domingo, 15 de maio de 2022

DESPORTO ESCOLAR

 Badminton - Juvenil

 

                No passado dia 29 de abril, realizou-se em Macedo de Cavaleiros o Campeonato Regional de Badminton Juvenil. Com dois alunos apurados para este evento a nossa escola teve uma excelente representação.

Conquistámos um segundo lugar, pelo aluno João Fernandes e um quarto lugar pelo aluno Simão Oliveira.

Desta competição, foram selecionados os alunos que vão ao Campeonato Nacional que se realiza nos dias 19, 20, 21 e 22 de maio, em Viana do Castelo.

A nossa escola será representada pelo João Fernandes e pelo Simão Oliveira.

Parabéns aos apurados e boa sorte!

Ana Cristina Santos

 

quinta-feira, 12 de maio de 2022

Agricultura Biológica e Compostagem

 






 

No dia 6 de maio, as Senhoras Engenheiras Filipa Araújo e Vanessa Barros, do Centro de Interpretação do Carvalho de Calvos, deslocaram-se à nossa escola a convite do projecto Eco-Escolas para realizar um Workshop prático de Agricultura Biológica e Compostagem com a turma do 7º E, no âmbito da disciplina de Cidadania e Desenvolvimento.

 

A Equipa Eco-Escolas de ESPL

Ação de sensibilização (GNR)

 


No dia três de maio de 2022, na parte da manhã, no auditório da Escola Básica Do Ave, o Cabo Vítor Mota teve a honra de nos apresentar uma palestra de Sensibilização sobre a Educação Ambiental.

As turmas do 2º ciclo assistiram a essa palestra que o Cabo Vítor Mota falou sobre a política dos 4R, a existência do lixo no planeta, os ecopontos e nós descobrimos que existia um ecoponto o Laranja, o que podíamos colocar nos ecopontos e não colocar, o que devemos colocar e não colocar no ecoponto e mais coisas desse assunto. 

No final da palestra, o Cabo Vítor Mota falou-nos de outro assunto que são os perigos da internet e de como nos podemos proteger delas.

Cecília Fernandes (6ºA)
Leonor Cunha  (6ºA)

CNL- opinião de aluna

“Se podes olhar, vê. Se podes ver, repara.”                                             

                                                                                    

No passado dia 28 de abril tive a oportunidade de participar na fase intermunicipal do Concurso Nacional de Leitura, em Guimarães. Foram comigo professores e colegas povoenses cuja companhia tornou o meu dia mais animado.

Os professores, querendo aliviar o peso e responsabilidade que nós (alunos) sentíamos, levaram-nos a conhecer um pouco mais de Guimarães através de uma viajem de teleférico. Foi para mim uma experiência inédita, mas que abracei com muita vontade e que não esquecerei, de tão extraordinária que foi. Em menos de uma hora todo o nervosismo se dissipou e ficou nítido que apenas a participação e o facto de que estávamos dispostos a dar o nosso melhor neste evento já nos tornaria vencedores.

Chegar ao Teatro Jordão, onde seria o concurso, foi um momento especial porque pela primeira vez senti que realmente seria peça de um evento tão bonito e que enaltece aquilo que mais amo fazer: ler. Senti-me acolhida pelos colaboradores, contagiada pela energia daquele ambiente e confortada pelo olhar amigo dos colegas e professores, incentivando-nos uns aos outros. Fiquei encantada pela quantidade de alunos com livros pousados nos seus colos ou segurados em suas mãos e pelo eloquente apresentador que prendia a atenção de todos nós apenas com as suas palavras cobertas de humor. Surpreendi-me por ver a atriz e encenadora Sara Barros Leitão no painel de jurados, pois desde cedo acompanhava o seu trabalho na televisão e existe algo de fascinante em ver a vivo e a cores uma cara conhecida originalmente através da televisão. Foi um programa muito bom que me cativou e inquietou por uma tarde inteira.

Falando do desafio em si, a concretização deste requeria a leitura de um dos mais célebres livros de José Saramago, “Ensaio sobre a cegueira”.

Para além do desafio que era o concurso, também a leitura do livro foi instigante.

