A reflexão sobre diferentes direitos humanos aliada ao projeto de leitura dos alunos do 10.ºB resultou neste e-book elaborado pela aluna Leonor Silva.
A reflexão sobre diferentes direitos humanos aliada ao projeto de leitura dos alunos do 10.ºB resultou neste e-book elaborado pela aluna Leonor Silva.
No âmbito de um trabalho escolar, da disciplina de inglês, os alunos do 11.ºB realizaram uma pesquisa sobre a reciclagem na nossa escola e no município. O objetivo foi compreender melhor a importância da separação de resíduos e perceber como a comunidade contribui para práticas mais sustentáveis.
Durante o projeto, foram recolhidos testemunhos e analisadas diferentes perspetivas sobre o tema. Este trabalho permitiu refletir sobre os hábitos do dia a dia e a importância de pequenas atitudes para a proteção do ambiente.
Deixamos ainda um vídeo de uma
entrevista realizada a duas professoras, a quem agradecemos muito a gentileza,
a disponibilidade e o seu contributo.
No dia 4 de março de 2026 realizou-se, no auditório do AEPL, uma palestra sobre o tema “Da Alquimia à Inteligência Artificial”.
A palestra foi ministrada
pelo Professor João Paiva, professor do Departamento de Química e Bioquímica e
membro da Unidade de Ensino das Ciências da Faculdade de Ciências da
Universidade do Porto.
Participaram na palestra os
alunos das turmas 10.ºA, 10.ºB, 10.ºC, 10.ºD e 11.ºB. Estiveram também
presentes um número significativo de professores, bem como do Sr. Diretor do
Agrupamento.
Esta atividade propôs uma
viagem pelo percurso do conhecimento humano, mostrando como diferentes áreas do
saber se cruzam e evoluem ao longo da História. Partindo da Alquimia - Protoquímica
que estudava os materiais e que tinha como um dos seus principais ideais a
transformação de metais vis em ouro - foi possível perceber como a curiosidade
e o desejo de conhecer o Mundo, deram origem às bases da ciência moderna, em
particular da Química.
Ao longo da sessão,
explorou-se a forma como a Química, a Matemática e a ciência em geral foram
permitindo ao ser humano compreender cada vez melhor o mundo que o rodeia.
Mas a palestra não se
limitou à dimensão científica. A Filosofia e a Ética tiveram um papel central
na reflexão sobre o impacto da tecnologia na sociedade. Questionou-se de que
forma o desenvolvimento da inteligência artificial levanta novas questões sobre
responsabilidade, limites do conhecimento, decisões automatizadas e o papel do
ser humano num mundo cada vez mais tecnológico.
Mais do que apenas aprender
sobre ciência ou tecnologia, os alunos foram desafiados a pensar criticamente
sobre o papel do ser humano na construção do futuro, lembrando que a
inteligência, o amor, a solidariedade, a criatividade e a responsabilidade
continuam a ser as verdadeiras forças por detrás de qualquer inovação.
Ana Sofia Oliveira
Professora
de Física e Química do AEPL
Quarta-feira, 4 de Março de 2026, a disciplina de Física e Química A leva-nos “Da Alquimia à Inteligência Artificial”, conduzidos pelo Professor João Paiva.
Sim, a turma do 11.ºB e algumas turmas do 10.ºano participaram nesta Palestra dinamizada pelo Professor João Paiva, Professor Associado com Agregação no Departamento de Química e Bioquímica e membro da Unidade de Ensino das Ciências da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto.
É também membro do grupo “Educação, Comunicação de Ciência e Sociedade”, pertencente ao Centro de Investigação em Química da Universidade do Porto (CIQUP).
O seu trabalho tem-se focado sobretudo na ligação entre a ciência e outros domínios do conhecimento, como a Poesia, a Filosofia, a Religião, a Divulgação Científica, a Sociologia e a Educação.
Ao longo da sua atividade académica e científica,
publicou cerca de quarenta obras, sendo grande parte manuais escolares.
Durante a
palestra, o Professor mostrou como, ao longo do tempo, o conhecimento
científico foi evoluindo e dando origem à química moderna. Foram também
abordados alguns dos avanços científicos e tecnológicos mais recentes,
incluindo o papel crescente da inteligência artificial na investigação e no
desenvolvimento científico.
