quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

Amor de Perdição, de Camilo Castelo Branco

Amor de Perdição, de Camilo Castelo Branco
Companhia de Teatro de Braga
Encenação - Sílvia Brito

A representação de Amor de Perdição despertou curiosidade e ajudou-nos a clarificar aspetos da obra, prendeu-nos.... Permitiu, por exemplo, perceber melhor o ponto de vista de Mariana acerca dos seus sentimentos. Foi o descobrir uma nova forma de teatro.
Sim. Esta foi, indubitavelmente, uma nova e estranha forma de teatro. Uma experiência diferente, enriquecedora e fascinante, cheia de emoções e sentimentos. Uma representação invulgar, hilariante, cativante, única. Um bom modo de nos apropriarmos da obra – também com vista a um melhor desempenho no exame.
Foi uma representação fora do convencional, didática, pois as réplicas das personagens em cena a explicarem algum do vocabulário de Amor de Perdição ajudaram a perceber melhor a sua mensagem.
A sátira da vivência do convento foi tão assertiva quão engraçada, ou seja, a crítica à sociedade portuguesa do século XIX tornou mais fácil a aprendizagem da obra. E a discussão decorrida durante a peça sobre algumas das ações das personagens de acordo com as suas características foi interessante e permitiu a perceção do seu caráter.
Assim, gostámos tanto da personagem João da Cruz enquanto representava Amor de Perdição como quando entrava como personagem fora deste romance. Também a forma como Mariana encarnou a personagem e a mostrou foi arrebatadora. Para além disso, a conversa entre Mariana e Teresa durante a representação lembraram-nos a importância de amar verdadeiramente alguém. E pela representação de Baltasar conseguimos perceber melhor o âmago desta personagem. Por outro lado, a surpresa estalou quando foi representado o momento em que Simão matou Baltasar.
Como nem todos estavam à espera de uma peça tão de vanguarda, ela surpreendeu-nos particularmente, até pelos aspetos cómicos que não tínhamos descoberto quando lemos a obra.
Por fim, e tendo em conta que a maior parte da peça foi leve e surpreendente, o final ficou aquém das nossas expetativas (pelo menos para alguns) até pelo muito que já tinha estado em palco…

Texto coletivo 11.ºA

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

Palestra sobre os Direitos Humanos

"Everyone is entitled to all the rights and freedoms set forth in this Declaration, without distinction of any kind, such as race, colour, sex, language, religion, political or other opinion, national or social origin, property, birth or other status.
Furthermore, no distinction shall be made on the basis of the political, jurisdictional or international status of the country or territory to which a person belongs, whether it be independent, trust, non-self-governing or under any other limitation of sovereignty. "                                                                                                                              (Article 2)

No dia 29 de janeiro estiveram reunidos no auditório da escola sede, os alunos das turmas A, B e C do 11º ano de escolaridade, para assistirem à realização de mais uma  Conferência sobre os Direitos Humanos.
Sob o signo da comemoração do dia Internacional  em Memória das Vítimas do Holocausto, celebrado no dia 27 de janeiro e tendo como lema “The Importance of Human Rights “, a Conferência tratou o tema dos Direitos Humanos na História dos Estados Unidos, o tema dos Direitos Humanos nos dias de hoje, o caso dos  rohingyas , povo que tem sido perseguido por motivações étnicas e religiosas, e o tema do Holocausto.
A sessão foi dinamizada pela Diplomata da Embaixada dos Estados Unidos, em Portugal,  Roshni Nirody ,e organizada pelo grupo disciplinar de Inglês.
 Por último, foi divulgado o programa de intercâmbio “Benjamim Franklin Transatlantic Fellows” para os alunos entre os 16 e os 18 anos de idade.
Os alunos foram recetivos ao tema tratado, tendo mostrado interesse e curiosidade por uma questão que nos deve sobressaltar a todos. Seria de esperar que no tempo em que vivemos OS DIREITOS HUMANOS fossem direitos adquiridos e respeitados por todos. Porque tal não acontece, nunca é demais falar deles e, por isso mesmo, consideramos que a palestra foi muito pertinente.
Mais uma vez, agradecemos à Embaixada dos EUA, na pessoa dos seus representantes, a amabilidade e disponibilidade demonstradas sempre que são contactados para saber da sua disponibilidade para virem à nossa escola. Esperamos por isso dizer "até para o ano!"  
As professoras de Inglês,

