terça-feira, 30 de janeiro de 2024

JI de Travassos

 As crianças do jardim de Infância de Travassos realizaram uma caminhada pela Freguesia, para cantar os Reis e assim  manter viva a tradição.




Maria da Graça da Oliveira

JI Simães

Conhecer um pouco da história de Joana Vasconcelos 

Joana Vasconcelos é uma artista plástica com cerca de 30 anos de carreira, reconhecida pelas suas esculturas monumentais, realizou até hoje mais de 500 exposições-instalações permanentes e obras de arte pública, em vários países. Em 2000, venceu o Prémio Novos Artistas Fundação EDP, ampliando a sua projeção nacional e, em 2005, conquistou o reconhecimento internacional com a primeira participação na Bienal de Veneza, o mais importante evento mundial dedicado à arte contemporânea. Foi também agraciada com o grau de Comentadora da Ordem do Infante D. Henrique pela Presidência da República Portuguesa em 2009. Em 2022 tornou-se Oficial da Ordem das Artes e Letras pelo Ministério da Cultura Francês. 

 No âmbito do tema do PCG “Contar e Recont’Arte” e após realizarmos uma aprofundada pesquisa sobre a obra desta grande artista, as crianças foram desafiadas pela educadora, no sentido de elas próprias, através do seu olhar, recriarem a obra que mais as impressionou. Perante este desafio, deram início ao seu trabalho, cada uma, recolheu os materiais que necessitaria para a sua “criação”. As mais favoritas foram as seguintes: Tutti Frutti, Cármen Miranda (sapato gigante), Coração Independente (em homenagem a Amália) e, até mesmo, O Bolo de Noiva (uma das duas suas mais recentes criações).

Aqui estão algumas fotos que revelam todas as fases do trabalho, no qual se pode observar a alegria, motivação e empenho em todo este processo.

 



                                                                                                                                           Lúcia Dias

sexta-feira, 19 de janeiro de 2024

Visita ao Castelo da Póvoa de Lanhoso


No dia 4 de janeiro, a nossa turma do 4ºA fez uma visita ao Castelo de Póvoa de Lanhoso.

Quando chegámos fomos recebidos pelo guia que se chamava José Lopes, que era muito simpático, divertido e brincalhão. A nossa visita iniciou-se na parte exterior do castelo, com a explicação de que aquelas pedras à entrada eram para dificultar a subida dos inimigos.

De seguida subimos as escadas e passámos para o interior do castelo. Aí fizemos várias atividades, e enquanto estas decorriam, o guia deu-nos informações relacionadas com a história do castelo. Uma delas foi que D. Teresa, mãe de D. Afonso Henriques, nunca esteve naquela torre, mas sim noutra do primeiro castelo construído em madeira. O atual foi reconstruído em pedra para proteção do castelo, uma vez que a madeira ardia facilmente quando era atacado com flechas de fogo. Também nos informou que os símbolos que estão nas pedras das paredes do interior do castelo, representam as assinaturas das pessoas que trabalharam na sua reconstrução.

Terminámos a nossa visita com a visualização de um pequeno filme promocional com duração de quinze minutos.

Gostámos muito desta visita porque nos proporcionou conhecer melhor a história do castelo do nosso concelho.

                                                                              Texto coletivo: Turma 4º A

 

Uma das atividades que nós mais gostámos de fazer foi dois grandes puzzles que representavam D.Teresa e o Castelo. (Rafael, Diana, Francisca e Gonçalo).

Outra, foi ser rei ainda que por breves momentos e sentar-me no cadeirão do trono! (Daniel Oliveira).

Gostámos de saber que além do Castelo, há outros monumentos no concelho que merecem ser visitados, como por exemplo: Mosteiro de Porto d’Ave (Taíde), Mosteiro de Fontarcada (Fontarcada), Capela de S. Roque (Garfe), Ponte Mem Gutierres (Esperança), Palacete Vila Beatriz (Santo Emilião).

(Afonso, Anamar, Beatriz, Daniel Duarte, Dinis Sousa, Dinis Pereira, Irina, Lara, Leonardo e Luana).








