apresentou várias frases e tivemos de dizer se eram verdadeiras ou mitos. Uma das frases foi: “As pessoas com problemas mentais são agressivas e preguiçosas”. Esta atividade ajudou-nos a compreender que existem muitos preconceitos e ideias erradas sobre a saúde mental. Ficou claro que estas afirmações são mitos e que contribuem para a discriminação das pessoas que enfrentam problemas de saúde mental.

Em conclusão, consideramos muito importante que a escola continue a promover este tipo de iniciativas. A saúde mental deve ser levada a sério e integrada no ambiente escolar, pois cuidar da mente é cuidar do nosso bem-estar o que é essencial para o nosso futuro.

Os alunos do 11.ºB


Uma aventura em busca do astro-rei

 

Escrita criativa

Imagina que, certo dia, o Sol desapareceu e que, na companhia de Yi, um jovem que gostava muito de tiro ao arco e nunca falhava um alvo, vives uma aventura em busca deste astro-rei.

 

O resgate do Sol

Certo dia, na Coreia, o rei Gago, sempre arrogante, invejoso e mal-humorado, decidiu estragar um belo dia de Sol aos seus súbditos, saqueando o imponente astro-rei, pois ambicionava ser a única estrela do universo.

- Se-se-serei a exclusiva luz de todos os lu-lu-lugares do mundo! Cães de fogo, ataquem! – ordenou, nervoso e altivo.

E, assim, estes animais cumpriram imediatamente a ordem do seu superior, tendo tudo ficado escuro e deprimente. 

Sem luz, os dias correram devagar, tristes, solitários e sombrios… Dispus-me, então, a procurar o Yi para que este, por ser muito habilidoso e rápido, me ajudasse a recuperar o brilhante e magnífico Sol.  

Subimos montes escarpados, transpusemos rios gélidos, passamos por verdes planícies, até que avistamos o que diríamos ser um exército militar de sapos fortemente armados até aos dentes. Queriam o Sol de volta. Assim, todos juntos partimos à sua procura, porque “a união faz a força”! 

Passaram-se dias até que, ao longe, apareceu uma pequena luz. Aproximamo-nos e eis que… o Sol estava encolhido numa minúscula jaula rodeada pelos cães de fogo. Muito poderosos, os sapos lançaram jatos de água que afugentaram aqueles guardas ferozes. O Yi, com uma flecha certeira, conseguiu, por fim, abrir a jaula, resgatando o Sol. 

5.º A

Os lobos saqueadores

O Sol desapareceu repentinamente. Pensei, de imediato, em pedir ajuda ao Yi, rapaz muito corajoso e hábil, que usa o arco e as flechas de forma bastante certeira. Sabedor e experiente, ele aceitou ajudar-me, mostrando a sua humildade.

Sem luz e com temperaturas muito baixas, procuramos um abrigo como faziam os povos recoletores. Já aquecidos pelo fogo, ouvimos uns sons estranhos e contínuos:

- Auuuu! Auuuu! Auuuu! 

Eram os lobos que tanto procurávamos. Saímos apressadamente da gruta e seguimos os uivos assustadores, mas caminhamos medrosamente, pois não sabíamos quantos animais teríamos de enfrentar. 

E, de repente, vimos uma alcateia. Ficamos preocupados, porque as tochas de fogo que os podiam assustar, estavam a apagar-se por causa do vento. Estes animais ferozes estavam a guardar uma gruta muito iluminada onde permanecia o nosso amigo Sol. Decidimos, então, lançar na mesma direção várias flechas com pequenos pedaços de carne que tínhamos levado para nos alimentarmos e, assim, os lobos esfomeados deixaram a entrada da gruta complemente livre. Resgatamos o Sol, cortando a rede que o prendia, e este subiu lentamente, iluminando novamente a Terra.  

5.º B