Ana Teixeira
Isabel Friande
Rosa Carvalho

Programa Qualifica: conhecer um autor da Póvoa de Lanhoso

Por sugestão da formadora de Linguagem e Comunicação, numa das actividades da Formação Complementar, requisitei, na Biblioteca da Escola Secundária, o livro “O Homem que apanhava almas” de José Abílio Coelho, autor povoense. Este livro tem vários contos. O conto “ A barba à borla” foi aquele de que eu mais gostei e, por este motivo, resolvi partilhar este breve resumo.
Este conto fala-nos de um velho pedinte chamado Garradinho, que andava a pedir pelas ruas, tocando gaita-de-beiços.
O Sr. Silva, o barbeiro, de vez em quando cortava-lhe a barba “à borla” e em troca ele tocava a gaita, para entreter os fregueses. Uma certa altura, o barbeiro empregou um rapaz chamado Leandro.
Uma certa altura, o pedinte chegou perto da barbearia e o barbeiro mandou-o sentar-se que o seu empregado lhe iria cortar a barba. Ele sentou-se e o empregado, a mando do patrão ou por vontade própria, em vez de pegar na navalha nova pegou na velha e cortou-lhe a cara toda. Ele sofreu calado e não disse nada, porque como diz a expressão “a cavalo dado não se olha ao dente”, ou o mesmo que dizer que quando recebemos um presente, devemos mostrar satisfação, mesmo que este não seja do nosso agrado.   
Este conto também nos ensina que devemos ajudar aqueles que precisam e, às vezes, um pequeno gesto faz toda a diferença. Para além disto, nunca devemos esquecer que não nos devemos aproveitar das situações e maltratar os mais necessitados.
Carla Fernandes
adulta em Processo de Reconhecimento e 
Validação de Competências, do nível básico.

Há um Centro Qualifica na minha escola! Mas… o que é isso?

O Centro Qualifica é uma estrutura especializada em educação e formação que procura dar resposta às necessidades de qualificação da população adulta. É dirigido a maiores de 18 anos que procuram uma certificação escolar e/ou profissional e pretendam assim melhorar, reorientar ou mudar as suas carreiras.
Apesar da evolução do sistema educativo e da oferta de percursos de qualificação, muitas são as pessoas que não terminaram a escolaridade obrigatória e que apresentam baixos níveis de qualificação. No concelho da Póvoa de Lanhoso 81,3% dos adultos não concluíram o ensino secundário. São números que nos devem preocupar, dadas as dificuldades do mercado de trabalho atual, volátil e precário, e as possibilidades que a baixa escolaridade impede que se concretizem.
O Centro Qualifica assume, assim, uma enorme relevância neste contexto pois pode ajudar qualquer adulto a procurar a melhor solução para as suas necessidades educativas/formativas. Assim que um adulto bate à porta do Centro Qualifica, é imediatamente inscrito num sistema nacional que abre portas às diferentes vias de qualificação. O adulto fica a conhecer o Centro e a sua estrutura e funcionamento e é elaborado um diagnóstico do seu percurso escolar e profissional. Posteriormente, é informado sobre as diferentes opções de educação e formação escolar e profissional existentes e, tendo em conta as suas expectativas e motivações, toma uma decisão acerca da melhor solução para si.
Podem inscrever-se no Centro Qualifica pessoas com qualquer escolaridade, pois há ofertas de qualificação adequadas a todos os perfis: pessoas que pretendam aumentar a sua escolaridade e obter o 4º, 6º, 9º ou 12º ano; pessoas que, independentemente da escolaridade, pretendam ingressar em percursos formativos de uma determinada área; ou ainda jovens que, tendo terminado o ensino secundário, pretendam ser encaminhados para Cursos de Especialização Tecnológica ou Cursos Técnicos Superiores Profissionais de nível 5 como porta de entrada para o Ensino Superior.
O Centro Qualifica funciona em horário laboral e pós-laboral para melhor responder às necessidades do público a quem se dirige.
Por tudo isto, estamos convictos de que esta é uma aposta extremamente importante do nosso Agrupamento de Escolas e que vai, certamente, ajudar a comunidade a valorizar a importância da educação ao longo da vida. Para além disto, a educação de adultos também poderá, ao mesmo tempo, influenciar, em grande medida, o desempenho escolar dos alunos e a vida da escola!
Podem encontrar-nos na Escola Secundária de Póvoa de Lanhoso, mesmo em frente à secretaria, ao lado da máquina do café. Uma boa razão para, no meio de dois dedos de conversa, nos baterem à porta! :-)