Projeto “Memórias”

 Uma tarde para recordar e repetir mais vezes

Este ano letivo, na EB do Ave, decidimos dar continuidade ao projeto que iniciámos durante a pandemia e a que chamámos “companhia das cartas”. Com um pequeno grupo de alunos do 1º ciclo, começámos por escrever cartas aos senhores e senhoras do Centro Paroquial e Social de Taíde, que fica a poucos metros da nossa escola. Os alunos apresentaram-se, fizeram perguntas e pediram resposta. E elas vieram. Com uma caligrafia linda e textos muito emotivos e paternalistas.

 Foi assim no Natal, na Páscoa e no fim do ano.

Depois, e já com as portas abertas, a comunicação alargou-se aos 7º e 8º anos, com pelo menos uma visita por período.

Tem sido uma experiência gratificante, tanto para nós, como para eles, que nos recebem sempre com um sorriso.

Porém, este ano mudámos o nome para “Memórias”, pois é nossa intenção interagir mais no sentido de reavivar as suas memórias e aprender com as suas vivências passadas.

E foi o que aconteceu no dia 15 de dezembro com a turma do 8º B, as professoras Natália Almeida, Rosa Sousa e a educadora social Catarina Lopes.

Com uns quantos postais de Natal (previamente elaborados nas aulas de Educação Visual), alguns poemas e canções recolhidos em livros e na net, descemos a ladeira para passar um pedaço da tarde com os nossos anciãos.

E à pergunta “como era vivido o Natal na sua infância”, , os mais faladores lá foram enumerando as tradições, os hábitos, sobretudo recordando como eram felizes com o pouco que tinham, contrastando com a abundância dos nossos dias.

Impressionante mesmo foi a conversa com a sra Eva Maria de Matos, de 94 anos, que nos contou, com grande desenvoltura, pormenores da sua infância com os pais e 6 irmãos e dos 70 anos de casamento. Contou-nos que o pai, naquele tempo, proporcionou a todos os filhos a 4ª classe e orgulha-se, também ela, de ter colocado o seu filho num colégio interno. Gosta de ler e ainda o faz sem dificuldade. Ficou a promessa de lhe levarmos, na próxima visita, alguns livros, sobretudo do escritor local, Cunha da Leiradela, de quem não tem notícias há muitos anos e nos disse ser seu primo.

 A terminar a visita e instigados pela professora Rosa para partilharem connosco cantigas de Natal, uma voz se fez ouvir e, mesmo à capela e sem a clareza de outros tempos (em que cantava em grupo pelas ruas da aldeia onde vivia),os versos saíram cadenciados e o rosto, os gestos irradiavam satisfação.

Gostaram eles. Gostámos nós. Vamos voltar. Em fevereiro.

 Adivinham qual será o tema de conversa?

Rosa Sousa – Coordenadora da Biblioteca

 

Impressões dos alunos:

"Gostei muito de conversar com os mais idosos, têm muitas histórias engraçadas para contar",  Pedro

 "Senti que todos apreciaram a nossa presença, estavam entusiasmados e bem dispostos", Clara

Ouvir experiências de outros tempos enriquece-nos e acrescenta-nos conhecimentos”, Beatriz

 "Que tarde bem passada! Apreciei muito os cantares na hora da despedida.", Diogo





quinta-feira, 18 de janeiro de 2024

TOMADA DE POSSE DA ASSOCIAÇÃO DE ESTUDANTES DA ESPL

Os elementos da Associação de Estudantes da ESPL, para o presente ano letivo, tomaram posse na passada 4.ªfeira, 17 de janeiro. 

                                                                                                                                         Susana Lobo




Alimentação saudável

Hoje, temos a proposta de um lanhe: Parfait de iogurte e frutos vermelhos



quarta-feira, 17 de janeiro de 2024

Recursos Piscícolas

O impacto das atividades humanas num contexto de recursos naturais.







Trabalho realizado pelos alunos do 12ºD e 12ºE , no âmbito da disciplina de Cidadania e Desenvolvimento

Alimentação saudável

 
Os alunos da turma B, do 10.º ano, aceitaram o desafio proposto na disciplina de Cidadania e Desenvolvimento para confecionarem refeições saudáveis.