A sessão
permitiu aos alunos refletir sobre a evolução do conhecimento científico e
sobre a importância da ciência na sociedade atual, tornando-se uma experiência
interessante e enriquecedora para todos os participantes.
Os alunos do 11.ºB
A sessão teve como principal objetivo debater
propostas no âmbito da Literacia Financeira, tema desta edição. Ao longo do
dia, as escolas apresentaram e discutiram as suas medidas, votando de seguida
na que consideraram se a mais interessante, aperfeiçoando-a para construir uma
proposta final sólida e representativa do distrito.
O evento contou ainda com a presença do deputado
Leandro Ferreira Luís, do Partido Social Democrata (PSD), um dos 19 deputados
eleitos pelo círculo eleitoral de Braga à Assembleia da República que partilhou
a sua perspetiva sobre a importância da literacia financeira, destacando o
papel fundamental da educação na formação de cidadãos mais informados e
responsáveis. Seguiu-se um momento de perguntas e respostas, no qual os jovens
participantes puderam esclarecer dúvidas, tanto sobre o tema em debate como
sobre o exercício das suas funções enquanto deputado.
No final da sessão, foram apuradas cinco escolas
que irão representar o distrito de Braga na Sessão Nacional, a realizar-se em
Lisboa, onde o tema continuará a ser debatido a nível nacional.
A jornada terminou com a eleição do porta-voz para
a sessão nacional.
Foi ainda divulgado que o tema da próxima edição do
Parlamento dos Jovens será Literacia Política, assunto que já tinha sido
escolhido na nossa sessão escolar, o que torna a próxima participação ainda mais
significativa para o nosso Agrupamento.
A participação nesta iniciativa revelou-se uma
experiência enriquecedora, promovendo o espírito crítico, a cidadania ativa e o
contacto direto com o funcionamento das instituições democráticas.
Os alunos do 11.ºB
O filme conta a história de Desmond Doss, um jovem que decide alistar-se
no exército dos Estados Unidos durante a Segunda Guerra Mundial. No entanto,
por motivos religiosos e por seguir firmemente os seus princípios recusa-se a
usar qualquer tipo de arma.
Enfrentou preconceito, punições e desconfiança dos seus colegas e superiores, mas Doss permaneceu fiel às suas convicções. A história é um retrato emocionante de fé, coragem e determinação diante da violência e da adversidade.
Vale a pena ver Até o Último Homem , porque é uma história inspiradora sobre coragem, fé e fidelidade aos próprios princípios.
A música Trap Queen, do rapper Fetty Wap, foi lançada em 2014 e tornou-se um grande sucesso no hip-hop e no rap.
A canção fala sobre uma mulher chamada “Trap Queen”, que é uma parceira muito leal ao seu namorado. Na letra, o cantor descreve uma relação em que os dois estão sempre juntos, apoiando-se e trabalhando lado a lado para ganhar dinheiro e ter uma vida melhor.
O termo “trap” vem de um estilo de vida ligado ao rap e ao hip-hop, enquanto “queen” significa rainha. Por isso, “Trap Queen” representa uma mulher forte, fiel e que está sempre ao lado do parceiro, ajudando-o a alcançar os seus objetivos.
A música ficou muito popular nas redes sociais e nas rádios, tornando-se uma das canções mais conhecidas de Fetty Wap.
A Paciente Silenciosa, de Alex Michaelides
Alicia Berenson parecia ter uma vida estável e feliz, até à noite em que matou o marido com cinco tiros. A partir desse momento, deixa de falar completamente. O seu silêncio transforma-se no maior mistério do caso.
Anos depois,
Theo Faber, um psicoterapeuta fascinado pela história, decide trabalhar na
instituição psiquiátrica onde Alicia está internada. Determinado a fazê-la
falar, começa a investigar o seu passado. No entanto, quanto mais se aproxima
da verdade, mais percebe que nada é assim tão simples.