Contactos Centro Qualifica AEPL:
Telefone/Telemóvel: 253 633 338 / 927 942 033
E-mail: aepovoalanhoso@centroqualifica.gov.pt
Inscrição on-line disponível no site do Agrupamento
Filipa Silva – Técnica de ORVC do Centro Qualifica
Rosa Martins – Coordenadora do Centro Qualifica
Rosa Martins

Educação de adultos

A educação de adultos em Portugal não é só uma preocupação dos governantes das últimas três décadas. Há eventos que, desde 1835 ( Rodrigo da Fonseca assina um decreto que constitui a reforma do ensino público, cujo objetivo consiste em fazer face à elevada taxa de analfabetismo), se podem considerar os antepassados e um fio condutor de programas deste século.
Mesmo com decretos e medidas, mais ou menos “avulso”, ao longo de muitos anos, as taxas de analfabetismo mantiveram-se altas por décadas.
A Iniciativa Novas Oportunidades, que vigorou entre 2005 e 2013, foi o que mais impacto teve nos números, mais de 400000 adultos obtiveram uma certificação de nível básico ou secundário com o programa e mais de 500000 estiveram envolvidos.
Eis que surge um abanão no sistema financeiro em geral e, por falta de verbas, reduz-se drasticamente um programa que tinha conseguido reunir componentes já experimentadas com sucesso, a saber: a educação extraescolar, a articulação entre educação e formação profissional, a validação e o reconhecimento de competências e a dupla certificação.
Este programa, apesar do sucesso, suscitou alguma desconfiança por parte da opinião pública e publicada, acusando-o de facilitista e limitar-se a distribuir diplomas, não contribuindo para aumentar a formação da população.
Na minha opinião, o programa estava bem concebido, mas a proliferação de centros, cursos e, essencialmente, a pressão dos números levaram a que algumas instituições tenham feito uma interpretação mais simplista do processo para conseguirem sobreviver.
De acordo com o Eurostat (2016), cerca de 55% da população portuguesa, entre os 25 e os 64 anos, têm o 9º ano ou menos. Perante este cenário e com o aliviar da crise financeira, o atual governo constitucional decide arrancar, no início de 2017, com o Programa Qualifica, sendo criados os Centros Qualifica, para abranger, até 2020, cerca de 600000 adultos.
O Programa Qualifica mantém a essência das Novas Oportunidades, apresentando o mesmo Referencial de Competências-Chave e as mesmas modalidades de formação. Foram introduzidas algumas mudanças ao nível da Formação Complementar, frequência obrigatória de um mínimo de 50 horas; ao nível da constituição das equipas que compõem o júri de certificação, deixa de existir a figura do avaliador externo e os formadores que acompanharam os adultos nas etapas de reconhecimento e validação de competências não podem fazer parte do júri; ao nível da validação de competências, passou a existir um sistema de pontuação numa escala de 1 a 5, que influencia a certificação em cada unidade ( básico) ou domínio de referência ( secundário ).
A sociedade está em constante mudança, daí que as pessoas, principalmente aqueles que estão em idade ativa, não possam nem devam parar no tempo. É importante que desenvolvam e aprofundem os seus conhecimentos e competências. Neste contexto, é fundamental que o poder político olhe para esta problemática e continue a investir em programas e projetos formativos orientados para os adultos. Parece óbvio que ao investir-se no adulto se esteja a potenciar a sua capacidade de adaptação às exigências do meio em que esse adulto se “movimenta” e por conseguinte, todos os que o rodeiam, na família, no trabalho e nos diversos contextos sociais sairão beneficiados, ao mesmo tempo que o adulto se torna num elo importante dessa cadeia formativa.
Assim sendo, penso que a educação de adultos é um Projeto com futuro, mas precisa de um Política Pública de Educação sempre presente, não chega lançar programa após programa, é necessário que essa política seja estável e continuada. Cortes drásticos e cegos, como os que aconteceram em 2013, podem arrastar pessoas para fora desse processo, que é a aprendizagem ao longo da vida.
Nicolau Araújo

quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

Jardim de Infância de Simães

No jardim de Infância são várias as atividades desenvolvidas ao longo do ano letivo.
Este ano letivo, como habitualmente acontece, iniciamos com o período de integração que, por ser constituído por um grupo de crianças bastante heterogéneo, com idades compreendidas entre os três e cinco anos, torna este mais alongado.
Assim, as atividades devem ser bastante práticas, para chegar a todas as crianças, ainda que o grupo de cinco anos desenvolva atividades mais complexas e específicas e de acordo com o seu nível de desenvolvimento.
Passamos a apresentar as atividades mais relevantes, nas quais participaram todas as crianças do grupo deste JI.
Lúcia Dias

Trabalhos relacionados com a Vivência do Outono

Ciclo do Milho 



Confecionamos Pipocas

Observaram o resultado...

Confecionamos este delicioso pão com a receita tradicional...

Também se dá continuidade às tradições
Dia das Bruxas (Halloween)   
Mesa do Outono (Confecionamos doce de abóbora para oferecer aos familiares)
                                                           
Magusto do Dia de S. Martinho

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

“Métodos de estudo” - 10º.C

Cem minutos com a Dra. Ana sem minutos de tédio!
Cem minutos de sessão, cem minutos de aprendizagem.
Nem todo o tempo gasto é perdido.
     Aperfeiçoar o aperfeiçoado….


Numa gelada manhã de terça-feira, numa das aulas de Biologia/Geologia, recebemos a Sra. Psicóloga, dra. Ana Azevedo. Esta aula teve como intuito conversarmos sobre os métodos de estudo dos alunos, a melhor forma de estudar e partilhar ideias.
Como estar atento nas aulas; tirar os melhores apontamentos; organizar informação; saber o que é significante estudar para um teste; as melhores formas de estudar antes de um teste; o tempo que devemos dedicar aos nossos estudos, mas também a necessidade de descansar e tirar partido de bons momentos com os amigos e família. O que fazer e o que não devemos fazer antes da hora do teste; controlar a ansiedade durante e após um teste e entre outras coisas. É algo que muitos alunos se preocupam, se questionam e, muitas das vezes, não têm a melhor resposta.
O 10º. ano é um dos anos mais difíceis que os alunos passam, pois é uma gigantesca transição do ensino básico para o ensino secundário, “onde tudo conta”. Esta aula veio na altura ideal para nos ajudar a que este processo seja mais simples e suave, de maneira a não cometermos os maiores erros e a termos sucesso.
Muito bem aproveitada por quase todos os alunos que precisavam de ouvir a “voz da razão” foi, sem dúvida, o melhor “presente” de Natal que nos podiam ter oferecido. Estamos todos agradecidos à Sra. Psicóloga, dra. Ana Azevedo, por ter sido objetiva, atenciosa, serena e sempre disponível a nos ajudar neste longo e duro caminho que temos pela frente. Agora é connosco, teremos de enfrentar os grandes desafios com trabalho árduo. “Sem trabalho não há sucesso”.
Hugo

(…)
De uma forma cativante e bastante interessante deu-nos uma pequena palestra sobre métodos de estudo, dando-nos uma maior perceção sobre como nos devemos orientar de forma a termos uma maior sucesso escolar. Foi bastante precisa e objetiva. Por vezes, as palestras são um pouco maçadoras e repetitivas mas não foi o caso.
 Fomos alvo de conselhos que serão muito úteis para todos nós. Foi uma aula bem passada porque para além do assunto ser do interesse de todos nós, a forma e a simpatia com que foi dada esta sessão tornou tudo ainda mais agradável.
Teresa Fernandes