Esta foi, sem dúvida, uma forma criativa, personalizada e prática de se tratar do tema Alimentação Saudável.

Ora vejamos os alunos em ação e apreciemos algumas das suas apetitosas sugestões!





sábado, 13 de janeiro de 2024

Ler "Frei Luís de Sousa" no tempo de “ontem” (séc. XVI) a pensar no tempo de “hoje”(séc. XXI)

 

Nesta obra há personagens que lutam pelo que acreditam. Também os alunos do11.ºA e do 11.ºD mostraram as causas que os impelem a lutar.



sexta-feira, 12 de janeiro de 2024

Cantar os Reis

 É com muita alegria e com votos de um Ano Novo muito feliz para todos que vos cantamos os Reis.



Os alunos do 1.ºciclo

Viver Abril na Educação

 A temática deste ano do Parlamento dos Jovens, " Viver Abril na Educação: Caminhos para uma escola plural e participativa", motivou a concretização, ontem, dia 10 de janeiro no auditório da ESPL, de uma  sessão de esclarecimento organizada pelo Núcleo de Estágio de História do AEPL e que contou com a presença de dois professores da Universidade do Minho: a Doutora Marília Gago, do Instituto de Educação e supervisora da UM deste grupo de estágio, e o palestrante, Doutor Bruno Madeira, do Departamento de Ciências Sociais que procurou esclarecer os alunos acerca das mudanças e permanências em torno da Revolução de Abril de 1974.

Os alunos participantes foram desafiados a assumirem uma postura mais participativa na construção da democracia e a refletirem sobre diferentes assuntos atuais, nomeadamente sobre a educação e a escola que querem para si. 

No final os alunos das duas listas que estão a preparar as medidas a apresentar a votação para o Parlamento dos Jovens colocaram questões aos dois convidados, sobre ideias em que estão a trabalhar para o projeto.




quinta-feira, 11 de janeiro de 2024

L'Épiphanie - Dégustation de la galette des rois"

No âmbito da disciplina de Francês, os alunos do 7.º e do 8.ºano festejaram l’Épiphanie com a degustação da “Galette des Rois”, em sala de aula. Os alunos confecionaram a “Galette” em casa e elaboraram uma coroa. Foi um momento muito agradável de confraternização entre colegas e professora.  

Para os mais curiosos, a tradição é a seguinte: a Galette é consumida em família / amigos no dia 6 de janeiro para a celebração da Épiphanie (Dia de Reis).  A Galette des Rois representa os presentes que foram oferecidos pelos Reis Magos a Jesus. Dentro da Galette existe uma “fêve” escondida. A pessoa que “encontrar” a “fêve” é considerada o rei ou rainha desse dia e tem o direito de ficar com a coroa que acompanha a Galette. Porém, o rei tem a obrigação de providenciar a Galette do próximo ano.

Catarina Alves




 


segunda-feira, 8 de janeiro de 2024

PARLAMENTO DOS JOVENS


Decorreu hoje, na ESPL, a sessão de esclarecimento sobre o Parlamento dos Jovens, com a presença da senhora deputada, Dra. Gabriela Fonseca, destacada pela coordenação central do Parlamento dos  Jovens, da Assembleia da Assembleia da República, para estar presente na nossa escola.

O Parlamento dos Jovens, criado em 1995, é um projeto desenvolvido pela Assembleia da República Portuguesa com o objetivo de promover e incentivar o trabalho democrático aos alunos do Ensino Básico e Secundário cujo tema em debate nesta edição é: “Viver ABRIL na Educação: caminhos para uma escola plural e participativa”. 

Foi uma sessão dirigida aos alunos do ensino secundário, mais concretamente aos alunos que compõem as duas listas que se apresentaram este ano para este projeto.




Feira do Ensino Superior


Na passada quinta-feira, a Escola Secundária de Póvoa de Lanhoso acolheu com sucesso a Feira do Ensino Superior,
uma iniciativa realizada em colaboração com a Inspiring Future. Este evento reuniu diversas instituições de ensino superior, proporcionando aos alunos uma oportunidade única de explorar as suas opções académicas e de carreira.