Recomendo
este livro a quem gosta de thrillers psicológicos intensos, com suspense
constante e uma grande reviravolta final. É uma leitura envolvente, fácil de
acompanhar e ideal para quem aprecia histórias que nos surpreendem e nos fazem
questionar tudo até à última página.
Ana Catarina, Sara Dias, Catarina Conceição e Yara Machado, P59
Na quinta-feira passada tive a oportunidade de participar na Mostra da Universidade do Porto, que decorreu em Gondomar, e considero que foi uma experiência extremamente enriquecedora, tanto a nível académico como pessoal.
Durante a manhã, a visita à mostra permitiu-me conhecer melhor a oferta formativa da Universidade do Porto. Ao longo do evento, foi possível visitar diferentes stands, esclarecer dúvidas com professores e estudantes universitários e obter informações detalhadas sobre cursos e saídas profissionais. Esta proximidade torna a experiência mais real e motivadora, pois deixou de ser apenas uma ideia sobre o nosso futuro e passou a ser algo mais concreto. Senti que a iniciativa foi muito bem organizada e pensada para ajudar os alunos a refletirem sobre as suas escolhas académicas, por poderem falar com alunos que passaram pela mesma situação que nós, levando a fazer uma escolha mais consciente.
Da parte da tarde, o passeio pela cidade de Gondomar complementou a visita de estudo de forma bastante positiva. Para além de proporcionar um momento mais descontraído, permitiu-nos conviver, fortalecer laços entre colegas, professores e conhecer melhor o ambiente da cidade. Este equilíbrio entre a componente educativa e o momento de lazer tornou o dia mais dinâmico e agradável. Tive até a oportunidade de assistir à tuna de medicina da universidade do Porto.
Na minha opinião, esta visita de estudo foi muito importante porque nos ajudou a pensar no futuro de forma mais informada e consciente. Ao mesmo tempo, proporcionou-nos experiências fora da sala de aula, que são fundamentais para o nosso crescimento pessoal. Considero, por isso, que atividades como esta devem continuar a ser promovidas, pois contribuem significativamente para a formação dos alunos, tanto a nível académico como social.
Jesus Tinoco
“Quem te ama
não te agride”. Mensagem forte.
Foi o que ouvimos hoje na palestra sobre “Violência
no Namoro” que nos silenciou, perturbou, alertou!
Estamos gratos, senhores agentes, por nos terem
mostrado a importância de pedir/procurar ajuda e nos terem demonstrado que esta
atitude é sinal de força e não de fraqueza.
Foi uma sessão muito esclarecedora. Percebemos que
a violência no namoro é, muitas vezes, silenciosa e aterradora e constatámos,
ainda, que nós acabamos, nas relações do quotidiano, por normalizar o anormal o que é tremendamente perigoso e o trampolim
para a violência, seja ela física, verbal, psicológica…
Mais, assistir à palestra permitiu-nos aliar esta
temática à “Farsa de Inês Pereira” e conseguimos ver como Inês, a ingénua sonhadora,
à procura de um marido ideal, encontra a prisão no casamento. E como o
manipulador, Brás da Mata, a oprime e lhe incute a culpa pelas possíveis
agressões e a silencia, dizendo: não és
tu, mulher, meu tesouro? Que mal faço em guardar-te? (prender-te em casa).
Para além disso, foi ainda referido para não nos esquecermos de que
numa relação tem de haver partilha e livre aceitação da vontade individual, por
isso não pode haver desrespeito, logo, ficou claro o registo: “NÃO É NÃO!
Os alunos
do 10.ºF
Nos dias
de hoje, a violência no namoro é algo tão normalizado como um abraço, uma verdade que nos foi transmitida na palestra
sobre a Violência no Namoro,
dinamizada pela Guarda Nacional Republicana (GNR), na passada quinta-feira, dia
26 de fevereiro.
Ouvimos que
nos últimos anos, as queixas de violência no namoro têm vindo a aumentar, o que
nos leva a pensar que é necessário a conscientização de tais atos.
Uma das formas de violência mais comuns é a
violência sexual e esta não deve ser normalizada. Mas a pergunta é: porquê?