 “Ensaio sobre a cegueira” é, na minha opinião, como um ramo de silvas. A escrita extremamente gráfica e crua alia-se a uma premissa tenebrosa capaz de perturbar qualquer leitor. Rapidamente o leitor mergulha num mundo afogado em ódio, desespero e violência causados por pessoas que subitamente cegam. Cada página é um grão de sal na ferida. Ainda assim, ao ler este livro, somos agraciados pelas reflexões geniais do autor que nesta obra nos incentiva a VER, ver além da nossa cegueira, ver além das ondas de ignorância que nos afogam e abrir os olhos perante a maldade do mundo.

A minha participação neste concurso terminou. Todavia, as boas memórias deste dia permanecem vívidas e as lições do livro que li, tal como os ensinamentos de todos os outros que passam pelas minhas mãos, são agora uma continuação daquilo que eu sou e vivem através de mim. Disse Saramago: “Dentro de nós há uma coisa que não tem nome, essa coisa é o que somos.”. Essa coisa constrói-se por aquilo que vemos e se há algo capaz de abrir os nossos olhos, esse algo é a leitura.

                                                                                                                                                    Joana Faria





segunda-feira, 9 de maio de 2022

Desafio poético

Há cerca de dezasseis anos a minha alma gémea (Manuel Guimarães) assinou um despretensioso poema que constitui um desafio para a escrita, que eu agora direciono a todos os que têm pela palavra poética um carinho muito especial:


Vá lá, tente outra vez


Escute!
Não vá depressa,
Sabe?
Para além da prosaica frieza das horas
Há uma nesga de poesia.

Por detrás das palavras planas e lisas
Há a sinuosa aventura do poema,

Vá, dispa-se desse rigor formal!
Não se constroem
Paraísos sem a melodia da voz
Feita palavra.
             Manuel Guimarães (2006)

quinta-feira, 5 de maio de 2022

Dia da Terra - The Earth Day

     Trabalhos realizados no âmbito da disciplina de Geografia, na turma do 10 º F,  da professora Anabela Dalot.


    Na passada sexta-feira, dia 22 de abril, celebrou-se o Dia Internacional da Mãe Terra, que tem como objetivo conscientizar a população sobre a proteção ambiental e reconhecer a preocupação com o clima global, que é uma das maiores ameaças à existência de vida no planeta. Tendo-se estreado em 1970, o dia da Terra fez agora a sua 52 ª celebração. Porém, as emissões de gases de efeito de estufa e o perigo das alterações climáticas nem sequer estavam no horizonte, quando as pessoas marcharam nas ruas naquele desse já distante 22 de abril.
    Atualmente, experiencia-se, além de uma crise da biodiversidade, outra resultante da utilização do plástico e a realidade de um mundo cada vez mais povoado, onde uma parte da humanidade consome produtos em excesso e a outra percorre quilómetros para conseguir obter um balde de água. Nós, como indivíduos, temos o poder simples, mas eficaz, de fazer com que as nossas vozes sejam ouvidas por meio das nossas escolhas. O que cada um de nós faz e como o fazemos tem um enorme efeito nos nossos ecossistemas.
    A menos que as empresas ajam agora, as mudanças climáticas prejudicarão cada vez mais as economias, aumentarão a escassez, drenarão lucros e perspectivas de emprego e afetarão a todos nós, a sustentabilidade é o caminho para a prosperidade!
  Cada um de nós precisa de uma Terra saudável para sustentar os nossos empregos, meios de subsistência, saúde e sobrevivência e felicidade. Um planeta saudável não é uma opção – é uma necessidade.

INVISTA EM NOSSO PLANETA!