Gerir o tempo livre e criar métodos de estudo foi uma das vertentes desta palestra.
Ana Rita

Cem minutos com a Dra. Ana, psicóloga da escola, foram cem minutos perdidos da disciplina de Biologia, mas cem minutos bem aproveitados a falar em métodos de estudo.
Posso dizer que a conversa com a dra. Ana me ajudou.
Ajudou-me a perceber a necessidade de estudar todos os dias as matérias dadas nas aulas. Este hábito será muito importante porque acabará por ser um agente facilitador do estudo para os testes.
Beatriz Araújo

(…) estar atento na aula não chega temos de  estudar em casa e fazer breves resumos das matérias e não cópias, perceber e não apenas memorizar.
Alexandre Fernandes

A dra. Ana explicou-nos formas diferentes de estudar e como controlarmos a nossa ansiedade antes, durante e depois dos testes de avaliação.
Mostrou-nos diferentes esquemas, que poderemos usar para organizar o nosso caderno e, consequentemente, sermos mais organizados.
 Estas explicações ajudaram-me imenso…
Beatriz Pereira

Tomei consciência do ritmo de estudo, o que nos facilita a nossa organização diária. Se o fizermos poderemos realizar mais tarefas e treinar a nossa memória de forma a hierarquizarmos tudo o que ela retém, obtendo melhores resultados.
Esta sessão “cativou-nos”. “Cativou-nos”, não no sentido de encontrar/fazer amigos, mas no sentido de encontrar novos métodos de trabalho.  
Daniela Peixoto

Para estudar temos, em primeiro lugar, de fazer uma leitura rápida, depois sublinhar o mais importante, para finalizar o estudo temos de fazer os resumos com os apontamentos mais importantes e as ideias chave sublinhadas.
Ouvimos, mais uma vez, que não devemos estudar só na véspera dos testes.
Diogo Antunes


De disciplina em disciplina, os métodos de estudo variam bastante. Hoje tivemos a oportunidade de conhecer novos métodos de estudo com a dra. Ana Azevedo.
Alguns dos temas que abordámos foram: como exercitar a memória, como definir objetivos, como combater a ansiedade e como fazer para aproveitar melhor o tempo de estudo.
Catarina


Traçar objetivos é algo difícil mas muito importante. Nesta palestra, abordamos este assunto. Se gastarmos cinco minutos a delinear objetivos, será uma mais-valia para o rendimento do estudo. Se seguirmos este conselho da dra. Ana vamos focar-nos nestes objetivos e tentar fazer tudo para os alcançar. Será uma vitória quando os atingirmos.
Érica

Todos nós temos técnicas diferentes para estudar. A psicóloga da escola, dra. Ana Azevedo, esteve na nossa sala a esclarecer algumas dúvidas e apresentou alguns métodos e estratégias para conseguirmos obter melhores resultados. (…)
Pudemos concluir que estudar não é tão difícil como pensávamos. Estar atento nas aulas e estudar um pouco todos os dias podem ser duas das medidas para ter boas notas. 
Juliana Gomes
(…)
      Ouvimos e aprendemos como devemos gerir o nosso tempo de estudo e a ansiedade antes e durante os testes. Foram referidas várias estratégias para organizarmos bem a nossa semana e selecionarmos os nossos objetivos.
Também nos indicou métodos de estudo para nos ajudar a desenvolver melhor as nossas capacidades tanto para compreendermos melhor os conteúdos lecionados nas aulas como para melhor e mais facilmente percebermos a matéria durante o estudo.
Ensinou-nos, ainda, como conseguir manter a máxima concentração enquanto estamos a estudar, sem telemóveis, computadores e outros materiais que nos possam distrair a cada segundo e como utilizar a nossa memória, isto é, fez-nos perceber que algumas disciplinas necessitam mais de memorização do que outras, como matemática e física e química, que exigem mais a prática.
     Consegui perceber o meu ritmo certo de estudo, o que tornará mais fácil a organização do meu dia-a-dia e da minha semana. Assim, conseguirei realizar muitas mais coisas e de forma mais organizada. Além disso, percebi ainda que se conseguirmos organizar as ideias e a matéria de uma forma sistematizada conseguiremos melhores resultados.
Juliana Sousa