Estes casos ocorrem quando um parceiro se quer
impor em relação ao outro e não vê outra maneira de o fazer a não ser provocar
a dor ao outro. Muitas vezes, o que acontece é a manipulação sobre o
companheiro quando, por exemplo, uma pessoa está pronta para ter relações
sexuais, mas a outra não se sente tão pronta … o agressor para conseguir o que quer manipula o outro, gerando até o
sentimento de culpa.
A nosso
ver, a violência sexual jamais pode ser normalizada ela é anormal.
Pensamos
que todos, homem ou mulher, jovem ou mais velho, merecem respeito, empatia e,
relacionado com isto, têm de ter direito ao seu próprio corpo e, em momento
algum, deve ser desrespeitada sua vontade. E se por algum motivo, quiserem
perceber melhor o que dizemos, leiam: A
História de uma Serva, de Margaret Atwood, uma distopia social que pode ser
relacionada perfeitamente com este tema.
Concluindo,
a violência no namoro é ultrajante e não pode ser normalizada, pois deixa muitas
marcas…
Ninguém
merece sofrer tanto na sua vida.
Maria Oliveira e Mafalda Mendes
Palestra sobre violência no namoro
“Ó esposa, não faleis/ que casas é
cativeiro”[1],
esta frase pode descrever bem o tema apresentado na palestra dinamizada pelo
Cabo Márcio Fernandes e a Guarda Principal Véra Barroso sobre a violência no
namoro.
De facto, a frase está diretamente
relacionada pois assim como nas relações tóxicas o abuso raramente começa com
uma agressão física, ele instala-se através do controlo, do isolamento e do
silenciamento da vítima.
Por um lado, achamos que haver este tipo
de palestras é importante para consciencializar os jovens sobre o perigo da
violência nos namoro. Ao analisarmos a Farsa
de Inês Pereira podemos observar que contém várias semelhanças relativas ao
tema da palestra, como por exemplo quando o escudeiro diz “Antes que mais diga
agora,/ Deus vos salve, fresca rosa,/ e vos dê por minha esposa,/ por mulher e
por senhora.”1, assim como nas relações tóxicas o manipulador tenta
por palavras suaves persuadir Inês (a vítima) fazendo com que ela o achasse o
homem “perfeito”, apenas após o casamento, assim como nas relações tóxicas, em
que só passado algum tempo é que se revela agressivo, “que guardar o meu
tesouro?/ Não sois vós, mulher, meu ouro?”1.
Por outro lado, achamos que as palestras
deviam ser mais recorrente para tentar evitar situações como as descritas na
farsa.
Concluindo, mas palestras acabam por ser
muito importante para abrir a prestativa dos alunos e informar mais sobre o
tema em questão, para se se depararem com uma questão igual saberem como agir.
Se
no mundo das crianças não há violência, porque há-de haver no mundo dos
adultos?
Leonor Silva, Ana Araújo e Ana Rebelo
Amar não é controlar. Chega de violência no namoro!
A violência no namoro é, nos dias de hoje, um problema sério e crescente que afeta milhares de jovens em Portugal e no mundo. No nosso ponto de vista, esta realidade não pode continuar a ser ignorada, uma vez que uma relação amorosa deve assentar no respeito, na confiança e na liberdade e não no medo.
Pensamos que muitos jovens desconhecem que a violência no namoro vai muito além da agressão física. Como ficou claro na sessão promovida pela GNR, ela manifesta-se também de forma psicológica, verbal, sexual e social. O agressor isola a vítima, controla o que ela veste, com quem fala e o que faz, recorrendo ainda à "fase de lua-de-mel" para perpetuar o ciclo abusivo. Nos dias de hoje, as redes sociais tornaram este controle ainda mais subtil e difícil de identificar.
Alguns defendem que estes comportamentos são apenas expressão de ciúme ou amor excessivo. Ao nosso ver, esta ideia é profundamente errada e perigosa, pois normaliza situações que são, na verdade, crimes puníveis por lei.
Em síntese, concordamos que a violência no namoro é um mal que deve ser combatido com educação, denúncia e intervenção. Na nossa opinião, dizer "basta" é o primeiro e mais corajoso passo para mudar de vida.