                                                                                                                                                         Sara Silva (10ºF)

    Eu acho que o dia da Terra é essencial para nos lembrar que o nosso planeta precisa cada vez mais de atenção e cuidados, já que os níveis de poluição estão a aumentar, os mares estão cheios de plástico, o clima está descontrolado e as florestas ardem, e mesmo assim existem governos que não implementam regras e leis que ajudem isto a melhorar.
    Acho que este dia deveria ser mais comemorado e lembrado nas escolas, alertando as crianças que a necessidade de o planeta ser preservado. Este dia também pode servir para uma reflexão sobre aquilo que já fizemos para ajudar o nosso planeta a melhorar. No final, que este dia sirva para celebrar, mas também para estarmos atentos às condições em que o mundo se encontra e, no fundo, para nos consciencializarmos de que temos de mudar isto.
                                            Rodrigo Oliveira (10º F)

    No dia 22 de abril, sexta-feira passada, foi o dia da Terra.
    Por que razão se comemora este dia? Para percebemos o porquê, temos que entender quando surgiu, quem o criou e com que propósito?
    As comemorações do Dia da Terra tiveram lugar, pela primeira vez, nos Estados Unidos, no dia 22 de abril de 1970, e foram promovidas pelo senador Gaylord Nelson. Este organizou um fórum ambiental que envolveu cerca de 20 milhões de participantes. Gaylord Nelson foi um político e ambientalista americano de Wisconsin, que assumiu as funções de senador e governador nos Estados Unidos. Era membro do Partido Democrata, lançou uma nova onda de ativismo ambiental, ao lançar a ideia de se realizar «O Dia da Terra».
    O Dia da Terra, cuja finalidade é criar uma consciência comum sobre os problemas da contaminação, conservação da biodiversidade e outras preocupações ambientais, para proteger a Terra. Assim sendo, o Dia da Terra serve para nos relembrar que temos que pensar nas nossas ações diárias que afetam e prejudicam o planeta.
Rodrigo Costa e Rodrigo Geadas (11º F)

Bebe-se e saboreia-se poesia na Escola Secundária da Póvoa de Lanhoso

 

Sobre “Motus Animae”

 

"Tudo começa num fio de sons tropeçando aqui e ali", começa assim um poema do professor Manuel de Sousa, numa apresentação incrível que nos mostra  que a poesia não é só letras, palavras, frases e versos, é muito mais… A poesia é  trabalho duro, esforço,  dedicação, é senti-la na alma.

Na opinião  do Professor Manuel  Sousa, a poesia pode sair de qualquer lugar, como  podemos ver no poema "A minha varanda" ou das saudades de uma pessoa muito importante para nós como em "Dobadoira", poema de homenagem à sua mãe .

Por fim, o professor ensina-nos a ver que a poesia é fácil, só precisa de motivação e gosto pelas palavras, a partir daí qualquer pessoa consegue fazer uma boa poesia…

 

Henrique Vieira, 12.ºD

 

“Não ficarei sentado…” este é o verso inicial do poema “Viagem” da autoria do Professor Manuel Sousa que nos presenteou com uma excelente palestra relativa à poesia contemporânea.

Foi-nos dado a conhecer, durante a apresentação, a forma como se escreve um poema, que nem sempre começa como um poema, antes,  nasce de um texto que se reescreve muitas vezes até se tornar poesia. As inspirações para a sua escrita são diversas, desde a varanda de sua casa a um salão de chá e fotografias que gentilmente nos mostrou.

Aprendemos que a poesia não é fácil de escrever, exige trabalho e dedicação para se conseguir o poema. Por vezes, como escreve o Senhor Professor em “ Palavra Necessária”

 “ Não sei por onde começar

Há tanto a dizer

Mas sempre que começo

Tropeço na frase espúria

Na palavra imprópria

Na ideia indecisa e cruzada […]”

 

 Mas depois de ouvirmos a exposição a resposta veio nos últimos dois versos “Nasce o poema” “ […] Nasceu o poema? Talvez…”

João Vale, 12.º D

 

Literacia Financeira e Educação para o Consumo

 

  No âmbito da disciplina de Cidadania e Desenvolvimento, nos domínios da Saúde, Educação ambiental, Literacia Financeira e Educação para o Consumo, a nossa turma aceitou prontamente o empolgante desafio de construir uma horta/jardim vertical. De imediato, alinhavámos, sem grandes dificuldades porque as ideias surgiram com muita naturalidade, um plano eficiente para a sua execução. Na disciplina de Cidadania e Desenvolvimento e Matemática e sob a constante supervisão da nossa diretora de turma, colocámos as sementes, previamente selecionadas e gentilmente cedidas pelos nossos encarregados de educação, em garrafas, garrafões e recipientes de esferovite reutilizados. Semanalmente, a sementeira era avaliada e os registos anotados para um melhor controlo do nosso projeto. Esta foi, sem dúvida, uma etapa crucial para o sucesso deste desafio. Já numa fase mais avançada, montámos o nosso jardim vertical nas grades da vedação da nossa escola. Que bonito que ficou! A partir de agora, o crescimento dos frutos, legumes e flores pode ser acompanhado por toda a comunidade educativa que, certamente, desfrutará de mais um aprazível espaço dedicado à natureza.