A passagem do ensino básico para o ensino secundário é aterrorizante. Tenho a certeza que todos notamos uma tremenda diferença, sendo que no ensino secundário é preciso arregaçarmos as mangas e trabalharmos muito mais, dedicarmo-nos muito mais, mas, principalmente, passar algum do nosso tempo a traçar prioridades e organizar os nossos objetivos.
Assim nos aconselhou a psicóloga da escola, dra. Ana Azevedo, que deixou bem claro, na palestra da passada quinta-feira aos alunos da turma 10º.C, que temos e devemos organizar melhor o nosso tempo, delinear objetivos a curto prazo, melhorar as nossas técnicas de estudo, dedicar mais tempo à escola, pois o nosso futuro dependerá da maneira como encararmos este novo ciclo.
Com certeza, uma das partes que mais nos cativou foi a forma de como podemos interiorizar e consolidar a matéria estudada, ao fazer resumos diariamente e não decorar, mas, sim, perceber a matéria com ajuda de esquemas bem organizados. Seguidamente, a psicóloga explicou-nos brevemente como funciona a memória humana e fez referência à forma como a informação circula, algo bastante intrigante e interessante. (…)    
Terminámos, então, a palestra. Tempo bem aproveitado e, de certeza, ganho para nós, estudantes do curso de ciências e tecnologias que, agora melhor encaminhados, já podemos usufruir dos conselhos dados para termos um melhor desempenho e um maior sucesso ao longo deste árduo caminho.                                     
Selma


domingo, 3 de dezembro de 2017

Nós e as redes sociais

Atualmente, somos direcionados por uma mente que pouco se esforça para sentir, apenas sente aquele comentário no Twitter ou aquele gosto na foto postada no Instagram, que mil pessoas veem, trezentas colocam gosto e apenas uma ou duas dessas trezentas pessoas  um gosto sentido.
As redes sociais são um influenciador sem influência, algo que serve de constante refúgio para as frustrações da vida e uma falsa solução para os medos emocionais, que dantes eram resolvidos com uma conversa e agora são expostos no Instagram com uma frase e uma foto que apenas refletem um superficial estado de espírito da pessoa para toda a gente, deixando a solução à deriva, num dia longo.
O mundo é ligado pelas stories no Instagram ou pelos snaps que transmitem o que estamos a fazer naquele instante para todos os nossos seguidores, que podem ser de três continentes diferentes.
Por outro lado, apesar de todos os infortúnios que nos trazem, as redes sociais são grandes meios facilitadores do bom funcionamento do mundo e da vida de cada cidadão.
Através de um chat do Facebook ou Skype, conseguimos comunicar com o nosso amigo e transmitir-lhe o nosso verdadeiro estado de espírito, através de palavras ou videochamada, o que aproxima os mais afastados. É, de facto, fantástica esta ligação que nos dá a conhecer todas as referências, através de um simples objeto que transmite informação por um vidro que nos aproxima de tudo.

Assim, é a utilização que fazemos desse novo mundo que define se ele nos aliena ou nos aproxima do que dá sentido à vida: a relação “sem rede" com os outros.
João Pedro Couto Rodrigues, 11ºB

sábado, 2 de dezembro de 2017

Novo horário escolar

Este ano letivo fomos surpreendidos com aulas de 50/100 minutos.
A escola completou este ano o seu 26° aniversário e durante os primeiros 15 anos, na nossa escola, cada aula era de 50 minutos.
Há cerca de 11 anos surgiu a mudança de tempo de duração das aulas que passaram a ter 45/90 minutos.
No âmbito de um trabalho para a disciplina de Português, quisemos saber a opinião de alunos e professores sobre a mudança dos tempos letivos de 45 minutos para 50 minutos.

1 – Opinião dos alunos

Em relação aos alunos, elaboramos um pequeno questionário e nos intervalos das aulas recolhemos a opinião de 100 colegas. Apresentamos os resultados deste inquérito nos gráficos seguintes. 

Preferes as aulas de 45/90 minutos ou 50/100 minutos?

Gostas das novas aulas de 50 minutos?