Afonso Neves (n.°1), Gonçalo Silva (n.°7), Guilherme Roberto (n.°8) e Rodrigo Mendes (n.°19)
A atividade, realizada em articulação com a Biblioteca Escolar (BE), contou com grande recetividade por parte dos alunos, que participaram de forma muito ativa, colocando diversas questões, prontamente esclarecidas.
No final das sessões, foi distribuído a cada aluno um folheto, elaborado pela turma P58, com os principais cuidados a ter na utilização segura da internet.
Cecília Gonçalves
Todos conhecemos a estátua da Maria da Fonte, mas quem
foi essa mulher?
Como nos foi transmitido, Maria da Fonte não foi
apenas uma mulher, mas sim um grupo de mulheres. Um grupo de mulheres armadas
com paus, foices, chuços,… que enfrentaram as autoridades devido aos
enterramentos, que haviam sido proibidos no interior das igrejas, aos impostos
lançados por Costa Cabral e ao pagamento de uma quantia em dinheiro para
construir estradas. Essas revoltas chegaram a juntar 300 a 400 mulheres!
Numa das revoltas, um grupo de mulheres dirigiu-se à
cadeia da Póvoa de Lanhoso com o fim de libertar uma das mulheres que tinha
sido presa devido a ter ido buscar o corpo de uma outra mulher no dia do
velório que decorria na capela de sua casa e levaram-na para a enterrar na
igreja.
No Centro Interpretativo pudemos observar quatro
sepulturas cobertas com tampas de madeira, como existiam no interior das
igrejas na época.
A visita terminou com a visualização de imagens/nomes de
mulheres que estiveram envolvidas na revolta da Maria da Fonte.
Turma P60
Trabalho realizado nas aulas de Português pelos alunos da turma P54, no âmbito da Semana dos Afetos
(Clique na imagem)
No passado dia 4 de fevereiro, a nossa turma, 11.ºC, realizou uma visita à Escola de Economia, Gestão e Ciência Política, da Universidade do Minho. O objetivo era conhecer de perto as instalações e obter melhores informações que nos permitam decidir, de forma mais sustentada, o nosso percurso académico. Fomos acompanhados pela diretora de turma e pela professora de Economia.
A receção foi
feita pela responsável pelo Gabinete de Comunicação e Imagem da EEG, Luísa
Araújo e, de seguida, a Dra. Rita Sousa fez uma apresentação muito
completa sobre os cursos e os vários projetos em que os alunos se podem
envolver, ouviu os alunos e esclareceu dúvidas, dando informações importantes
para o nosso futuro académico e profissional. Partilhou ainda, em
primeira mão, uma novidade: a Universidade
do Minho vai introduzir uma inovação estrutural na sua oferta
formativa já no próximo Concurso Nacional de Acesso ao Ensino Superior.
Pela primeira vez, os estudantes poderão candidatar-se a licenciaturas
duplas com um modelo integrado, concebido de raiz para
permitir a frequência simultânea de dois cursos num único
percurso académico organizado, com a duração de 4 anos. É, sem
dúvida, uma oportunidade incrível para quem quer um currículo ainda mais forte.
No final desta
apresentação, fomos acompanhados numa visita às instalações: passámos pelos
auditórios, espreitámos as salas de aula e de estudo e ficámos rendidos à
biblioteca, que tem um ambiente de estudo fantástico, com mais de 500.000
livros e salas de estudo em grupo ou individual.
Foi uma
experiência incrível, que nos vai ajudar a projetar o nosso futuro académico.
11.ºC
No passado dia 20 de fevereiro, realizou-se uma visita de estudo ao Porto destinada aos alunos do 11.º ano. Foi uma oportunidade para conhecer diferentes opções académicas e apreender alguns conhecimentos sobre o ensino superior.
A manhã foi
dedicada à participação na “23.ª Mostra da Universidade do Porto”, que teve
lugar no Pavilhão Multiusos de Gondomar. Ao longo da visita, os alunos tiveram
a oportunidade de conhecer melhor a oferta formativa da universidade, explorar
os diferentes cursos disponíveis e esclarecer dúvidas diretamente com os
profissionais e estudantes.