Apreciei e entusiasmei-me com esta iniciativa invulgar porque, mais tarde, quero ser engenheiro agrónomo – Gabriel

Que experiência fantástica! Todo o processo me lembrou a minha avó e a ajuda que lhe prestava nos trabalhos da terra. – Carlos

Gostei de tudo… da terra, da ligação à natureza, de ter saído do espaço da sala de aula e do resultado final. Diogo Esteves

Os alunos do 7.ºC



segunda-feira, 2 de maio de 2022

O nosso Agrupamento no encalço da inovação pedagógica

 

BILINGUAL EDUCATION / CLIL TODAY

IBMODEL - INTEGRATED BILINGUAL MODEL Erasmus+ KA2 Project Training Days & Seminar

Entre 20 e 22 de abril, realizou-se uma formação e um seminário, na Faculdade de Letras do Porto (FLUP), denominada BILINGUAL EDUCATION / CLIL TODAY, onde foi apresentado o IBModel (INTEGRATED BILINGUAL MODEL), no âmbito do projeto Erasmus+, na área da Inovação Educacional: uma iniciativa do grupo de investigação “WORKING CLIL”, que é uma vertente da área de Formação de Professores e Estudos Aplicados da Língua – TEALS (an e-journal of Teacher Education and Applied Language Studies), no CETAPS (Centre for English, Translation and Anglo-Portuguese Studies) – que reúne profissionais, investigadores e formadores de professores para abordar questões centrais da educação CLIL/Bilíngue, em todos os níveis de ensino em Portugal e além-fronteiras.

A centralidade da aprendizagem das línguas constituí a chave fundamental para compreendermos os outros povos, irmos ao encontro das suas diferenças, encontrarmos semelhanças, partilharmos experiências, oportunidades, concretizarmos sonhos e anteciparmos o cenário das “Guerras de absurdo, em pleno século XXI”, como afirmou o secretário-geral da ONU, António Guterres, durante a sua visita à capital da Ucrânia, Kiev, no passado dia 28 de abril.

À semelhança dos anteriores, este seminário foi extremamente enriquecedor, tendo proporcionado o contacto com figuras proeminentes nesta área, a saber: Victor Pavón, Maria Ellison, Cynthia Pimentel e Maria Luisa Pérez-Cañado.

A Aprendizagem Integrada de Conteúdos e Línguas (CLIL) surgiu como uma abordagem educacional com duplo foco: reconhece estas dimensões no uso de línguas adicionais. O CLIL é praticado sob muitas formas em todo o mundo e é particularmente prolífero na Europa.

Foi implementado na nossa escola no ano letivo de 2016/2017.

Existe ainda, em Portugal, pouca investigação. A este propósito, representei, com muito orgulho, o nosso Agrupamento, apresentando o PLUG IN (TO) CLIL AEPL CLUSTER PROJECT, sintetizando as principais conclusões do estudo de investigação compilado na dissertação de mestrado “Avaliação da implementação da abordagem CLIL: um estudo de caso.”, por mim concretizado, sob a orientação da Professora Doutora Maria Alfredo Moreira, da Universidade do Minho, com o apoio dos Diretores da Escola, da Coordenadora dos projetos europeus, dos professores de conteúdo e de língua envolvidos, dos encarregados de educação da turma pioneira, do 9.º C.

“A mudança é a lei da vida. E aqueles que apenas olham para o passado ou para o presente irão com certeza perder o futuro.”

John Kennedy

A Coordenadora CLIL,

Manuela Lourenço

                                             



quinta-feira, 28 de abril de 2022