A Feira incluiu também palestras e workshops enriquecedores, nos quais os alunos foram convidados a participar em discussões sobre a importância de escolhas profissionais bem fundamentadas. Receberam dicas oportunas sobre o processo de acesso ao ensino superior e obtiveram insights sobre a dinâmica de trabalho em diferentes áreas de estudo.

Este evento anual tornou-se uma tradição educativa valiosa, continuando a cumprir a sua missão de inspirar futuros académicos e profissionais de sucesso.

 Serviço de Psicologia e Orientação



sábado, 30 de dezembro de 2023

AEPL - Rumo ao futuro movendo-se por valores

 

AEPL - Rumo ao futuro movendo-se por valores

Agora que tem início a nossa participação nesta importante iniciativa que é dar “Voz às Escolas”, gostaria de começar por partilhar com os leitores algumas das características identitárias desta instituição que, com singular honra, lidero há já mais de três anos.

Como em todas as instituições, o “logotipo” procura representar, ainda que simbolicamente, essa mesma Identidade. Com efeito, o nosso aglomera um conjunto de símbolos que formam um “Coração do Minho”, homenageando uma das principais tradições da região, a arte da filigrana. Cada símbolo, ou conjunto de símbolos, pretende aludir ao conhecimento e à educação. O ᴓ faz referência ao vazio que o ensino pretende preencher. É formado pelo círculo, que simboliza a harmonia e a perfeição, usado como transferidor circular em geometria e navegação, e pela cadeia de ADN, que representa a base da vida. Este símbolo também representa um dos dígitos binários das ciências da computação. O α e Ω, primeira e última letras do alfabeto grego, representam simbolicamente o princípio e o fim. Neste contexto, são os conhecimentos, as aprendizagens e vivências que o aluno adquire na escola na primeira fase da sua existência e que os vão acompanhar para o resto da vida. As letras gregas são também frequentemente usadas para representar grandezas e constantes. Ambos formam o ∞ que representa o limite para o conhecimento: o infinito. O π, para além da sua forma que se adequa harmoniosamente à composição gráfica do coração, é o “embaixador” da Matemática. O “Coração” é completado pelo abecedário latino, ou seja a escrita, sem a qual o conhecimento não poderia ser transmitido.

Ora, a essência de uma escola é tudo o que o nosso Logo procura simbolizar: a busca incessante na construção de um “Eu” literário, científico, matemático, clássico, cibernético, mas expoente de todos estes predicados, um ser dotado de liberdade e de consciência crítica.

Com efeito, temos consciência que os resultados escolares são ainda uma espécie de “ditadura das oportunidades”! Porém, não nos envergonhamos, bem pelo contrário, que o nosso principal Pilar se ancore na construção de uma verdadeira Cidadania. Não só aquela que se ensina, mas sobretudo aquela que se pratica. E mais importante que ostentar, ainda que com orgulho, os selos de escola intercultural, escola sem bullying, a bandeira verde da sustentabilidade, a certificação EQAVET…, é constatar que os nossos alunos são cada vez mais solidários, cada vez mais inclusivos e, cada vez mais, precocemente, ativos!

E como testemunho desta realidade, omnipresente na comunidade AEPL, gostaria de partilhar com os leitores um exemplo singular deste exercício de cidadania.

Em março, de 2023 chegou à nossa escola, proveniente de um dos PALOP, o Bernardino (nome fictício), de 10 anos de idade. Bernardino tinha ficado na terra natal com o pai, quando a mãe decidiu separar-se e rumar a Portugal construindo uma nova relação com um português, mas deixando para trás o filho que, na altura, tinha apenas dois anos.

Detentora agora, de uma estabilidade familiar e económica, a mãe tenta e consegue promover o “reagrupamento maternal”. A família em Portugal passa agora a ser constituída por mãe, padrasto, Bernardino e mais duas crianças pequenas, filhas desta relação.