Achas que os tempos de intervalo estão bem distribuídos?

Achas que o teu horário é demasiado sobrecarregado?

As aulas de 50 minutos são mais rentáveis?

2-      Opinião de professores

Para este estudo achámos importante conhecer a opinião de alguns dos senhores professores sobre o assunto.
Ana Teixeira, professora de Inglês e Alemão.
Dá aulas nesta escola há 18 anos. Na sua opinião, as aulas de 50/100 minutos são mais produtivas, pois o tempo de concentração de cada pessoa, sendo adulto, adolescente ou pré-adolescente, não é muito extenso.
Com as aulas de 90 minutos, chegava a determinada altura que tanto os alunos como os professores já estavam cansados.
Anabela Dalot, professora de Geografia.
Dá aulas nesta escola há 25 anos. Na sua opinião, as aulas de 50/100 minutos são melhores a nível de concentração dos alunos, ficando menos dispersos por ser menos tempo, porém o horário não está bem organizado, não está bem distribuído.

Em conversa com outros senhores professores constatámos que têm mais ou menos a mesma visão. As aulas de 50/100 minutos fazem com que os alunos não estejam tão dispersos e estejam mais atentos nas aulas.


3- Conclusão

Nem sempre é fácil organizar os horários escolares.
A distribuição dos tempos letivos e das disciplinas ao longo dos dias da semana vão influenciar não só a atenção e a aprendizagem dos alunos como a vida profissional dos professores.
Este ano letivo 2017/2018 o conselho pedagógico da nossa escola decidiu voltar a apostar nas aulas de 50/100 minutos como já ocorrera há anos atrás.
Segundo os senhores professores esta nova aposta contribuiu favoravelmente para a atenção/concentração dos alunos.
A cada 50 minutos que passa o aluno e o professor têm direito a uma pausa/intervalo. Da parte de manhã: o primeiro de 10 minutos, o segundo de 15 minutos e o terceiro e o quarto de cinco minutos; da parte de tarde: o primeiro de 5 minutos, o segundo de 10 minutos, o terceiro de 15 minutos e o quarto e o quinto de 5 minutos.
Como pudemos verificar no gráfico, à pergunta “ preferes aulas de 45/90 minutos ou 50/100 minutos” a maior parte dos alunos respondeu 50/100 minutos. Deduzimos, então, que esta sondagem confirma uma aceitação e uma satisfação pela parte dos alunos.
Já para os técnicos operacionais da escola, a alteração da duração dos tempos letivos não influenciou tanto o seu trabalho. Mas temos uma exceção, esta mudança levou a que os alunos tivessem mais intervalos que nos anos anteriores e as senhoras que trabalham no bar têm uma maior dificuldade em responder aos pedidos dos alunos e dos professores porque há uma maior afluência a este espaço e particularmente no turno da manhã.
Concluímos, então, que as aulas de 50/100 minutos, tirando esta situação do atendimento no bar, estão a ser muito mais rentáveis e que são uma mais-valia para todos nós, estudantes, e para todos os que nos acompanham nesta jornada.

Trabalho realizado por:
Beatriz Fonseca n°3; Bruna Oliveira n°4; Nanci Macedo n°14; Tiago Borges n°17, 11°D

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Apreciação Crítica

João Botelho deu alma à obra de Garret - “Frei Luís de Sousa”, adaptando-a ao cinema, no filme “Quem és tu?”, representado por Patrícia Guerreiro, Susana Borges, Rui Morisson, Rogério Samora e José Pinto. Um bom projeto e um resultado bem sucedido.
No filme a expressividade das personagens cativa-nos e envolve-nos. Além disso, as personagens, pela sua ação, localizam-nos no tempo e no espaço. É que a ação decorre numa época bem diferente da do nosso dia-a-dia!
Os cenários, as cores e o próprio espaço dizem-nos muito acerca do drama em si, por exemplo, no segundo ato, toda essa combinação acaba por nos transmitir a preocupação e o medo vividos por D.Madalena.
O guarda-roupa também nos conduziu até ao século XVI.   
A visualização do filme em diferentes aulas de Português ajudou-nos à compreensão da obra.
Francisca, 11ºD