A
parte da tarde foi dedicada à exploração do centro da cidade do Porto,
promovendo momentos de convívio e contacto com alguns dos seus espaços mais
emblemáticos.
Foi
uma atividade enriquecedora que proporcionou aos alunos novas informações e
experiências relevantes para o seu percurso académico e pessoal.
A atividade integrou-se no projeto ARTE
SCREEN TEENS e foi dinamizada pelo realizador Bruno Laborinho, que
proporcionou aos alunos uma experiência prática enriquecedora e orientada para
os desafios reais do setor audiovisual.
Ao longo do workshop, os alunos
exploraram novas técnicas de captação e edição de imagem e vídeo, contactaram
com diferentes ferramentas digitais e experimentaram metodologias de trabalho
colaborativo. Esta iniciativa fomentou a criatividade, o espírito crítico e a
autonomia, contribuindo para o desenvolvimento de competências técnicas e
artísticas fundamentais para a sua formação na área da Multimédia.
Momentos como este reforçam a
importância da aprendizagem prática e do contacto direto com profissionais,
aproximando os alunos do contexto real de trabalho e valorizando o seu percurso
formativo.
Ingredientes:
Amor infinito ,
100 chávenas de
amizade,
200 chávenas de
felicidade,
120 minutos de
diálogo,
10 kg de afeto,
100% de boa
educação,
60 minutos de
boa disposição,
Saúde Q.B..
Este
preparado vai ao forno pré - aquecido a 175ºC até ficar bem fofinho e
douradinho. No final polvilha-se com vários valores de forma a tornar este Bolo + ESPECIAL.
Deliciemo-nos
com este BOLO da AMIZADE!!!
Ana Fonseca
12 de fevereiro de 2026, dia de alegria e de orgulho. O nosso Agrupamento recebeu o Selo do Programa Escolas pelos Direitos da Criança, atribuído pela UNICEF Portugal.
Vivemos numa escola que se pauta pela dignidade
, pela inclusão , pelo companheirismo,…
somos, ainda, a Escola pelos
Direitos da Criança.
E o lema
do nosso agrupamento resume bem aquilo em que acreditamos “Uma escola de todos
e para todos: uma identidade, diferentes realidades, múltiplas oportunidades”
pois no nosso país ainda persistem desigualdades sociais e educativas e promover
os direitos das crianças e dos jovens no contexto escolar não pode ser visto
como algo complementar.
A cerimónia de hastear da Bandeira Selo
Protetor 2025-2027 simboliza precisamente esse compromisso público, é a aliança
entre escola e comunidade. A presença do Presidente da Câmara Municipal e de
outras edilidades do concelho reforçam a ideia de que a promoção dos direitos
da criança não é responsabilidade exclusiva das escolas, mas sim de toda a
comunidade.
Assim, olhamos para este “Selo” não como um
mero formalismo, mas como reconhecimento de um trabalho consistente e dedicado
ao longo do tempo.
Na nossa opinião, a escola deve abraçar os
desafios da multiculturalidade e preparar os alunos para um futuro promissor em
que a consciencialização e conhecimento dos seus direitos e deveres seja uma constante
de forma a participarem na sociedade critica e construtivamente.
Mais do que um momento simbólico com bandeiras
hasteadas, este reconhecimento, não pode ser visto apenas como a chegada, mas deve também como um ponto de partida, porque
educar para os direitos é investir no
futuro da comunidade, do país, do mundo…
Os alunos do 11.ºB
Nas aulas de Cidadania e Desenvolvimento, em articulação com a disciplina de Português, foi realizado um trabalho de pesquisa e de escrita sobre a Convenção sobre os Direitos da Criança, com o intuito de aprofundar o conhecimento sobre os direitos fundamentais que garantem a proteção, o bem-estar e o desenvolvimento saudável de todas as crianças e de reforçar a importância de conhecer e defender esses direitos para construir uma sociedade mais justa e inclusiva.
Infância protegida
A Convenção sobre os Direitos da Criança, documento muito importante que todos devemos conhecer e respeitar, foi ratificado por Portugal em 1990 e isto quer dizer que o nosso país se comprometeu a defender o que está lá escrito, ou seja, a fazer tudo para que todas as crianças e jovens vivam com dignidade e com Direitos, independentemente, da sua origem, cor, orientação sexual, língua ou religião.