O Bernardino é, então, matriculado, no 1.º ano do 1.º ciclo. O processo de adaptação torna-se um verdadeiro desafio para todos, em especial, para a professora e o grupo/turma. Com efeito, dos contactos iniciais perceciona-se o quão difícil tinha sido, até então, a sua vida: 10 anos sem nunca ter frequentado uma escola; extremoso guardador de bois, qual Constantino, o de Redol, também ele guardador, mas de vacas, letárgico no processo de conhecimento das letras e dos números e, socialmente, pouco afável.

Ora, neste contexto ressalta o papel da professora. Partilha com os alunos a experiência de vida e sensibiliza o grupo para o necessário acolhimento. Os progressos foram fabulosos e seria por certo fastidioso enumerá-los. Ficam, porém, na memória de todos, a primeira solicitação para ir ao quadro escrever o respetivo nome, o deleite com que comeu o primeiro gelado, a primeira experiência a jogar matraquilhos no recreio da escola e os incontáveis momentos de enérgica alegria nos recreios. O seu rasgado sorriso passou a ser a sua imagem de marca!

Tudo corria bem até chegados a outubro de 2023. No final do dia, de uma quarta-feira, a mãe do Bernardino telefonou para a escola e informou a professora que, no dia seguinte, ele iria regressar ao seu país de origem. A professora, atónita e incrédula, quis saber a razão, e o desalento foi tão maior quando ouviu que era por o Bernardino fazer muitas asneiras em casa!

A tristeza assolou todos!… O nosso Bernardino, que tão feliz era na escola, nunca mais viria para a escola e, quase certamente, para mais nenhuma?!

Na sexta-feira seguinte, de manhã, o Bernardino surge na escola, de mochila às costas! Agarra-se, com muita força, à primeira pessoa que encontra e, entre soluços, exclama que não quer ir embora para o seu país natal! Estupefactos, tentamos perceber o que sucedera. O voo tinha sido alterado para domingo, e o Bernardino aproveitou a saída de casa da mãe e do padrasto nessa manhã, pegou na mochila, saltou pela janela e rumou ao seu porto seguro: a Escola…

Entre choros de emoção, tristeza e alegria, ouvimos o Bernardino a pedir, incessantemente, que não queria ir embora. Queria ficar na escola! E, olhando para a professora que chorava, inconsolavelmente, pedia-lhe para que não o deixassem levar.

Contactamos, de imediato as Responsáveis pela CPCJ concelhia, as quais ficaram profundamente sensibilizadas com a história e acorreram à escola para ouvir o Bernardino. Finda a audição, exclamaram: “este menino é um diamante em bruto! Temos que atuar já!”

A Procuradora do Ministério Público foi informada e imediatamente ordenou a institucionalização com carácter de urgência do menor! O Bernardino sorriu, pela primeira vez nesse dia, quando ouviu que já não teria de ir para o seu país, pois ficaria, como lhe explicamos, numa casa, em Braga, com muitos outros meninos. De imediato, perguntou: “mas venho para a escola? Eu tenho de vir para a escola!” Também isso se conseguiu, com o apoio do município, o qual se responsabilizou pelo transporte diário. Então, o sorriso do Bernardino foi gigante! Estava tão feliz, o nosso menino! E à saída, de partida para a instituição, voltado para a professora, pergunta se tem trabalhos de casa!

E todos os dias, o Bernardino vem feliz para a escola! E quis a magia desta quadra, que não o acaso, que passasse o Natal com a família da professora!

Quis, pois, com esta ilustração, mostrar o espírito de verdadeira comunidade que perpassa nesta nossa Escola. Também eu, temporariamente, no exercício de funções de liderança, sou produto dessa comunidade. Aprendi com fantásticos professores que agora tenho a honra de liderar e que, apesar da placagem do determinismo etário, continuam com estoicismo e sagacidade, a singular “arte de ensinar e de educar”!

Aprendi com as Assistentes Operacionais, a quem sempre, educadamente, chamei “Donas”, e que hoje continuam a ser as minhas, “Auxiliares de Ação Educativa”.

Não hesitei, muito antes de exercer este cargo, em ter o meu único filho a frequentar esta escola, já lá vão nove anos!

A maior gratidão é ver como pululam os nossos ex-alunos ao virem-nos, regularmente, visitar: os que regressam de férias da Suíça; os que realizam Palestras como agentes da GNR, da PSP e/ou da Polícia Judiciária; os médicos que vêm falar sobre saúde e alimentação; o atual Presidente da Câmara Municipal e uma vasta panóplia de Técnicos, parceiros imprescindíveis nos dias de hoje; os militares que nos vêm dar testemunho das suas missões patrióticas, os eletricistas e carpinteiros, que entre tantos outros operacionais, executam tarefas de beneficência no nosso parque escolar.

Por todos perpassa o mesmo sentimento: regressarem regularmente ao local que “os preparou para a vida”. Não releva se tiveram dez ou vinte valores de média! O que conta é que foi o AEPL que os ajudou a ser quem são: cidadãos ativos; consciências livres e críticas que acreditam que só a educação pode alavancar um país.

Todos rumando ao futuro e movendo-se por valores!!

Ângelo Dias

quarta-feira, 20 de dezembro de 2023

Postais de Natal Pop-Up

 As turmas do 7.ºA e 7.ºB elaboraram Postais de Natal Pop-Up, nas aulas de Educação Visual, com mensagens em Inglês e Francês. No dia 14 de dezembro, realizou-se a respetiva troca, que decorreu com muita alegria e emoção. O balanço desta atividade foi bastante positivo, uma vez que os alunos se envolveram com empenho, criatividade e dinamismo.





As dinamizadoras: Conceição, Catarina, Manuela e Glória

Festa de Natal do 1.ºCiclo

Na sexta-feira o nosso dia foi muito especial, com o verdadeiro espírito de Natal, cheio de alegria, de partilha, de amizade e com muita emoção!

Logo de manhã,  o Sr. Diretor ofereceu-nos um chocolate, como já é tradição! 

Em seguida, com a coordenação dos professores das AEC, cada  turma apresentou a sua cena da encenação de teatro musical. Houve magia em cada cena que subiu ao palco! 

No final, os adultos cantaram-nos o "Pó de estrelas" e nós gostámos muito!


Terminamos a nossa festa e também este pequeno artigo com ... "A todos  um bom Natal"!

Os alunos do 1.ºCiclo

Inspirados por António Vieira

 Os alunos do 11.º ano da Escola Secundária da Póvoa de Lanhoso colocam a arte ao serviço da

comunicação.


… os pais comunicam

No passado dia 7 de dezembro fui convidada a ir à escola participar numa atividade do meu educando.

Já sabia do que se tratava, pois acompanhei o processo em casa e vi a dedicação e interesse que ele destinou ao projeto.

Foi realmente uma atividade muito interessante que envolveu várias disciplinas e que nos fez refletir sobre vários aspetos. “ O Sermão de Santo António aos Peixes” do Padre António Vieira englobou temas de Cidadania, da interculturalidade e do desenvolvimento sustentável, a leitura expressiva dos vários sermões realizados por eles mesmos e alguns deles mostraram os seus dotes musicais.

Fiquei ainda mais impressionada com o facto de os alunos terem construído os seus sermões e terem conseguido adaptá-los à sua realidade, o que não é nada fácil.

Gostaria de dar os meus sinceros parabéns a todos os envolvidos e referir que deveria haver mais momentos de partilha entre a escola e a família, pois todos queremos o desenvolvimento integral dos nossos filhos e alunos.

Finalizo, dando o meu agradecimento sincero por ter passado um fim de tarde tão agradável na companhia de jovens tão talentosos e cheios de vontade de inovar e fazer cada vez mais por si, pela escola e pela comunidade onde estão inseridos.

Bem haja a todos!

Carla Morais


Como encarregada de educação, gostei imenso da iniciativa. Considero que foi uma experiência diferente, tanto para os alunos, como para os pais. Esta atividade permitiu uma ótima convivência e proximidade entre pais e alunos. Apreciei também o facto de os sermões serem acompanhados por instrumentos musicais pois, a meu ver, deram ainda mais vivacidade às leituras.