Sabias,
então, que o respeito por todos estes direitos garante um futuro promissor a
todas as crianças? Pois é… vamos explicar o que são e como podemos contribuir
para que eles sejam totalmente cumpridos.
Assim,
toda a criança tem direito à vida, à sobrevivência e ao desenvolvimento, a um
nome e a uma nacionalidade.
A
criança deve ser protegida contra qualquer tipo de discriminação, devendo
crescer num ambiente de compreensão, amor e respeito.
Toda a
criança tem direito à educação, a cuidados de saúde e serviços médicos
adequados.
Nenhuma
criança deve ser separada dos seus pais contra a sua vontade, salvo em casos de
abuso e de violência que ponham em risco a sua segurança.
A
criança tem também direito à liberdade, à proteção contra a exploração
económica, o abuso e a qualquer forma de negligência; tem direito a brincar e a
participar em atividades culturais e recreativas; tem direito à proteção contra
todas as formas de abuso físico e psicológico.
Nenhuma
criança deve ser sujeita a trabalhos forçados ou exploração, devendo ser
educada de maneira que desenvolva talentos e habilidades.
As
crianças com deficiência devem ter acesso a uma educação especial e a cuidados
adequados.
Toda a
criança tem o direito à proteção em tempos de guerra e em tempos de conflito armado,
mas o melhor seria vivermos num mundo de paz, solidariedade, tolerância e
respeito.
Pedimos,
pois, a todos os adultos que protejam o que de melhor o mundo tem, as crianças!
André
Sousa, Mafalda Gonçalves, Matilde Dias e Vicente Neto – 5.º B
Dá voz aos teus direitos…
Nem todas as crianças e jovens
vivem em segurança, nem todas têm cuidados de saúde e de higiene, nem todas têm
uma habitação, uma família ou alguém que lhes dê amor e que as oiça.
Assim, importa saber que todas as
crianças têm direito à vida, à saúde e a um desenvolvimento digno. A educação é
também um direito fundamental e deve ser garantida sem discriminação. As
crianças têm direito a brincar, a descansar e a participar, dando opiniões
sobre questões que lhes digam respeito, devendo, por isso, ser ouvidas e
respeitadas.
Nenhuma criança deve sofrer abuso, violência
ou exploração e o direito à identidade garante um nome, uma nacionalidade e uma
família. As crianças com deficiência também têm direito à inclusão e ao apoio.
Assim sendo, o estado, a família e a sociedade têm uma responsabilidade conjunta para assegurar estes direitos fundamentais a todas as crianças e jovens, porque proteger a infância e vivê-la de forma feliz garante um futuro risonho. E nós merecemos!
Gonçalo
Amorim, João Rodrigues, Lucas Vale e Rodrigo Lima – 5.º B
Todas as crianças têm direito a
uma nacionalidade e a um nome a partir dos três dias de vida. Têm direito à
educação, frequentando a escola até aos 18 anos, à liberdade, ao pensamento
crítico e a uma família que deverá cuidar dela com muito amor. Têm direito a
ser crianças e a brincar muito, muito, muito… por isso não devem sofrer
qualquer tipo de abuso ou violência. Têm também direito a cuidados de saúde,
por exemplo a ser vacinadas.
Todas as crianças são diferentes.
Umas têm pele branca, outras, negra… umas serão mais morenas, outras terão uma
tez pálida. Há quem tenha o cabelo liso, há quem o tenha ondulado ou crespo…
independentemente da origem, cor, orientação sexual, língua ou religião, todas
devem ser protegidas e amadas!
Em Portugal, há vários organismos
que se dedicam à defesa e proteção das crianças, por exemplo, a Comissão de
Proteção de Crianças e Jovens. Pede ajuda, se dela precisares. Mas não te
esqueças também que, para além de Direitos, tens algumas responsabilidades e
deveres que deves cumprir para não pores em risco os Direitos das outras
crianças, dos jovens e dos adultos.
Beatriz Oliveira, Inês Araújo, Nelson Pereira e Teresa Ribeiro – 5.º B