Os meus mais sinceros parabéns às professoras e aos alunos. Ambos fizeram um excelente trabalho!

Carla Araújo


No passado dia 07 de Dezembro, assisti a uma apresentação dos alunos do 11° ano da Escola Secundária da Póvoa de Lanhoso, no âmbito das comemorações dos 75 anos da proclamação de Declaração Universal dos Direitos Humanos.

  Nesta simbólica mas notável apresentação à comunidade escolar, os alunos (homens do leme) guiados pelos seus capitães (professores de Português e Cidadania) concretizaram um momento de reflexão sobre diversas problemáticas que nos assolam na atualidade (direitos humanos básicos, guerra, sustentabilidade, etc.), proporcionando aos presentes um momento em jeito de lição de cidadania.

  Partindo de um conteúdo do programa de Português do 11° ano que remonta o século XVII- Sermão de Santo António aos Peixes de Padre António Vieira- os alunos conseguiram estabelecer analogias com a atualidade, comparando a mensagem intemporal subjacente ao referido Sermão e adaptaram-na com mestria ao nosso quotidiano e às vivências/ problemáticas atuais.

  Desta forma, os alunos exploraram o texto em profundidade e, através das alegorias dos peixes, associaram-nas às virtudes e vícios dos homens do presente. A posteriori, desenvolveram o seu sentido crítico e criativo redigindo os seus próprios sermões, dirigindo-se com mestria à sociedade atual.

  Este momento de partilha de saberes transversais e intemporais foi, ainda, abrilhantado pelas habilidades musicais dos alunos envolvidos.

  Foi uma oportunidade de reflexão sobre a sociedade conturbada em que vivemos, demonstrando claramente que estes jovens alunos são capazes de fazer a diferença e controlar “o leme”.  Basta orientá-los, envolvê-los e deixá-los criar!

  Foi, também, uma singela mas digna homenagem aos professores que os fizeram pensar, que lhes despertaram curiosidade e os incentivaram a partir à aventura!

   Parabenizo os alunos e professores envolvidos e termino com um sincero obrigada pelo prazeroso momento que me (nos) proporcionaram!

   Acreditem! Tudo vale a pena…

Ana Luísa Gonçalves Branco Barroso


… os alunos comunicam…

… uma atividade que nos poupou tempo, mas não nos poupou aprendizagens nem vontade de trabalhar!  11.ºA

Atividade que nos fez apreciar melhor o “Sermão de Santo António aos Peixes” e sentir o que escrevemos.  11.ºB

Atividade enriquecedora tanto a nível escolar como cultural. 11.ºC

 Chegado o dia e aproximando-se a hora, os nervos continuavam à flor da pele, mas as mensagens foram todas bem transmitidas. 11.ºD

Clica na imagem


sexta-feira, 15 de dezembro de 2023

Mensagens natalícias em movimento


        
O Natal é uma época especial e mágica, por isso, no dia 14 de dezembro, os alunos do 1.º e 2.º ciclos trocaram postais criados nas disciplinas de Educação Visual e Expressões Artísticas com mensagens natalícias escritas nas disciplinas de Português e de Inglês. As leituras foram deliciosas como doces com sabor e cheiro a mel e canela. 

        Vamos espreitar


Visita ao Castelo de Lanhoso

No dia 24 de novembro eu e a minha turma fomos fazer uma visita de estudo ao Castelo de Lanhoso.

Logo na subida comecámos a ver vestígios do passado, um castro romanizado, que remonta à idade do cobre.

Lá no alto do monte tinha um Castelo grande e o guia disse-nos que era o maior da Península Ibérica.

Lá dentro, juntamente com uma colega, a Luna, fomos guerreiros. O nosso trabalho era proteger a rainha.

Ficámos a saber que naquele tempo os guerreiros punham escadas pequeninas para dificultar a subida dos inimigos para destruírem a porta.

Dentro do castelo havia um jardim onde os guerreiros treinavam para os combates.

Também fizemos várias atividades, como o jogo da memória, um puzzle e uma caça ao tesouro.

De uma forma lúdica aprendemos muito da nossa história.

                                                                                                                   Gabriel 4.ºB